REVERSÃO DE GUARDA, MSF F
Olá pessoal
Abri um novo tópico pra que vcs me ajudem, e vou precisar da ajuda de vcs durante um bom tempo. Hj meu esposo recebeu uma intimação, a mãe da minha enteada entrou novamente com pedido de guarda unilateral. Vou tentar resumir, no inicio ela tinha a guarda da criança, não tinha paredeiro, morava com um e com outro, chegou a morar com a mãe, depois com o pai que era separados, morou com o irmão, com o tio, com a avó, e ainda conviveu maritalmente com com companheiros, ela é uma pessoa de gênio bem difícil, e não ficava muito tempo no mesmo lugar, quando a neném tinha 2 anos, ela foi viver com um cara, e alguns meses depois ele bêbado agrediu a neném, e ela tentou esconder o fato do pai da criança, e foi quando o próprio irmão dela ligou pro meu esposo e contou tudo, inclusive que ele fosse ver a filha naquele dia mesmo, que a mesma estava cheia de marcas da agressão. Meu esposo sempre morreu de amor pelas filhas, quase pirou quando soube de tudo, e então como a muito tempo já tinhamos vontade de pedir a guarda, por diversos motivos, esse foi a gota d'água, conseguimos a guarda provisória, e depois a definitiva. A neném hj já está perto de completar os 4 anos de idade, mora conosco a 1 ano e meio, e a mãe ficou com direito de visitas todos os domingos, não podendo levar na casa dela, que é em outro município, a pouco entramos com uma ação de alimentos, pois desde de que pegamos a pequena, arcamos com tudo sem nenhuma ajuda dela, e a dias foi decidido que ela tem que pagar pensão. Agora com esse pedido de guarda por parte dela novamente, vamos começar tudo novamente. Ela alega que o pai impede ela de ver a filha( ela pega todos os domingos, o unico que não pegou foi no dia dos pais) Alega que o genitor tem a guarda, mais que a menor vive sob responsabilidade da avó paterna ( não sei de onde ela tirou isso, acho que essa parte o advogado errou, do copia e cola) Alega que o marido sustenta ela, e que ela não precisa trabalhar, e por isso pode se dedicar em tempo integral a filha.
O que me dizem os Drs. ?? Ela tem chances?? Duas das testemunhas dela são conselheiras tutelar, estão defendendo ela, e por isso essa semana mesmo quando fomos ao conselho nos trataram tão mal, pode isso?? Elas tomarem partido, e serem testemunhas?? Ela morando em outro município, tem chances de ganhar a guarda e levar a pequena pra longe de nós?? São muitas as dúvidas, e muitos os detalhes tbm, vou contando no decorrer. Hj fiquei sem chão novamente, eu sempre soube que ela ia fazer isso mais cedo ou mais tarde, e apesar de dizerem que ela não tem chances, eu temo, pois nunca sei o que se passa na cabeça do Juiz. E inclusive, durante esse tempo, houve mudança de juiz na nossa comarca, então o juis que vai decidir agora, não conhece o caso.
