SEGURO POUPEX, INVALIDEZ FUNC. PERMANENTE TOTAL.
sou militar, estou de licença medica há dois anos e meio, doença grave. tenho segura poupex, D. mas só vejo relatos de pessoas dizendo que não recebem o valor do seguro após a reforma. gostaira de saber se alguem já conseguiu receber o seguro, e quais as condições pra fazer jus, no caso Invalidez Funcional Permanente total por doença. minha intenção é cancelar a apólice, devida as noticias serem todas negativas.
Caro Renato, o seguro da poupex para fins de indenização por acidente ou doença grave é "a maior enganação aplicada aos militares". Quem gerencia o seguro e toma as decisões é uma empresa terceirizada, a Bradesco Seguros. A politica aplicada é simples: muita propaganda dentro dos quartéis (lugar ideal para impor "goela abaixo" os ditames que bem entenderem!) com a publicação em folhetins (noticiário do exército) e folderes com fotos de militares recebendo suas indenizações. Só não divulgam que essas indenizações pagas possuem um valor irrizório, quase ridículo. Observe que na sua apólice o valor referente a indenização por doença e/ou acidente possui a expressão "Até R$.....". Renato, eu não conheço nenhum militar, mas nenhum mesmo que tenha sido indenizado na totalidade do valor constante na apólice, eles sempre darão um jeito de pagar pouco ou não pagar, a bradesco foi contratada para isso, quanto menos indenizarem, melhor. Sugiro-te que não canceles a tua apólice, usufrua do teu direito, procure a orientação de um advogado e entre com uma ação na justiça, atualmente é a única maneira de se obter êxito com esse pessoal da poupex. Procure divulgar o seu caso para o maior número de pessoas possível, é preciso transparencia na hora de se oferecer um seguro. Abraço, talles
Tudo que o F GOBERTINI éa mais pura verdade.
Fui acomedido por doença capitulada em lei,sendo reformado com posto acima e mesmo assim a poupex NÃO RESPEITOU a decisão da junta médica. Contratei o seguro em 2008,categoria "D"(Onde dizia que acidente ou reforma por doença eu teria o resgate do seguro),mas quando precisei de fato a surpresa:"NÃO TEM DIREITO".Foi revoltante,mas mesmo assim entrei na justiça para que seja pago o seguro que tantos anos eu paguei com ou sem emprestimo! Espero lograr exito e assim que sair a decisão do juiz eu retorno aqui e os informo.
19 DE MARÇO DE 2011 FHE-POUPEx ENVOLVIDA EM ESQUEMA DE EMPRÉSTIMOS FRAUDULENTOS DE ASSOCIAÇÃO DE JUÍZES FEDERAIS Juízes acusam juízes por fraudes em empréstimos Uma investigação conduzida por juízes federais encontrou indícios de que um grupo de magistrados participou de uma fraude que desviou dinheiro de empréstimos concedidos pela Fundação Habitacional do Exército. Documentos da investigação realizada pela associação que representa os envolvidos, obtidos pela Folha, revelam que entre os beneficiários dos empréstimos estão associados fantasmas ou usados como laranjas. Para que fossem fechados os contratos de empréstimos, segundo a investigação feita sob sigilo, foram falsificados documentos num período de cerca de dez anos. A Fundação Habitacional do Exército é uma entidade privada ligada à Força, mas que também oferece empréstimos a servidores de governos e do Judiciário. Entre 2000 e 2009, a Ajufer (Associação dos Juízes Federais da 1ª Região), segunda maior entidade de juízes federais do país, assinou 810 contratos com a fundação. Segundo a apuração, cerca de 700 foram fraudados. Nesse período, ao menos 140 juízes tiveram seus nomes usados várias vezes sem saber, entre eles o próprio presidente da associação, Roberto Veloso, eleito em novembro. "Meu nome foi usado fraudulentamente cinco vezes", disse ele à Folha. Apenas 40 magistrados admitiram ter contraído os empréstimos. Cheques da associação foram sacados na boca do caixa e depositados em outras contas bancárias, para dificultar o rastreamento do dinheiro desviado. Foram feitos depósitos em nome de construtoras, de concessionária de veículos e, suspeita-se, para um agiota, que negocia ouro e joias. O esquema foi descoberto em 2009, quando um oficial do Exército reconheceu o nome de uma parente entre os beneficiários dos empréstimos e a procurou para saber se ela enfrentava dificuldades financeiras. A juíza não sabia da falsa dívida. "Não há nada que me desabone", afirma ex-presidente de entidade O juiz Moacir Ferreira Ramos, 52, ex-presidente Ajufer, diz que não recebeu cópia do relatório da sindicância. "Eu pedi por escrito. Tenho interesse de obter essa informação, que me tem sido sonegada. Como posso exercer o contraditório?" "Quem elaborou não tem isenção. Eu não me isento de responsabilidade. Renunciei à presidência da Ajufer e à reeleição. Não quis voltar a trabalhar [como juiz] para não desgastar a imagem da magistratura", afirma. Ramos pediu aposentadoria. "Eu lamento, não queria passar por essa situação." FOLHA DE SÃO PAULO - Congresso em Foco
