Solução para polêmica do Exame da OAB

Há 14 anos ·
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Gente, se todos os bacharéis do Brasil, boicotarem, ao menos uma vez, as inscrições para o Exame da Ordem, a própria OAB irá desejar que o STF julgue logo a Ação Civil que esta em curso.

O Exame é necessário.

Mas sejamos coerentes, pois do jeito que é aplicado é injusto com os bacharéis.

Se for aprovado na primeira fase, seguirá para a segunda. Mas se não conseguir ser aprovado na segunda fase, terá que voltar a fazer tudo de novo.

Acredito que o mais coerente seria: se aprovado na primeira fase, pronto, não fará mais a primeira novamente, terá a liberdade de prestar para a segunda, até, no Exame seguinte.

Sei que as criticas irão surgir, mas peço que sonsiderem os valores que a OAB arrecada...R$ as cifras são altas.

159 Respostas
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Cavaleiro do Apocalipse
Há 14 anos ·
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O exame de ordem foi imposto pelo Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República. Não pela OAB.

Cavaleiro do Apocalipse
Há 14 anos ·
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Não tenho interesse em saber quantos pontos você fez nem nada de sua vida pessoal.

CHAPA QUENTE
Suspenso
Há 14 anos ·
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Ao Nobre Colega Pedrão e extensivo a todos é claro - No meu humilde escrtório, trabalham 4 estagiários e meio. digo meio, pois "o meio" não é de levar as coisas muito a sério, tanto é que é um vaselina daqueles, mas é um rapazote muito bom e divertido, mas não leva lá as coisas muito a sério, como já o disse. Os quatro, que são hiper responsáveis, estudiosos e dedicados, não obtiveram êxito agora na 1ª fase...Adivinhem quem passou e com uma certa folga...êle, sim, "o meio". E agora? Durmam com esse barulho!!!!

CHAPA QUENTE
Suspenso
Há 14 anos ·
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Pedrão, desculpe-me por alguma coisa, ok? Espero não te-lo ofendido ou faltado-lhe com respeito, mas aqui só prá nós...Aqueles "uns", dirigentes da OAB, que diga-se, não são todos...caindo, que vai cair, o exame de desordem, cairão todos os "uns". Quem viver verá. E com certeza, voce vai estar vivo, e aqui estaremos conversando novamente. Agora...Pedrão, sinopse é coisa de preguiçoso, valeu?

Cavaleiro do Apocalipse
Há 14 anos ·
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Como já disse, nunca indiquei sinopse para ninguém.

Eis um exemplo:

jus.com.br/forum/207722/2/indicacao-de-livros/

Mateus Adv.
Advertido
Há 14 anos ·
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Quando o exame cair, a democracia melhorará ?

Se o exame cair, a democracia piorará ?

Ou não tem nada a ver ?

Cavaleiro do Apocalipse
Há 14 anos ·
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has jr.
Há 14 anos ·
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Toda empresa busca um selo de quaficação para ser reconhecida no mercado, demonstrando assim sua eficiência, idoneidade, etc. Pois bem, o exame da ordem é uma maneira de valorizar a classe. Acho que devemos olhar por esse lado.

Outra coisa, se compararmos com provas para promotor de justiça, juiz, defensor, delegado, etc... a prova da OAB é brincadeirinha de criança.

Para de chorar e estuda!

Fergus
Advertido
Há 14 anos ·
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Pedrão, uma dúvida, em uma audiência você costuma consultar suas "Sinopses" antes ou no momento dos debates...?

Cavaleiro do Apocalipse
Há 14 anos ·
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Mané.

Carlos Alberto F. B.
Há 14 anos ·
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Aí eu pergunto: O QUE TEM QUE FAZER COM UMA PESSOA DESSAS?

Reportagem do portal IG.

Candidatos à OAB escrevem "perca do praso" e "prossedimento"

Ordem dos Advogados mostra erros que considera graves para justificar que bacharéis em Direito não devem ser advogados

“Perca do praso”, em vez de perda de prazo. “Prossedimento”, e não procedimento. “Respaudo”, em lugar de respaldo. “Inlícita”, e não ilícita. Erros de português como estes foram constatados no primeiro exame de 2011 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio do qual os diplomados em Direito buscam aprovação para poder exercer a advocacia. Por causa disso, a entidade defende a manutenção da prova de habilitação para os futuros advogados como obrigatória. Em breve, o assunto deverá ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No ano passado, nove em cada dez candidatos ao exame unificado da OAB foram reprovados. Os resultados não deixam dúvida sobre a formação deficiente dos bacharéis em direito – ou pelo menos sobre como eles estão aquém das exigências da entidade.