MSF F
Quanto a questão dela te chamar de mãe, realmente vc não tem como mudar isso, passo pela mesma situação. Convivo com meu enteado desde bebezinho e ele passou a me chamar de mãe por vontade própria nunca o incentivei. Porém a mãe dele ficou sabendo e fica pertubando a vida da criança por conta disso! Diz que se ele ficar me abraçando e se me chamar de mãe que ela não irá deixar ele ir pra nossa casa mais (hahahaha ela não consegue mais isso, temos o direito assegurado em juizo). Enfim ela martiriza o filho por ele me amar como mãe e isso ela não muda nunca mais, ele fica bravo diz que a mãe não gosta de mim e que é má que ele quer morar comigo que cuido dele e ela não! Bom ela se apegou tanto a isso que martelou a situação no estudo social, que opinaram: "Devido ao dinamismo da vida conjugal, padrastos, madrastas e outros familiares indiretos, as vezes não continuam presentes na vida da criança, e caso ela tenha sido habituada a chamá-los de pai ou mãe o sentimento de abandono pode ser avassalador." Bom eu não concordo totalmente, pois esse sentimento de abandono não se dará pelo fato de chamar de mãe e sim pelo afeto e vinculo que foi criado, então não mesmo que não me chame de mãe e me separe a criança sentira esse abandono. O que não é minha intensão, e msm se algum dia eu me separasse meu esposo ia ter que me ingolir porque dediquei meu amor e minha vida ao filho dele que amo como se tivesse nascido de mim, e isso ninguem muda, ninguem arranca um amor do coração! Jamais iria me afastar da coisa mais preciosa que ja tive, meu enteado meu FILHOOOOO! Parabéns mãezona, isso mesmo lute até ofim pelo bem estar da sua "filha"
"Devido ao dinamismo da vida conjugal, padrastos, madrastas e outros familiares indiretos, as vezes não continuam presentes na vida da criança, e caso ela tenha sido habituada a chamá-los de pai ou mãe o sentimento de abandono pode ser avassalador."
Eu concordo em partes com essa colocação, analisando o lado da mãe no caso, que já teve 4 maridos, e cada uma deles ela ensinou a filha a chamar de pai, como ela ainda era muito pequena, foi esquecendo fácil a cada separação, só de avó ela se perde nos dedos contando, agora ela está crescendo, entende melhor as coisas, e forçar a chamar alguém de pai ou mãe, sem que a criança tenha esse afeto não acho legal. Eu e meu esposo temos uma união de 3 anos e meio, não sabemos o dia de amanhã, mais mesmo com uma separação, não vou perder meus laços com ela, afinal, ela é irmã da minha filha, e não quero jamais que elas percam essa ligação, e sei que meu esposo tbm nunca vai querer afastar ela de mim, mesmo com uma separação.
Exatamente isso MSF, engraçado que a mãe dele tinha um marido e o pequeno chamava ele de pai e ela nunca se importou, se separou estava ate um mês atras com um outro rapaz que o menino tbm ja estava chamando de pai, e em relação ao ex padastro a criança bem como o irmãozinho que é filho do mesmo não podiam nem tocar no nome dele mais ........... porém com esse tal dinamismo meu enteado contou neste fim de semana que a mãe tava aos beijos com o ex padastro novamente , e ai sim como fica a cabecinha da criança? esse mês faz 5 anos que eu e meu esposo estamos juntos e meu enteado faz 5 em agosto, estavamos juntos a um mês quando ela o procurou dizendo estar gravida de 6 meses. A minha presença é constante desde seu nascimento, faço parte da vida dele e ele da minha ( somos uma família) diferente desse vai e vem que presenciamos hoje em dia!
Pessoal,
Nossa advogada a alguns dias nos perguntou se a mãe de minha enteada vinha pagando a pensão corretamente, e se ela tinha feito o reajuste em Janeiro de acordo com o reajuste do salário mínimo, e ela não fez esse reajuste. Então a advogada orientou meu esposo que conversa-se com ela, pra que ela comece a pagar com o reajuste. Isso foi hj, quando ela veio trazer a pequena, meu esposo foi conversar com ela e como sempre não tem como ter diálogo algum, ele falou conforme a advogada orientou, e comunicou a ela o novo valor que ela teria que depositar. Ela simplesmente disse assim..."AÉ....HUM....É NADA....SÓ QUE EU NÃO RECEBI INTIMAÇÃO NENHUMA AINDA" virou as costas e foi embora. Ela não tem que receber intimação nenhuma, já está lá no acordo, mais ela deixou bem claro, que não vai reajustar sem uma intimação. Pode isso??? Como pode uma mãe que luta pra conseguir a guarda da filha se negar a reajustar a pensão que é pra filha, se ela não pode pagar a pensão, como pode querer ter a filha com ela, então toda vez que o salário subir, teremos que ir a justiça pra que ela aumente a pensão? Ou esperar e com o tempo executar as diferenças??? Acho que ela acaba se prejudicando, vamos ver qual vai ser a resposta dela em audiência, quando questionada o porque de não querer reajustar a pensão.
