Conversa informal
Pronto, inaugurado o tópico. Assim aqueles assuntos paralelos, sem ligação com os tópicos correspondentes podem vir para cá.
Pedrão,
Não, as matérias são muito diferentes.
Eu pretendo prestar apenas MP e magistratura (em qualquer estado). Dependendo do número de vagas e do lugar, talvez eu também faça alguns para a Defensoria.
Você pretende fazer esse concurso?
Dá para encarar Contabilidade? rs
Eu não sei NADA dessas coisas...
Cara, pelo pouco que eu te conheço, você parece ter um bom conhecimento nas matérias "básicas" que os concursos jurídicos exigem.
Você não acha mais vantajoso (e menos trabalhoso) estudar pelo edital do MP, por exemplo?
É um concurso que tem todo ano e em tudo quanto é estado.
A fase oral do MPSP começa agora em janeiro. Provavelmente teremos outro edital por aqui em breve...
Olá Pedrão!
O meu problema com a Grécia é que eu não posso apenas me basear na legislação existente, ou seja, de forma mais segura,o coerente seria partir de Sólon. No entanto, sabemos que os gregos, antes da legislação escrita, seguia os costumes e havia um grande temor aos deuses, inclusive, há autores que, com alguma precaução, utilizam aquele texto que lhe enviei do Hesíodo como sendo uma das primeiras menções à Lei.
Eu tenho alguns livros sobre o Direito grego que fazem referência a Dike, ou seja, mesmo na legislação grega há um fundo religioso.
De qualquer forma, obrigada, vou esperar a minha corretora ortográfica me devolver o livro "Diritto Greco Antico" que ela levou para fazer as traduções do grego que eu não havia conseguido fazer. Lá fala sobre a exposição e o abandono, aliás, muitas passagens daquele livro tem como base a Tragédia Grega.
Tás a ver o enrosco que é fazer uma tese? Lol!
Abraços
Pedrão;
Concurso para AFRF não cai apenas Direito, se prepara em contabilidade que, pelo menos há algum tempo atrás, é uma parte substancial da prova.
Meu pai era AFRF, sempre que havia provas ele trazia para mim o caderno de perguntas (isso há uns 20 anos atrás), ele sonhava que eu entrasse para a RF.
Boa Sorte!
Este concurso é um dos que vale a pena.
Abraços
Elisete,
Posso imaginar a complexidade de escrever uma tese, ainda mais com ilustres orientadores.
Lembro-me de um professor que fez Mestrado na USP. Ele disse que no primeiro dia de aula o orientador lhe falou: “se você não ler estes livros eu nem vou avaliá-lo”, e esses livros – lista inicial do orientador – custaram R$ 15.000,00 (quinze mil). Teve que gastar isso só na primeira semana.
Pedrão;
O que vale é que as bibliotecas daqui são ótimas, as fotocopias e digitalizações rolam soltas.
Um orientador para exigir a leitura de 15 mil reais em livros deve se achar. Aqui é diferente, o meu orientador de mestrado, durante a minha escrita, nunca leu uma pg da minha dissertação, recomendou alguns livros, mas todos disponíveis na biblioteca.
Eu ouço alguns comentários sobre os mestrdos e doutordos daí e me dá a impressão que é muito mais difícil e exigente aí do que aqui.
Meu orientador é muito bom, mas não chegou ao lustro (como diz Santos Justo) ainda. No ano que me candidatei o prof. da cátedra de Dir. Família da 1ª turma, Doutor Guilherme de Oliveira, se aposentou, o da 2ª turma tem parkinson e dizem que tem alzheimer também, sobraram o assistentes, uma delas fez Doutorado na Itália, mas Coimbra não reconheceu, sobrou o meu orientador que é doutorado por Coimbra, é jovem e tem uma cabeça mais aberta para as novidades.
Quem sabe daqui 7 anos ele já tenha ganho lustro. Lol!
Estou a brincar com o ilustre, numa aula de Direito Romano de mestrado, um aluno brasileiro estava a apresentar um paper, no corpo do texto ele se referiu ao Doutor Santos Justo como "Ilustríssimo" e na nota de rodapé não. O Doutor Santos Justo, com o bom humor habitual, vira-se para o aluno e diz. "No texto eu sou ilustre, no rodapé eu perdi o lustro todo" e deu risada. Depois veio a chamada de atenção: "Em trabalhos acadêmicos, nunca se refira a um autor com pronomes de tratamento" - está errado utilizar "ilustre", "excelentíssimo", "Doutor", "Professor", etc., deve por apenas o nome do autor em maiúscula pequena.
Abraços
Pedrão,
De onde vc tirou essa informação acerca do comcurso para a RFB? Não acredite em tudo o que anuncia a industria dos cursinhos.
Para 2012 só estão previstas, apenas previstas, 850 vagas tanto para auditores quanto para analistas.
Vide o Oficio n'' 651/2011-MP do MPOG
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B4oyh0pZGh2yYzgzMTRkYTUtMTk4My00NzgzLTgxMDEtZDY0ZjhjMmZiNjdi&hl=en_US&pli=1
Pedrão;
Aqui é super tranquilo. A única coisa chata é ter que assistir às aulas durante um ano, para mim foi, repetiram aquilo que aprendi na licenciatura, exceto Dir. do Ambiente que não tinha tido na licenciatura.
Mesmo os papers são super tranquilo, 15 a 20 pgs, apresentação em sala e é só esperar a nota, geralmente entre 16-18 (escala de 0 a 20). Depois, 9 meses para escrever sem encheção de saco, a única coisa que tem que tomar cuidado é em fzer referência bibliográfica ao seu orientador e aos ilustres da área que sejam de Coimbra. Ah, e tomar muito cuidado com os plágios, aqui os profs. não precisam de programas de comp. para encontrarem-nos.
Abraços
Bom Natal
Então tá, o tópico termina o ano assim:
Pedrão: o homem que sabe muito, devorador de livros, mas fracassado, não ganha dinheiro, vive duro...
Vini: o concurceiro que não passou, não passa e nunca vai passar em um concurso, mas vive estudando para passar, já está viciado nesta vida, não trabalha mais.
Elisete: a brasileira portuguesa que com certeza vive no passado.
Boas festas e que 2012 possam os três focar em fazer receita, ganhar dinheiro pois sabedoria, conhecimento tudo é muito bom mas não põe mesa e só no natal que temos que ter mesa farta mas o ano todo e tá na hora de parar de comprar livros pedrão...