31 DE MARÇO DE 2011 POUPEX: "NUNCA VI COISA TÃO SÉRIA", DIZ CORREGEDORA SOBRE ESQUEMA DE EMPRÉSTIMOS FRAUDULENTOS 'Nunca vi coisa tão séria', afirma ministra sobre fraudes de juízes
Ricardo Lima/Folhapress FREDERICO VASCONCELOS "Em 32 anos de magistratura, nunca vi uma coisa tão séria", diz a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, ao falar das investigações que descobriram um esquema de empréstimos fictícios comandado por magistrados. "O caso me deixa preocupada, porque está caminhando para a impunidade disciplinar. Mas é emblemático. É muito grave e deixa à mostra a necessidade do Poder Judiciário se posicionar", diz. Os desvios patrocinados por um grupo de juízes federais a partir de empréstimos concedidos pela Fundação Habitacional do Exército foram objeto de investigação dos próprios magistrados. Reportagem da Folha revelou que contratos foram celebrados em nome de associados fantasmas da Ajufer e juízes que desconheciam ter feito qualquer empréstimo. Documentos mostram que, de 2000 a 2009, a Ajufer (Associação dos Juízes Federais da 1ª Região) assinou 810 contratos com a fundação. Cerca de 700 foram fraudados. Ao menos 140 juízes tiveram os nomes usados sem saber, aponta apuração da própria Ajufer.
Folha - Como começou a investigação na corregedoria? Eliana Calmon - Tive conhecimento com a ação de cobrança. Chamei o dr. Moacir. Ele me disse que tinha havido vários empréstimos e que colegas não pagaram. Chamei a presidente que o antecedeu, dra. Solange [Salgado]. Então, tive ideia dos desmandos na administração da Ajufer.
Quem mais foi ouvido? Conversei com o general Burmann [Clovis Jacy Burmann, ex-presidente da fundação do Exército]. Ele me disse que a única pessoa que cuidou dos empréstimos foi o dr. Moacir. Voltei a ele, que me disse tudo. A partir da hora em que ele me confirmou que tinha usado indevidamente o nome dos colegas eu não tive a menor dúvida.
Ele admitiu a fraude? Ele admitiu tudo. E que os antecessores e diretores da Ajufer não participaram
O que a levou a determinar o afastamento do juiz [decisão suspensa pelo STF]? Os juízes estavam nervosíssimos. Um queria dar queixa na Polícia Federal, o outro queria entrar com uma ação. Teve juiz que chegou a dizer que ia mandar matar o dr. Moacir. Enfim, eu teria que tomar uma posição.
O que a sra. temia? Meu temor é que ele ocultasse provas ou fizesse incursões. Ele mandou me entregar uma mala de documentos. Os juízes auxiliares ficaram estupefactos de ver os os contratos, empréstimos de R$ 300 mil, R$ 400 mil. Causou muita perplexidade encontrar talonários de cheques já assinados pela presidente que o antecedeu.
Por que o TRF-1 não afastou o dr. Moacir, em janeiro, com base na investigação? O corregedor votou pelo afastamento, mas o tribunal entendeu que era injusto afastá-lo e não afastar os demais envolvidos.
Alguns juízes temem que haja impunidade. Doutor Moacir era uma pessoa muito simpática e o tribunal tinha dele o melhor conceito. Ficam com "peninha" dele. "Coitadinho dele". Não é coitadinho, porque ele fez coisa gravíssima.
Entre os suspeitos há algum desembargador? Há ao menos um desembargador envolvido, tomou empréstimo alto, me disse dr. Moacir, e não pagou.
Caro Renato e demais colegas
Conforme sugerido por F Gobertini, devemos ir atrás dos nossos direitos, conheço um advogado muito bom, eximio conhecedor dos direitos militares, que já conseguiu reverter diversas ações referentes ao seguro Poupex.Gostaria de compartilhar o endereço do escritório e e-mail para maiores informações.Espero colaborar com os senhores.
Segue dados abaixo:
E-mail:[email protected]
Tel:3791-9200
Endereço: Rua Conchita 118 - Horto Florestal.
Olá, Renato!