Fico indignada com o comportamento dessas mães... O engraçado é que se fosse o contrário ela já teria feito um escândalo cobrando a diferença! A cada dia que passa tenho mais e mais nojo de algumas atitudes de pessoas como a mãe da sua enteada. Na semana passada, meu marido mandou uma mensagem p/ mãe do pequeno perguntando se ele poderia pegá-lo uma hora mais cedo, p/ aproveitar a Páscoa, já que ficamos somente três horas com ele. A resposta da mamãe foi a de que não, porque ela passaria o dia com o filho até o horário dele ir com o pai. Na hora de devolvê-lo, meu marido tentou conversar com ela pessoalmente, explicar que não era preciso esperar a audiência para resolver a questão do aumento do horário, bastava apenas a boa vontade dela. Ela disse que não, que ele é muito novinho p/ passar o final de semana fora de casa (ele vai completar 2 ano mês que vem) e que não consegue dormir longe da mãe. Que ele só dorme com ela. P/ evitar mais discussão, meu marido então propôs que passasse a pegar o filho uma hora antes então, para aos poucos ir aumentando o horário. Ela, se mostrou bem boazinha aceitando, mas já sabia que tinha alguma coisa ali! Na sexta-feira, meu marido mandou outra mensagem p/ confirmar o que ela havia dito e eis a surpresa: pegar o menino uma hora mais cedo e devolver meia hora antes! Ou seja, só aumentou meia hora! Meu marido mais uma vez tentou argumentar, dizendo que era preciso pensar no que era melhor para a criança, que aumentar o tempo de convívio com o pai faria bem a ele. A resposta dela foi bem curta e grossa: "se não quer assim, fica do jeito que estava, estou pensando justamente no melhor pro meu filho". Falamos com nosso advogado que vai juntar essa mensagem ao processo. É impressionante, o melhor para o filho é dificultar o relacionamento dele com o pai! Isso é que é ser boa mãe! Pelo menos a audiência de regulamentação de visitas já foi marcada, p/ junho. Vai demorar, mas pelo menos até lá o pequeno já vai ter completado 2 anos, e a questão da adaptação estará bem melhor, o que vai ajudar muito. Agora a pergunta: p/ que isso?! P/ quê causar? Pq a mãe da sua enteada não paga o que é de direito dela? Realmente tratam os filhos como objetos, como algo que podem usar para ferir, atingir o outro genitor! É lamentável...
PFA
Tem pessoas que deixam o ódio pelo próximo tomar conta de suas vidas e suas atitudes, e eu creio que um dia, mais cedo ou mais tarde, pagam por isso. A mãe de minha enteada, já pagou bastante pelas ruindades cometidas, pena que não aprendeu nada com isso, não muda e continua pagando. O que nós podemos fazer é entregar pra Deus, somente ele sabe o tempo de agir, e eu sei que ele está conosco. Sobre a pensão, deixa ela achar que precisa receber uma intimação pra reajustar o valor, na audiência de guarda ela vai estar ferrada.
PFA,essa historia de nao pode dormir pq e pequena?engracado q foi mesma desculpa da ex do meu marido.E q nao dorme sozinha sem genitora-tbm foi desculpa utilizada pela ex... Juiza deu uma puxada de orelha da genitora. Conseguimos ganhar pernoite,idade :3anos hj ela esta cm6anos. Nem tdo elas podem juizes estao bem espertos. Depois alegou na epoca q nao sabia endereco da gente?juiza falou se ela nao olhou processo tava la enderco,minha profissao,tdo. Gostei muito da juiza foi justa.
MSF,
O tal reajuste já está previsto em sentença quando colocou os valores atrelados ao salário mínimo, não há qualquer intimação a ser feita. Passados três meses que ela não deposita o valor correto execute a diferença.