A Agência Brasil teve acesso a partes das provas do primeiro exame de 2011 da entidade. Os erros não se restringem à falta de domínio da língua portuguesa. Os inscritos também desconhecem noções elementares de direito e sobre a formação do Estado brasileiro.

Em uma das questões da provas, um candidato responde que o o juiz do Trabalho não pode “legislar sobre falência”. Em outro trecho, o inscrito mostra que ignora o mais alto cargo do Judiciário, o de ministro do STF. A petição simulada na prova pelo candidato é dirigida ao “Exmo. Sr. Desembargador do Supremo Tribunal Federal”. No entanto, não há desembargadores no Supremo.

Para a OAB, estes erros dos candidatos mostram que é preciso uma seleção mínima para que os diplomados em Direito possam exercer a advocacia, diz o vice-presidente da Comissão Nacional do Exame da Ordem e coordenador da comissão de elaboração do Exame da Ordem Unificado, Luís Cláudio Chaves. “O advogado lida com a liberdade, com o patrimônio, com a questão sentimental em um processo de família. Se essa pessoa fizer mal a alguém [por falta de competência profissional], se alguém for preso pela sua baixa qualificação, como se remedia isso? ”

O questionamento sobre a legalidade do exame da OAB chegou ao STF por meio de uma ação impetrada pelo bacharel João Antonio Volante. A ação tem como relator o ministro Marco Aurélio Mello. Na semana passada, o parecer do Ministério Público Federal (MPF) sobre o assunto causou polêmica nos meio jurídicos: o subprocurador-geral da República Rodrigo Janot considerou o exame inconstitucional e argumentou que não cabe a OAB selecionar.

“Se fosse um concurso com restrição de vagas, poderia haver questionamento da constitucionalidade, mas estamos procurando aptidões”, assinala Chaves. “Isso existe até em funções não intelectualizadas. Um motorista, por exemplo, precisa de uma carteira de determinado tipo para dirigir profissionalmente.” Para ele, é melhor que a OAB submete os bacharéis à prova do que constatar o despreparo durante o exercício profissional.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/candidatos+a+oab+escrevem+perca+do+praso+e+prossedimento/n1597108384791.html

Carlos Leite
Há 14 anos ·
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Deus nos livre de alguém conseguir sequer minimizar as dificuldades das questões....na atual conjuntura, o exame é a única garantia de que não teremos um monte de analfabetos com Carteira da Ordem se dizendo Advogados.... DEUS NOS LIVRE!!!!!

Deve continuar, e com grau de dificuldade cada vez maior.....assim, aqueles que operam "IPHONE", e-mails, e outras modernidades, mas que NUNCA leram um livro, saberão que não são tão "modernos" assim, pois advogar não é fingir que sabe, é sobretudo, ter consciência de que nada sabemos...

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Carlos Aberto, não precisa tanto né, nem todos fazem isso....

Carlos Leite
Há 14 anos ·
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Tem razão amigo....fui um pouco exagerado...mas, é mais ou menos isso.....

Fergus
Advertido
Há 14 anos ·
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Prezado Carlos Leite,

Analfabeto não se forma em Direito quiçá é conhecedor de sua assinatura, sua própria identificação!

Somos advogados com a carteira da OAB ou sem ela e o que fazemos aqui é nada mais que discutir o Direito com excelência, o que você não é capaz, suponho.

Por enquanto estamos impedidos de exercer com liberdade nosso ofício, mas está por um fio essa questão, independentemente do resultado que aguardamos do STF a luta continuará, novos conceitos e interpretações surgirão e estaremos aqui ou numa uma sala de audiência, numa mesa de reunião, nos corredores de Fórum, numa Delegacia, num bar, num ônibus, metrô (etc) discutindo sobre ele, o Direito.

Gostaria de ver sua atuação em sala de audiência (etc), será que é tão louvável assim!

Para finalizar, permita-me fazer alguns esclarecimentos sobre a designação de “Analfabeto” aos Bacharéis em Direito feito de maneira infeliz por você.

Analfabeto, segundo Aurélio: “...o analfabeto é o indivíduo que ignora o alfabeto...”

Semi alfabetizado, também segundo Aurélio: “...aquele que sabe ler mas não sabe escrever corretamente...”

