Dilma e a previdência
Tenho sido procurada por várias pessoas para esclarecer se a Dilma, caso eleita, prejudicará quem já está com tempo para aposentar-se bem como aqueles pensionistas. Tenho recebido texto abaixo e gostaria de saber se alguém já está sabendo qualquer coisa neste sentido.
Vejamos texto em discussão em Brasília:
"Uma grande equipe do aparelhado Ipea, Instituto de Pesquisas Aplicadas, já está finalizando o pacote para a aposentadoria, a ser implantado no primeiro minuto de um eventual governo de Dilma Rousseff. Além da manutenção do fator previdenciário, o homem terá que somar 105 anos e a mulher 100 anos entre tempo de trabalho e idade. Acaba a aposentadoria proporcional. Inicialmente, o governo mandará o projeto como se fosse apenas para os trabalhadores novos, mas já existe uma emenda pronta, a ser aprovada por uma eventual maioria no Congresso, que incluirá 100% dos trabalhadores. A avaliação política é que a medida deverá ser tomada nos primeiros dias de governo, pelo desgaste que causará. Para os pensionistas, haverá um novo fator redutor, que considerará a idade da viúva e o número de filhos."
Faço minhas as palavras do DR. Carlos; acredito que devamos apertar o cinto e cobrar explicações dos nossos candidatos, eu mesmo ja enviei email ao Deputado que eu votei cobrando explicações, contudo ainda não obtive respostas, por outro lado, se de um lado temos a Dilma do outro temos o Serra que é Tucano e pertence ao Governo que criou o FP, eu acho que estamos sem opção mais uma vez.
Daniela/ M Gerais
Reportagem publicada pelo jornal carioca O Globo relata que a equipe econômica do atual governo já trabalha na reforma da Previdência no governo Dilma.
Segundo o jornal, a reforma já foi seriamente examinada pelo governo Lula e será implementada pelo governo Dilma. Tanto que a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda já estaria sistematizando a mudança para que Dilma a faça vigorar.
Segundo a matéria, a proposta que estaria sendo desenhada na mesa de Nelson Barbosa, dirigente da secretaria, prevê uma nova regra draconiana, que extingue a aposentadoria por tempo de contribuição e para novas aposentadorias estabelece que a soma do tempo de contribuição e da idade do assegurado DEVE ATINGIR 105 ANOS DE IDADE para homens se aposentar, e 95 ANOS PARA MULHERES.
Ainda segundo o jornal carioca, a campanha de Dilma teria a orientação de não tocar no assunto, a fim de evitar desgaste político. Tanto que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já está emitindo nota oficial negando qualquer movimentação do governo no sentido de formular uma nova reforma.
E você deve conhecer o ditado: Politico quando nega é porque é verdade!!
Mais um detalhe curioso, por dar a vitória de Dilma como certa é que o Presidente Lula teria vetado o fim do Fator Previdenciário.
abraços Bruno.
E quais sao as propostas de serra para previdencia???????? QQ governante fara maldades com o povo que trabalha, seja rgps ou rpps??????? Aumentarao a idade so a partir de quem entrar em 2011 ou antes- esta é a gde duvida???????????????? Fora pensoes - futuras---q ja li q querem cortar? Nao é o meu caso, mas a fila do inss ja é imensa, vai aumentar mais sem fim, pois todos vao tentar aposentar, pq ja vao estar idosos???????????= mais conflitos e etc.....quem chegara aos 100 anos....? temos parentes q trabalharam a vida toda e morreram com 60 a, qdo aposentaram por tempo de serviço, sem nunca terem entrado em licença na vida- q eu acho certo! O q o governo diz disso????????
a gente da duro, trabalha, acorda cedo....ma qualidade de vida, sonhamos com aposentadoria normal, sem ser por licença medica....
Qual dos dois no segundo turno me dara boas noticias sobre idade para aposentar pra nao votar nulo?!Espero q tenha esta pergunta a eles no debate, no meu caso é a mais importante!!!