Para todas vocês que se mostram indignadas com este comportamento das mães, a culpa disto é somente nossa. Minha, sua, da minha mãe, dos meus alunos na faculdade, do gari, do médico, enfim, da sociedade. Vemos isto todos os dias e quase ninguém fala nada.
São milhares de discussões abertas aqui no jus em que mães querem viver de pensão, mães que querem ser donas dos filhos e o índice de pessoas que reprova isto ínfimo. Quando há um post sobre pai que não paga os debates costumam ter 9 páginas, quando é uma mãe que se acha dona do filho, quase não há participação e o que se vê aqui é o retrato do que se vê no dia a dia.
Mulheres que fazem falsas denúncias de agressão contra o pai do filho, mulheres que dificultam a visitação, mulheres que vivem de pensão é muito mais comum do que agressões contra mulheres e assustadoramente há um silêncio cúmplice. Parece que uma mulher não pode dizer que outra mulher está errada.
Transformam uma vigarice em luta de sexos, quando na verdade se está diante de uma luta entre o certo e o errado independente do sexo. Se as mulheres sérias deste país não entrarem de verdade nesta briga, esta situação vai persistir por muito tempo e vocês só sentirão os efeitos disto quando seus maridos forem as vítimas, quando seus filhos crescerem e tiverem filhos, quando vocês forem avós e forem impedidas de ter o neto por perto porque a sociedade se cala pra isto.
Quem impede um filho de ter o pai é bandido, não é vítima. Enquanto os bandidos forem tratados de acordo com o sexo, não vejo um horizonte melhor.
É Dr. Renato Casado...
Concordo plenamente com tudo que falou. Hj conversamos com nossa advogada, e contamos a ela a resposta dela, com muito deboche, que não tinha recebido nenhuma intimação de reajuste de pensão. Temos audiência marcada agora, e pra esse mês, e ela vai ser questionada em audiência porque de não ter reajustado o valor da pensão, vamos ver se ela é esperta o bastante pra se justificar sem se prejudicar, porque foi ela mesma quem deu entrada nesse processo dizendo que tem melhores condições pra criar a filha. Ficamos 1 ano e meio arcando com todas as despesas da pequena sozinhos, eu e meu marido, ela nunca sequer levou uma roupa de presente pra filha, e não é por falta de condições não. Como pode uma mãe que entra na justiça pra querer a guarda da filha, sendo que se nega a dar um aumento de 24,00 na pensão da filha, pensão essa que ela se recusou a pagar durante 1 ano e meio, só começou a pagar depois de uma sentença judicial.
Que esse juiz esteja bem iluminado viu....
Só pra atualizar... Estamos aguardando a decisão do juiz, que só será dada após recebimentos dos laudos dos psicólogos, o do meu esposo ele já recebeu, onde consta que não tem nenhum problema com ele, que é um pai dedicado e preocupado com e família. A pequena ainda não fez os atendimentos, fizeram apenas uma sessão com ela e não chamaram mais, o que nos informaram é que estão contratando nova psicóloga, e que a outra estava sobrecarregada e não podia continuar com os atendimentos. As profissionais que atenderam meu esposo, recusaram atender a mãe, isso acho que já relatei aqui, então ela está fazendo na cidade onde mora, e não chegou nenhum laudo ainda pro juiz. Quanto ao estudo social, a 14 dias atrás a mãe conseguiu uma autorização pra passar as férias com a filha, vale dizer todo o período de férias, (17 dias), e junto com essa autorização o juiz determinou que o estudo social na casa dela seja realizado no prazo máximo de 15 dias, então...ele será realizado com a pequena lá. E tem mais ainda...estamos a 14 dias longe da nossa pequena...a mãe não atende as ligações do pai, não podemos conversar com ela nem pelo telefone, dificil demais pra nós, mais podemos suportar, agora a minha pequena de 2 anos e meio sente falta da irmã, não entende o porque a irmã tem que ficar tanto tempo longe, domingo rodamos 150 Km pra poder ver ela durante 5 min sob a supervisão da mãe...como se fossemos estranhos, pelo menos isso o juiz deixou livre...que o pai poderia visitar durante esse período...mesmo sendo 150 Km...os 5 min valeu a pena....triste foi ouvir ela dizer no ouvido do pai que a mãe só ficava brigando com ela. Estamos certos de que a intenção do juiz é devolver ela a mãe. Se é justo.....eu diria que é muito injusto....com o pai, com ela, com a irmã...mais quem sou eu pra dizer alguma coisa né, Mãe é mãe. Que Deus nos dê forças...e muita paciência.