Não cancela sua apólice. Mas tenha pressa: você tem 1 ano, contado a partir da data do sinistro (reconhecimento da incapacidade definitiva para o serviço militar) para reclamar a indenização securitária do FAM. De fato, a seguradora responsável pelo pagamento não tem efetuado o pagamento do valor integral da cobertura prevista na apólice, e tem aplicado a circular da SUSEP, atribuindo percentuais de invalidez ao segurado.
Esse comportamento já foi refutado pelos Tribunais de todo o país.
Ajuize uma ação de cobrança, contra a seguradora. E fique tranquilo: a lei protege você!
Um grande abraço!
PREZADA Dra. ELEN C. CAMPOS.
Fui reformado em 2009 por invalidez total e permanente por doença, dei entrada no seguro da poupex e ganhei um NÃO. È muito revoltante vc paga um seguro por anos pensando que está segurado e guando precisa recebe uma decepção desta. O meu erro foi deixar passar 01 ano pois não tinha esta informação que prescreveria. Tem alguma forma de entrar na justiça ainda contra a seguradora? Desde já meus agradecimentos.
Caros companheiros,bomdia!
Fui também reformado por doença capitulada em lei e dei entrada no seguro POUPEX e me deram um NÃO.A princípio fiquei muito descontente e iria até cancelar o seguro,mas graças a Deus tive a conciência de buscar meus direitos na justiça. Entrei com uma AÇÃO CÍVEL e o Juiz reconheceu meus direitos e condenou a POUPEX a pagar o meu seguro! Não sou adivogado e sim uma vítima desse seguro.Quem quiser maiores esclarecimentos do meu processo eu posso enviar por email a DECISÃO do Juiz .
Olá, Militarm!
Infelizmente, a maioria dos militares não conhece os direitos que possuem. Vocë disse que foi reformado por invalidez total e permanente por doença, certo? Mas apenas para analisar as possibilidades do seu caso, vocë poderia me esclarecer alguns pontos? * A sua reforma se deu com base no artigo 110 da Lei 6.880/80? * A Administração Militar reconheceu a relação de causa e efeito entre sua doença e o serviço militar? Se for possível, poderia me encaminhar a página do Diário Oficial que publicou a sua reforma?
Um abraço,
Prezada Dra. Elen C. Campos
quanto as perguntas da Sra: A reforma se deu sim na lei 6.880/80, fui reformado com proventos de 2 ten. E a doença não tem relação de causa e efeito com o serviço. mas ela é uma doença crônica não tem cura.
Lhe enviarei a portaria que saiu a minha reforma.
Desde já meus agradecimento pelo tempo que estou lhe tirando.
Olá, Militarm!
Me passe seu e-mail, para que eu possa entrar em contato com você.
Um abraço,
Dra. Elen C. Campos [email protected] www.chbadvogadosmilitares.adv.br
Renato Bezerra não fica preocupado pois passei dois anos de licença medica, apos isso fui reformado, e o poupex disse que quando saísse no diário oficial a minha reforma eu poderia dar entrada, e com seis meses depois saiu no diário oficial da união ai eles me enviaram via correios todas as papeladas que o meu medico tinha que preencher, e ai eu enviei os documentos preenchidos o histórico da minha doença e xerox de todos documentos meus e eu enviei de volta via correios e com um mês recebi minha indenização que em 2007 era +- R$ 30,000.00 reais.
Caros colegas. Estou com o mesmo problema com a Poupex pois tenho o devido seguro por invalidez funcional permanente e total por doença o qual, me foi negado. Fui reformado com base na Lei 6.880, de acordo com: * art. 104, inciso II * art. 106, inciso II * art. 108, inciso VI * art. 111, inciso II Traduzindo, incapaz definitivo para o serviço militar, não pode prover meios, não pode exercer atividades civis, não é alienação mental, não é doença especificada em lei. Detalhe, fui reformado por problemas neurológicos (cavernoma cerebral = má formação venosa) e problemas psiquiátricos (depressão grave). Agora eu questiono aos colegas, o que devo fazer com relação a Poupex?
meu amigo meu nome é clever chagas soldado do exército eu tive perda de 50% de minha capacidade meus dois joelhos com o mesmo grau e a poupex não pagou nada pra mim estou entrando com uma ação judicial contra a poupex pois eu pago o seguro desde março do ano de 2000 e quando precisei me disseram que eu tinha passado o prazo para pedir o seguro e dai se passou minha perda na locomoção nunca vai passar e ainda pode piorar..sem falar que eles não falam nada sobre o seu direito do seguro e quando vc pede eles ainda tem a cara de pau de falar obrigado;ve se pode então te aconselho a fazer igual a mim processo neles para receber oque vc perdeu ou amenizar como no meu caso o sofrimento beleza um abraço.