Não acho que a Dilma acabará com o País, isso foi extremo demais, contudo queria eu ter uma opção melhor do que o José Serra; so nos resta unirmos força e cobrar explicações durante o segundo turno, se for haver mesmo uma mudança na previdência eu acredito que tanto a Dilma como o Serra o fará no inicio de seus governos.
O Lula usa de artifício para passar a idéia de que a política de Dilma para a Previdência será branda, de que as mudanças serão em doses homeopáticas. Mas, por outro lado, o Sr Lula, quando na oposição, esbravejava contra o Fator Previdenciário. O PT entrou até com uma ação contra o referido fator previdenciário. Mas, quando em junho/2010 Lula estava com a caneta na mão para decidir a favor dos segurados em processo de aposentadoria por tempo de contribuição, vetou esse último. Prá enganar os trouxas a marionete de Lula, a Dilma, simplesmente evita o assunto, e forçada a responder disse "que o IPEA está analisando" porque as pessoas não sabem o que significa isso. Quem diz o contrário é porque fica igual papagaio, repetindo as palavras de ordem da "vanguarda" do PT que se beneficia dos cargos em comissão do INSS e do aparelhamento do país em troca de fazer a lavagem cerebral nos incautos.
Que opção melhor que o Serra, antonio cezar????? Vejam o que a "opção" Marina disse no debate da Globo. Verdade que ela não é mais opção. Mas e se fosse???? Eis parte da fala dela no debate. Durante o primeiro bloco do debate entre os presidenciáveis promovido na noite desta quinta-feira (30) pela Rede Globo, a candidata do PV, Marina Silva, criticou os governo FHC e Lula e prometeu que se eleita irá realizar uma reforma na Previdência. "O meu compromisso é de que nós vamos encarar as grandes reformas. E a reforma da Previdência é um vácuo em todos os governos. 16 anos se passaram e não foi feito nada", afirmou. Não foi feito nada???? Voces acham???? Realmente. Está me parecendo com pessoas que negam ter ocorrido o Holocausto na Segunda Guerra Mundial. O fator previdenciário não existe. É imaginação nossa. Convençam-se que a Reforma da Previdencia é consenso entre os políticos. O máximo que se discute é qual será sua amplitude para os atuais contribuintes da previdencia tanto do Regime Geral (INSS) como de regimes de previdencia de servidores públicos. Mas a reforma em si é inevitável. Ainda que só atinja os próximos contribuintes. Ou o menos possível os atuais. Neste último caso já sabemos o que virá nas próximas eleições. A cada uma regras de transição para ir tirando aos poucos. O STF em ADIN disse já que não há direito adquirido a regra de transição. Um exemplo foi os servidores públicos. Acabada a aposentadoria proporcional para os novos ficou regra de transição para os admitidos antes da emenda 20. Pois nem esgotou a regra de transição desta a emenda 41 acabou com a transição da proporcional da 20. Quem alcançou alcançou. Quem não alcançou dançou. E o STF instado a se manifestar disse não haver direito a regra de transição. Então, preparem-se. Seja qual for o Presidente algum tipo de reforma haverá.
Espéro,que essa reforma seja,ética e humana e não venha macular ainda mais a sociedade brasileira.Espero também que parem de atribuir,que a Previdencia Social esta quebrada,ou causa rombos financeiros aos cofres da união,pois ao meu ver isso não passa de imoralidade ,do governo.pois coloquem líderes partidários serio,para legislar em favor da sociedade.pessoas competentes e honestas para conduzir a intituição Inss e suas diretrizes.Pronto acho ao meu ver que isso resolve,pois políticos sérios trabalham,sem fazerem conchavos com o povo brasileiro,atribuindo a incompetencia liderativa dos partidários,em cima dos segurados.Pois a fatia maior do bolo fica com eles.