Parecer do promotor a favor do pai. Deixando bem claro que o que importa hoje é o melhor interesse da criança, e que a mãe reune todas as condições de reaver a guarda, mais que se a criança está bem e feliz com a família do pai, e não havendo nada que o desabone, a guarda deve permanecer com o pai. Agora só falta o juiz...tomara que ele tenha o mesmo entendimento.
Ola eu di entrada na guarda da minha filha para a minha tia soq ainda falta passar pelo o juiz pra passar a guarda e eu nao quero mais passar a guarda da minha filha para minha tia eu quero cuidar da minha filha .ex.quando eu vim pra ese estado q eu estou a minha filha tinha 4 meses ai eu vim para ese estado e fui morar com a minha tia eu e minha filha ate eu arrumar uma casa para mim e eu ia trabalhar e minha filha ficava com minha tia ai ela foi tirando ela aos poucos de mim nunca deixou ela dormir comigo ela fala si eu quiser ver ela e pra mim ir la na casa dela etc...e ela nem ta acostumada mais comigo ela tem 2 anos de idade ..e eu nao tenho nem um vicio nunca fui presa ....tem alguma possibilidade do juiz deixar ela fica comigo...Mesmo a minha tia tendo mais condições doq eu ela e casada os dois juntos ganha quatro mile eusou ccasada e ganho dois mil...Obrigado
Claudia
Vc deve informar ao seu representante que desiste do processo. Vc pode e deve ir até a casa da sua tia e pegar sua filha. A situação está como está porque vc permitiu. Converse com o seu advogado ou na defensoria se seu processo foi movido por lá e diga que nao quer mais passar a guarda da cça. E ande logo antes que o juiz sacramente.
Renato Casado, sou seu fã! Caso possa entrar em contato comigo, tenho algumas dúvidas e se for interessante para você, gostaria que me representasse em uma ação de revisão, só em falar tudo o que você sempre fala aqui já me ajudaria muito! Fui completamente injustiçado em uma audiência de alimentos e definição de guarda, eu não estava bem representado no dia. Tenho o audio da audiência onde só eu falo, alias, a promotora e eu. A minha advogada, a juiza e a defensora a deixaram passar por cima de todas as leis e eu saí de lá como um ninguém, mesmo assim defendi até o fim o que tenho por ser direito, mas não tive êxito pois alí quem mandava era a promotora... ao relatar meu caso aqui me disseram que o primeiro a fazer seria trocar de advogado e entrar com uma revisional. Nunca conheci alguem com tanta coragem como vi em você mesmo sem te conhecer. Por isso, caso tenha um tempo, peço por gentileza que me escreva para termos contato. Agradeço desde já!
email: [email protected]
Mãesinger,
O direito de família é de longe o ramo do direito que tem menor remuneração. Por cota disto, via de regra está repleto de profissionais em início de carreira que quando tiverem mais experiência vão se dedicar a ramos mais atrativos financeiramente. Em função disto o que as pessoas com problemas esta área devem fazer é se informar (assim como você tem feito neste site) e "ajudar" o seu advogado na sua defesa, debater com ele os temas aqui discutidos e se ele tiver um pouco de humildade vai no mínimo considerar o que se expõe aqui.
Por uma questão ética não disponibilizo meu e-mail no site porque isto seria uma forma de captação de clientes, conduta que fere o código de ética da OAB. Ainda que outros o façam eu não o farei. o Que sim posso fazer é que narre o caso, me diga em que cidade está e posso ver uma maneira de contato estreita que enfim, satisfaça o que deseja.