A FHE (quem administra a Associação de Poupança e Empréstimo Poupex - APE/Poupex) foi criada pela Lei Federal nº 6855 de 18 de novembro de 1980 e é SUPERVISIONADA (diferente de comandada) pelo Comando do Exército (art. 1º).
Pela citada lei o Estatuto da FHE deve ser APROVADO pelo Presidente da República conforme parágrafo primeiro do art. 1º , existindo, contudo, uma delegação através do Decreto de 24 de maio de 1994 (decreto sem número) do Presidente da República para o “Ministro do Exército” (isso antes da criação do Ministério da Defesa) e a contratação de seus funcionários deve-se dar por meio de concurso público (art. 20).
Porém, a FHE atualmente constitui-se em uma instituição utilizada como cabide de emprego para oficiais R/1 e seus parentes e para atender interesses privados dos Oficiais Generais da ativa e da reserva conforme mostrado na matéria da ISTOÉ intitulada "Caserna de Luxo"(07mai2010).
Mesmo havendo o comando legal para a realização de concurso público (art. 20 da L. 6855/80) já se passaram mais 31 anos sem que tal concurso tenha sido realizado e por tal motivo é que foi possível a FHE tornar-se um FEUDO dos oficias da reserva do Exército facilitando aos mesmos, inclusive, a contratação de seus parentes nos diversos escritórios espalhados pelo Brasil.
Na prática os Generais da reserva são erradamente nomeados como diretores e presidentes da FHE pelo Comandante do Exército, pois a Lei 6855/80 diz que é atribuição do Presidente da República (art. 5º), atribuição já delegada conforme já descrito acima ao Ministro do Exército à época (antes da criação do Ministério da Defesa em 1999), mas que agora só pode ser exercida pelo Ministro da Defesa (parágrafo único do art. 84 da CF/88).
Os Generais utilizam a FHE como se fosse uma extensão do próprio Exército exercendo seu poder de mando e influência junto aos comandantes dos quartéis, obrigando os militares a participarem de palestras proferidas por oficias aposentados representantes da instituição e inclusive quase que obrigando os alunos das escolas militares (AMAN e EsSA/EsLog) e os soldados recém engajados a se filiarem à instituição.
Chega-se ao absurdo de haver um oficial da ativa em cada quartel, designado em boletim interno, para representar os interesses privados da FHE dentro dos quartéis acumulando esta atribuição às suas atribuições normais da caserna, ou seja, o oficial não é cedido (colocado à disposição) da FHE na forma do art. 23 e ainda é obrigado a representá-la dentro do quartel.
Uma coisa hilária que pode ser observada ainda sobre a FHE é a aprovação da tabela de remuneração dos servidores da referida fundação conforme descrito no art. 21. Alguém já ouviu ou viu quanto ganha os servidores (oficias R/1) que trabalham na FHE ? Já viram a publicação no D.O.U de alguma aprovação pelo presidente da República da tal tabela remuneratória ? Se alguém achar tal publicação e postá-la aqui no fórum eu prometo que publico os meus dados pessoais aqui no fórum para deleite dos arapongas de plantão !
Resumindo: 1- O Comandante do Exército não tem competência para nomear os Diretores e Presidente da FHE, mas sim o Presidente da República (art. 5º Lei 6855/80) e caso o Presidente delegue, o Ministro da Defesa (parágrafo único do art. 84 da Constituição Federal), já que não há mais Ministro do Exército;
2- Não ocorreu até hoje concurso público para a ocupação dos cargos que não são de confiança (art. 20 Lei 6855/80);
3- O estatuto ainda não foi aprovado pelo Presidente da República e sim através da Portaria Nr 21 do Comandante do Exército publicada no Boletim do Exército nº04, de 30 de janeiro de 2009, que usurpou a competência do Presidente da República ao publicar tal estatuto, pois a Lei determina que é atribuição do Presidente (art.1º,§1º da Lei 6855/80) delegável ao MINISTRO DA DEFESA, conforme já dito ao longo do texto.
Ficam postas as informações para deleite ou choro dos associados da FHE/Poupex !
POUPEX
Fez um convênio com o TRF 1ª Região onde comprou 235 juízes e desembargadores, quem entrar contra a União(FFAA) pede, já viu algum militar que ingressou e levou alguma coisa? A ministra fez a denuncia comunique aos colegas que mistériosamente perderam em seus processos para reabri-los novamente, são apartamentos p/ o TRF 1ª Região e para os parentes de todos os juízes e desembargadores, medalha amigo do EB, churrascos, os afagos são faraônicos e milionários. e um pequeno detalhe, esse TRF 1ª torna-se impedido de julgar qq causa contra a União(FFAA). Ele passou a ter interesse na causa. Lei 9788/99 arts: 18 e 19