PDS, BRITTO, ELDO, e tantos daqui...!! O J.C falou tudo....ele representa a seriedade sem fanatismo....estamos tentando compreender como uma eleição nem terminou e a 'mulher' já tava indo SUL prá Brasília fazer o churrasco da vitória...e frustrado pelas informações dadas no avião..!! Na semana que antecedia..já faziam planejamento de Governo, já reuniam pessoas p/ mudar e iniciar novas plataformas..etc..BEM FEITO..não porque o SERRA mereça..é que os VERMELHOS são muito prepotentes...agora terão que aguardar mais um pouco...mesmo ganhando..que será difícil...terão mais cautela!! Falaram bem que passaram o tempo, muitos anos e não fizeram nada..só culparam o XAROPE do FHC...não fizeram a reforma da Previd.(Fator Prev.) e nem a reforma tributárias...e não farão nunca..só se for prá aumentar..diminuir jamais!! O povo nem sabe o que é fator Previd..eles acham que é coisa boa..já vi um amigo falar: -Deixa o fator....vai ser bão!! ele e ela sabe o qui tá fazeno!! HA HA!! MAU ele sabe sendo funcion. de uma fábrica que tá beirando os 35 anos e ele terá que trabalhar mais uns 3, pois tem 50 anos.e parece tb que não sabe sobre o PPP.que tem direito!! É O POVO SE LASCANDO E GOSTANDO..ÊTAA!! Pessoal desculpe..fiquem com DEUS!! e E esperamos que os jornalistas façam duas perguntas cruciais p/ os Brasileiros: SERRA/DILMA VCS IRÃO AUMENTAR O TEMPO DE APOSENTADORIA,VÃO MUDAR,MANTERÃO...?
SERRA/DILMA VCS FAZER A REFORMA TRIBUTÁRIA AGORA OU SÓ NO FINAL DO MANDATO?
Abraços zenaldo
A candidata marionete do Lula não entende nada de previdência. Vejamos:
Benefício previdenciário e benefício assistencial
Os desgoverno Dilma/Lula parece não fazer distinção sobre diferentes espécies de benefícios previdenciais, e joga tudo no mesmo saco.
O rombo argumentado por Dilma a que se refere? aplica-se a quais espécies? A previdenciária , no qual o segurado trabalhou 35 anos, pagou todas as contribuições que lhe foram EXIGIDAS?
Ou refere-se aos que recebem benefícios assistenciais (LOAS), onde o segurado não contribuiu com nenhuma parcela ?
É certo que o Estado deve amparar os necessitados, mas não pode colocar no mesmo balaio todos os casos. Segurado previdenciário é uma coisa, segurado assistencial é outra.
A Dilma, o Lula, as "mentes brilhantes" do PT tem que explicar exatamente quais são as mudanças que fará com a previdência, ou resta esta impressão de interesses escusos retirados do eleitor.
abraço.
A principal discussão nem é sobre benefícios previdenciários ou assistenciais. E sim sobre benefícios ditos previdenciários mas que tem um que de assistencial. O benefício de trabalhadores rurais, tanto empregados como segurados especiais. Que só provando trabalho rural (sem qualquer tipo de contribuição) tem direito a aposentadoria por idade no valor de um salário mínimo e com 60 anos homem e 55 anos mulher. Enquanto um trabalhador urbano contribuindo tem direito a aposentadoria por idade com 65 anos se homem e 60 anos mulher. E vejam a contribuição que o campo dá em comparação com a zona urbana. As contribuições advindas do campo só cobrem 18% dos benefícios pagos no campo. Já na zona urbana segundo estatísticas a porcentagem é maior. A receita cobre de 90 a 95% dos benefícios pagos. Os benefícios do LOAS por enquanto pouco representam no total do deficit previdenciário. Não que eu seja contra o pessoal do campo. Mas até hoje toda a conta caiu em cima dos trabalhadores urbanos. Uma possível reforma bem poderia elevar a idade mínima de aposentadoria para o mesmo patamar dos urbanos. Evidentemente para todos os trabalhadores rurais que ingressassem após esta. Garantindo a expectativa de direito dos atuais. Tal como se espera que ocorra com os atuais contribuintes urbanos. Isto entre algumas medidas que precisam ser adotadas. Porque seja quem for o Presidente vai haver reforma. E todos inclusive os que estão discutindo embora discordem no fundo sabem que há mesmo necessidade de algum tipo de reforma. Que seja sobretudo eficaz. E respeite as expectativas de direito dos trabalhadores.