Grande abraço.
Obrigado Renato Casado, peço desde já desculpas pela demora mas nossa luta tem sido grande e quase não nos tem sobrado tempo pra nada!
Tenho uma filha que hoje está com 7 anos. Desde os 8 meses de idade, que foi quando deixei de viver com a mãe pago a pensão acordada entre nós dois, já que ela não quis que fosse em juizo. Após 6 anos me casei e tive outra filha, aí meu inferno começou. Minha atual esposa começou a perceber que a minha filha estava magra e estranhou a dificuldade em aprender a ler, isso qndo ela ja estava para completar 7 anos e resolvemos leva-la ao pediatra para saber se havia algo errado. Lá ele mencionou que ela estava abaixo do peso e altura normal para a idade, pediu exames e a encaminhou para acompanhamento psicológico, pois entendeu que o bloqueio na aprendizagem escolar poderia ser tb algum fator emocional por ter pais separados. Ele receitou vitaminas, inclusive deu dois vidrinhos como amostra gratis e pediu para que retornássemos com os resultados. Aconteceu que após esse dia a mãe passou a me proibir de pegar, entrou com a ação de alimentos, disse que eu nunca ajudei em nada e ameaçava sumir com a criança. Foi estipulado de alimentos provisórios os 30% de todos meus rendimentos, mesmo sendo eu casado e tendo uma filha menor de 1 ano. A partir daí ela me proibiu de ver minha filha, dizia pra ela que eu que não a queria mais ver pois só me importava com a nova filha e todo mes esse valor alto era descontado e a cada mes foi ficando mais dificil pra mim. Depois de 4 longos meses chegou o dia da audiência, a mãe nao aceitou os 18% que ofereci sem os beneficios, que daria algo em torno de R$864,00 e como ela nao estuda em escola particular e nem faz nenhuma atividade adicional e tendo em vista que a mãe tb ajuda no sustento, achei justo esse valor. Então a promotora foi chamada e "bateu o martelo" em 20% em cima de tudo. A juiza acatou sem discutir e minha advogada me disse q deveria aceitar esse valor que depois veria como retirar os beneficios. Chegou a hora das visitas e guarda, eu questionei o fato da mãe ter me proibido de ver a minha filha por leva-la ao médico e a promotora me disse q eu nao posso leva-la ao medico, que só posso com autorização da mãe. Me deu uma bronca pois a levei ao dentista e ele arrancou um dente que ja estava a mais de um ano apodrecido (tenho foto do dente de 07 meses antes da extração e qndo tirei a foto já estava a mais de 6 meses da mesma forma), levei a foto e o laudo do dentista, levei a declaração do acompanhamento do conselho tutelar pois a mãe tinha sido denunciada e quando eu soube fui até la saber da minha filha e eles que conseguiram fazer com que ela me deixasse ver minha filha, eu só levei esses documentos pois queria que pegassem no pé dela para que cuidasse da criança já que todos me diziam que nunca se consegue a guarda, entao queria q ela fosse forçada a cuidar. A promotora nao quis ver nada e acabou a audiencia.