Analfabeto Funcional: “...uma pessoa que, mesmo sabendo ler escrever frases simples, não possui as habilidades necessárias para satisfazer as demandas do seu dia a dia e se desenvolver pessoal e profissionalmente...”

Contudo esse termo se contradiz com o próprio conceito de analfabeto (um indivíduo que não consegue ler ou escrever algo simples) como o mesmo será analfabeto funcional?

O termo mais adequado é alfabetizado com problemas de letramento, pois o mesmo sabe ler e escrever, mas tem dificuldades em interpretar textos e formular idéias de modo coerente e lógico. (frize-se)

Assim, meu caro, que Deus nos livre de um profissional com a sua envergadura, pois estamos diante de um alfabetizado com problemas de letramento. (sem maiores comentários)

Cavaleiro do Apocalipse
Há 14 anos ·
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Artigo: Cuidado Brasil, querem acabar com o Exame de Ordem

Teresina, 01/08/2011 - O artigo "Cuidado Brasil, querem acabar com o Exame de Ordem" é de autoria do presidente da OAB do Piauí (OAB-PI), Sigifroi Moreno:

"A Constituição Federal apregoa que o exercício das profissões fica a cargo da regulamentação que a lei lhe impuser. Na esteira de tal entendimento, a Lei 8.906/94 determina que o ingresso nos quadros da OAB dê-se após a aprovação em exame de proficiência, o chamado Exame da Ordem que, de há muito, vem sendo aplicado com reflexos bastante positivos para a Advocacia e para a sociedade.

Ao longo dos anos, o exame vem permanentemente se aperfeiçoando, tanto que abandonamos um modelo mais complexo - onde tínhamos, por exemplo, a sustentação oral como uma das etapas ou, ainda, quando o exame era aplicado de forma diferenciada e isolada por cada uma das Seccionais da OAB no país - para modelos mais objetivos e seguros, o que nos permitiu alcançar - o que para muitos seria impossível - o exame nacionalmente unificado.

Hodiernamente, o Exame de Ordem é aplicado no mesmo dia, nas mesmas condições e sob as mesmas regras, a partir de uma prova única que é elaborada por uma instituição de gabarito e respeito nacional e internacional, como a Fundação Getúlio Vargas. Não se trata de um concurso com número limitado de vagas, nem de disputa entre concorrentes, mas de uma simples averiguação quanto à correta formação acadêmica acumulada ao longo de cinco anos da graduação.

Tal modelo, como era esperado por alguns, desvendou um quadro deveras preocupante: o ensino jurídico no país passa por um sério problema no que tange à sua qualidade. A partir de resultados objetivamente aferidos pelo Exame de Ordem, aplicado de forma isenta e em âmbito nacional, tornou-se possível a identificação de quais instituições de ensino superior que não conseguem atingir índices satisfatórios de aprovação.

Outra conseqüência do exame nacionalmente unificado foi a iniciação de um movimento que busca a sua extinção, capitaneado por grupos de bacharéis que, de forma isolada, não conseguem lograr êxito no mencionado teste. Causa-nos perplexidade o fato de tal movimento ser gestado justamente no seio de quem é mais prejudicado com toda essa situação: parte do alunado. Mencionamos parte porque, segundo pesquisa aviada pela Fundação Getúlio Vargas, 83% dos examinandos apóiam a realização do exame.

A realidade que se impõe nos mostra que grupos empresariais "educacionais", à revelia de qualquer preocupação com a qualidade do ensino, buscam freneticamente a abertura de novos cursos ou a majoração da quantidade de vagas em curso de Direito com o escopo único de obter ganhos financeiros, fato este que não tem despertado a atenção do Ministério da Educação que, em política equivocada, permite a abertura de novos cursos com base em critérios pouco rígidos de avaliação. No fim da cadeia perniciosa, o aluno mal formado não logra aprovação no exame e, na busca do mais fácil, pleiteia a sua extinção.

Não há como se admitir o ingresso no mercado de trabalho de profissionais sem a devida formação acadêmica e sem a necessária postura ética. A sociedade não pode ser defendida por quem não tem o preparo técnico suficiente, pois tal importaria em afronta a um dos princípios basilares da nossa Constituição, qual seja o da ampla defesa. O Estado, preparado, acusa, através do Ministério Público. Também competente, julga, através do Magistrado. E o cidadão fica com a defesa acanhada. É isso que se pretende?