Descobri este texto na Internet. Achei equilibrado e realista. Nada de sensacionalismos e terrorismos como temos visto ultimamente. E que pelo visto foi puro jogo eleitoreiro. 08/10/2010 A previdência, os presidenciáveis e o novo Congresso (Vilson Antonio Romero*)
Em tempos eleitorais, os candidatos são pródigos em escamotear da sociedade em geral suas efetivas propostas sobre assuntos espinhosos. Dificilmente algum candidato que pretenda cativar a maior parte do eleitorado admite qualquer medida que possa colocar em risco o voto que pretende granjear para si ou sua legenda. Entre estes assuntos, em especial no debate presidencial, os candidatos que emergem para o segundo turno - um tucano e uma petista – fogem de toda e qualquer “saia justa” envolvendo sua posição acerca de eventual reforma do sistema previdenciário brasileiro.
Numa breve pesquisa nos portais eletrônicos das candidaturas remanescentes (http://www.dilma13.com.br e http://www.serra45.com.br) pouco conseguimos captar com clareza sobre o que propõem em seus programas de governo.
O tema é por demais preocupante, primeiro para todos os que estão trabalhando em ocupações formais ou não, depois para aqueles que já se aposentaram e cujo dinheirinho mensal depende dos cofres governamentais.
No site petista, há uma manchete dizendo que “é mentira que Dilma vai fazer uma reforma da previdência e vai prejudicar os aposentados”. Segue a notícia: “Dilma Rousseff já disse em várias entrevistas que não vai fazer a reforma previdenciária, até porque a previdência está quase equilibrada. Existe um pequeno déficit, devido basicamente à aposentadoria rural - que, como determina a Constituição, é concedida mesmo que o trabalhador não tenha contribuído para a previdência. (...) O Brasil vive hoje o chamado “bônus demográfico”, ou seja: a população que trabalha e contribui é bem maior do que a população dependente (crianças e idosos).” Conclui o texto: “Então, nada de grande reforma como as do passado, muito menos para prejudicar os aposentados”. Vejam bem: “grande reforma”. Na busca de pistas sobre o posicionamento, voltamos uns meses no tempo e achamos uma entrevista à rádio CBN onde a já pré-candidata defendeu em um “ajuste sistemático” da previdência Social em vez de uma reforma previdenciária.
Pelo lado tucano, a declaração oficial é “quem já trabalhou e ajudou a desenvolver o nosso país merece todo o nosso respeito”. A primeira promessa, sem dizer de onde vão sair os recursos é de “aumentar aposentadorias e pensões do INSS em 10%”. E mais adiante avisa que “para assegurar a sustentabilidade do sistema previdenciário, pretende fazer uma reforma que atinja aqueles que vão entrar no mercado de trabalho daqui a dez anos”.
Num encontro promovido por sindicalistas em SP, o tucano disse que seria mais favorável a uma mudança no critério de idade mínima do que a uma alteração no valor do pagamento das aposentadorias.
Como se vê, não há ainda propostas, só “balões de ensaio” neste terreno pantanoso de mudanças no sistema de seguro social, sempre atacado, vilipendiado e acusado de ser causador de desequilíbrio nas contas públicas. Apesar de sabermos que há dinheiro sobrando nas burras federais.
As dúvidas são muitas, mas há uma certeza. Qualquer mudança do gênero no campo previdenciário tem que passar pelos corredores do Congresso Nacional. E sobre isto, há um dado que pode ser bom ou ruim. Depende do ponto de vista. A base aliada de um possível governo de coalisão em torno da petista será 13% maior que a eleita quatro anos atrás. Os governistas teriam 402 deputados federais, número muito superior aos 60% necessários para aprovar emendas constitucionais. Isto na Câmara dos Deputados.
Já no Senado que era um eterno empecilho ao governo que finda, a situação melhorou muito. A continuidade de governo da atual coligação terá 52 senadores a seu favor contra 26 opositores e três independentes. Ou seja, domínio de 64% das cadeiras.
Um eventual governo tucano enfrentará dificuldades para aprovar maldades contra trabalhadores e servidores públicos. Já um governo petista “dará as cartas e jogará de mão”, tanto para maldades quanto para bondades. Quem sobreviver aos tempos das urnas, verá!!!