Conversa informal
Pronto, inaugurado o tópico. Assim aqueles assuntos paralelos, sem ligação com os tópicos correspondentes podem vir para cá.
Vini;
Os bares estão bem arrumados com estes "puritanos". Quem fuma será obrigado a fazer reuniões domésticas.
Quando eu retornar ao Brasil, podemos marcar uma reunião de queijos, enchidos e vinhos. Não espere que eu leve queijo e enchidos daqui, pois, caso me parem no aeroporto, ainda sou capaz de me sentar no chão e fazer uma fita (manha). Lol!
Abraços
Pedrão;
Estive a refletir sobre o que vc havia me dito quanto à publicação de livros. Talvez eu esteja a "comer moscas", apesar de continuar a entender que os livros técnicos não devem ser redigidos de ânimo leve, creio que poderia começar a ser um pouco mais audaciosa. Vejo tantos jovens, recém graduados, a publicarem livros e, desta forma, a se afirmarem no mercado de trabalho. Talvez seja um bom começo.
Estou a ponderar sobre a escrita de uma coleção de manuais de Direito Romano, começar pela parte geral, depois obrigações em geral, direitos reais, direito da família e, por útimo, direito sucessório, fazendo, em todoas estas áreas, uma comparação ao Direito brasileiro atual.
Creio que irei seguir a sua sugestão. Talvez comece a me dedicar a isto quando terminar o primeiro capítulo da minha tese. Mas, até chegar ao delitos e quase-delitos demorará um pouco.
Abraços
Elisete,
Seria um enorme prazer conhecer vocês pessoalmente!
Levo fácil uma meia dúzia de pacotes de queijo ralado (brincadeira...hehehe) e umas boas garrafas de vinho! rs
Hoje fui cortar o cabelo e, para matar o tempo, peguei uma revista qualquer e lá tinha uma reportagem sobre os bares e o cigarro.
Algumas “baladas” aqui de São Paulo arrumaram espaços nos terraços dos prédios para as pessoas poderem fumar sem "atrapalhar" ninguém. Resumindo, as pessoas (muitas nem fumam!) disputam espaços no terraço pois dizem que lá é um lugar mais agradável e mais fácil para arrumar “companhia”.
Porra, será que a pessoa que sai à noite para encher a cara e arrumar sexo sem compromisso está mesmo preocupada com a “saúde”?!
Abraços!
Elisete,
Pelo que eu já observei mesmo o livro sendo uma “merda”, só de publicar e divulgar, a clientela aumenta, e muito.
Tem um jurista aqui de Goiânia, que publicou uns livros de Direito Penal, provavelmente o pior do mercado, e agora muitos escritórios o procuraram para fazer Recurso Especial ou Sustentação oral.
Não que os advogados não saibam fazer, mas é que o nome de alguém conhecido subscrevendo a petição, segundo dizem, tem relevância. E eu acho que tem mesmo, agora, o motivo disso eu não sei. Será se o assessor resolve ler com mais atenção dependendo de quem assina?
Mas sobre os livros ruins, esse não é o seu caso. Pelo sua formação, tenho certeza que seu livro ficará entre os melhores. E estou falando sério. Os poucos livros de história do Direito que já li, não são escritos por doutrinadores que se dedicaram ao estudo da História, o que se pode verificar pela bibliografia (é uma pesquisa tão pequena. Alguns poucos livros, e desses, talvez uns dois apenas sejam de história).
Como você é apaixonada pela história, como Michel Foucault, deve continuar nesse caminho, e publicar vários livros.
Tenho certeza que um livro sobra à história do Direito Penal iria vender bastante.
Um conselho que eu dou é o seguinte: quando for escrever sobre o Direito Penal, procure apenas descrever como era, evitando os juízos de valor, pois os penalistas, por regra, não gostam dos punitivistas.
E história do Direito Civil também deve vender bem. Seria muito bom encontrar num único volume, bem compilado, informações sobre a História do Direito, de várias épocas e lugares.
E vários volumes para quem deseja uma pesquisa mais profunda.
Aliás, se você quiser se vender ao vil metal, um livro de História do Direito para Concursos é o ideal.
Só que se publicar esse último livro, data venia, mesmo sendo amigo eu vou ter que dispensar a leitura.
Pois é Pedrão;
Eu já havia pensado em publicar a minha dissertação de mestrado (com alguns retoques, é claro), no entanto, estive a ver as condições de publicação da RT (entre outras) e eles podem rejeitar trabalhos que não sejam vendáveis. A minha dissertação entendo ser interessante, porém, só teria utilidade para pesquisadores, não abrangeria os alunos da graduação. Por isso, pensei que se eu aproveitasse todas as informções que já tenho na dissertação, daria, tranquilamente, para escrever um manual de direito da família e um de direito das sucessões, bastaria desenvolver só um pouco mais (principalmente nas referências), as informações principais já as tenho.
Quanto ao Direito Penal, como já disse, de momento, estou apta a abordar nas obrigações em geral - Direito Romano, o delito e o quase-delito, nada mais.
Obrigada.
Abraços
Vini;
Estou a ver que, quando retornar, terei que retomar velhos hábitos: reunião com os amigos no meu micro ap, depois, lá pelas 4 ou 5 hs, cada um se ajeitava num lugarzinho aconchegante para dormir, no dia seguinte era só alegria: continuar aquilo que estávamos a fazer, ou seja, confraternizar. Pois é, confraternizávamos quase todos os dias, uma vez que em algum lugar no mundo deve ser feriado. Lol!
Abraços
Vini,
É tentador. Eu fui numa palestra do Pedro Lenza quando eu era estudante de graduação (não me lembro de qual período, acho que no segundo). Naquela época o seu livro ainda era publicado pela Editora Método, e ele não vendia como hoje.
Ele disse que quando publicou a primeira edição recebeu uma proposta de um escritório de São Paulo para ganhar R$ 10.000,00 por mês, mas que só com o livro e as palestras ele ganhava muito mais. Aí dispensou.
Em Brasília, os deputados estavam com saudade dos parentes.
"Na última sessão do ano na Câmara Legislativa, que ocorreu na noite de quinta-feira (15), os deputados distritais aprovaram um tema polêmico e que pode render ainda mais desgaste à imagem da Casa. Trata-se de emenda que oficializa o nepotismo cruzado. A proposta que permitirá a troca de cargos de confiança entre órgãos e poderes rendeu discussões entre os distritais, mas acabou sendo aprovada no apagar das luzes do ano legislativo".
http://www.edsonsombra.com.br/
Até que já pensei nisso, por vários motivos, mas não sei se tenho coragem.
Pelo menos não por enquanto, pois se eu fizer, serei igual àqueles que eu não tenho nenhuma admiração (salvo algumas exceções).
O que penso, hoje, é em publicar livros menores, sobre temas mais específicos. E já escolhi alguns assuntos.