Após os Contadores conseguirem a criação, também por lei, do seu exame de proficiência, podemos acompanhar uma série de outras iniciativas no âmbito do Congresso Nacional, por parte das demais instituições profissionais, buscando a criação dos seus. Tramita no Senado da República projeto de lei que busca a criação do exame de proficiência para todas as profissões. Enquanto isso, alguns, na contramão da história, defendem o fim do Exame de Ordem.

Para a OAB, numa análise meramente corporativa, seria muito interessante o imediato ingresso nos seus quadros de algo em torno de dois milhões de bacharéis. A instituição teria um aporte de receitas considerável, advindo das inscrições e serviços prestados, além do que a Ordem tornar-se-ia uma das instituições que mais agregam filiados no país, com forte influência no campo político-institucional, por exemplo.

Mas tais argumentos não a atraem. Deve falar mais alto o respeito à sociedade e a boa formação dos profissionais do Direito. Portanto, cuidado Brasil, pois estão querendo acabar com o Exame de Ordem".

http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22381

Carlos Leite
Há 14 anos ·
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Sr. "Fergus", mantenho in totum tudo o que disse, acrescento apenas que conheci mais um "analfabeto funcional letrado": você.......

Fergus
Advertido
Há 14 anos ·
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Vamos acalmar os ânimos por aqui, que tal uma pequena reflexão voltada a nossa Pátria, vale a pena a leitura, cada um fique com a interpretação que melhor lhe convier...

"ORDEM E PROGRESSO"

Frase célebre em nossa bandeira, apesar de estampada escandalosamente, o escândalo vem justamente pelo não cumprimento das duas palavras.

Ordem pública é por vezes definida como um conjunto de preceitos que regem a sociedade. Pode-se dizer que para manter a ordem é necessário seguir as leis que foram “aceitas” pela maioria, ou que de certa forma foram impostas aos indivíduos. No entanto, também podemos observar que esse conjunto de leis tem como principal objetivo estabelecer as relações mútuas, determinando certa interdependência entre as pessoas.

O contraditório nessas definições está no fato de que ao mesmo tempo em que você estabelece a ordem em um país, em um outro a ordem se torna diferente. De forma universal, só os nomes que damos as várias situações, mas a forma como vemos certas coisas é diferenciada pelas barreiras estabelecidas através do nacionalismo exacerbado.

Nós, brasileiros, ou qualquer país em desenvolvimento que almeja estar entre os desenvolvidos, criticamos os que têm esse status. Não entendemos quando um país não quer perdoar a dívida externa, e falamos mal quando perdoamos a dívida de um país mais pobre. Não queremos um imperialismo, mas gostamos quando a cultura brasileira é espalhada pelo mundo. A ordem que queremos é somente para o nosso próprio modo de pensar.

E o progresso, tão bendito em dias escassos e de pobreza material, realmente o que experimentamos tem sido um progresso? Definimos como sendo uma marcha para frente, uma marcha supõe uma freqüência de passos. O desprezo pela vida humana, para que uma outra coisa tenha avanço é realmente considerada uma marcha para frente? Os passos humanos estão sendo marcados como sendo passos para o avanço comunitário ou para adiantamento de alguns interesses?

É interessante destacar a conceituação de progresso sociologicamente falando: “Acumulação de aquisições materiais e de conhecimentos objetivos no quadro de uma cultura; fenômeno que tem como condição as transformações da vida social e consiste num aumento de significado e alcance da experiência humana.”. A reflexão cabe no sentido de sabermos se as aquisições que temos de conhecimento estão aumentando o significado da existência humana, ou ainda se realmente progresso, individualmente falando, é isso. Se olharmos a situação atual, aquilo que é considerado progresso é totalmente o contrário da busca por um significado de experiência. Progresso hoje adquiriu a definição de perda do significado da existência para a busca única de satisfação de desejos alheios altamente questionáveis.

Ordem e Progresso, duas palavras que deveriam ser lembradas e refletidas quando pensamos em política, não somente na local, mas também mundial, na forma como vemos o mundo e também como o criticamos.

http://www.overmundo.com.br/overblog/ordem-e-progresso-2

J.A.LIRA
Há 14 anos ·
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Minha indignação é que todo exame realizado há sempre várias interpretações quanto à correção. Se entre os advogados não existe unanimidade no entendimento, porque exigir isso de nós?

J.A.LIRA
Há 14 anos ·
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Minha indignação é que todo exame realizado há sempre várias interpretações quanto à correção. Se entre os advogados não existe unanimidade no entendimento, porque exigir isso de nós?

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Há 8 anos
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