Agora toda vez que minha filha vem é uma confusão diferente... na metade do mes de julho minha esposa descobriu um corrimento nela, qndo perguntamos ela disse q estava assim fazia tempo, avisei a mãe e ela disse q a levaria ao medico. Alem do corrimento, sempre vinha com muitos piolhos. Quando voltou 15 dias depois ela nos disse q a mae a levou ao medico, o medico receitou uma pomada mas que ainda nao tinha passado. Minha esposa então ao cuidar dos piolhos notou varias feridas na cabecinha dela, na hora de entregar comuniquei a avó para q desse o remedio para piolho e limpassem a cabeça dela pois estava com feridas e nao adiantava só minha esposa cuidar duas vezes ao mes. No fds seguinte conosco ela veio novamente com as feridas, o corrimento ainda forte e tive que tomar providencias, minha esposa limpou a cabeça outra vez, tirou as lêndeas e demos o remedinho. Aconteceu que quinta, um dia antes de busca-la, a mãe mandou msg dizendo que eu nao iria pegar minha filha pois o cabelo dela teria caido devido ao remedio de piolho que demos. Disse que estava indo até a delegacia registrar uma ocorrencia. Fiquei desesperado, mas logo entrei em contato com algumas pessoas aqui do forum e fiquei mais tranquilo. No dia seguinte soube que ela havia ido com minha filha ao IML fazer exame de corpo de delito pela queda, e novamente disse que eu nao a pegaria. Conforme me orientaram aqui, fui no horario correto, com o oficio em mãos e chegando lá não tinha ninguem em casa, fui até a delegacia registrar a ocorrencia e o delegado preferiu ligar para a mãe em seu celular e chama-la para dar explicações do porque de estar desobedecendo a lei, entçao ela chegou la em uma hora e depois de muita baixaria me entregou nossa filha que estava com ela no carro do cunhado. Chegando aqui ela nos disse q a mãe e a tia tinha dito que o cabelo dela caiu por culpa da minha esposa que deu o remedio. Nós conversamos com ela, explicamos que o remedio nao fazia cair o cabelo e que provavelmente teria sido pelos antibióticos que ela havia tomado dias antes ou falta de vitamina. No sábado a levamos o pronto-socorro para que ouvisse de um medico a verdade e ficasse tranquila, ele disse pra ela que o remedio nao faz cair cabelo e ela ficou mais tranquila. Acontece que agora, mais de 1 mes depois do descobrimento do corrimento que segundo minha filha já estava a tempos, ela ainda esta sofrendo com o corrimento e bem forte, o que indica que nao houve o tratamento correto com a medicação. A cabeça veio novamente com piolhos e um outro dente apodrecido que estava a alguns tempos alí continua do mesmo jeito. Com isso em mãos, tenho interesse em tentar a guarda dela, sei que ela não é bem cuidada com a mãe e eu sei que aqui ela será, como já é nos dias em que fica conosco. Mesmo com todos dizendo que é impossivel eu quero tentar, caso eu nao consiga, ao menos ela vai saber que eu tentei. Gostaria tb de saber se caberia uma denuncia de alienação parental o fato da mãe e a tia ficarem tentando coloca-la contra minha esposa.
Sou de São Bernardo do Campo.
Muito obrigado desde já Renato Casado.
Mãesinger,
"Não se tira a guarda da mãe".
Fosse este o seu problema eu diria que sua situação é mais fácil porque este é uma das maiores asnices que já li. A frase correta é "Não se tira a criança de onde está bem". Claro que esta outra frase é mais estúpida que a primeira uma vez que se for pra mudar pra melhor o judiciário deveria fazê-lo logo.
Diferente da maioria esmagadora dos casos deste foro você foca sua narrativa na incapacidade da mãe com a criança. Via de regra há quem tente desqualificá-la como mulher o que convenhamos não é o foco principal.
Pois bem, a partir do que você diz, acho que suas chances são reais. Documente todo o martírio clínico pelo qual sua filha tem passado e entre com a ação de guarda. A possibilidade de êxito é táctil.
Sobre a alienação parental acredito que ela poeria ser citada na ação de guarda como incidente. Mover uma ação específica encheria o processo de páginas que fatalmente não seriam lidas. Sobre a atuação do MP entendo que ela foi ridícula, mas não perca tempo com o que já foi, até porque foi em caso de alimentos, foque na ação de guarda e caso se repita, não se cale, peça a suspeição do membro do MP, relate à Corregedoria e verá como o próximo será bem mais maleável.
Mova a ação e sempre nos mantenha informados para podermos nos posicionar como fez a MSF que felizmente conseguiu o que queria.
Saudações.
Renato Casado....
Lembrando que ainda esperamos a sentença do Juiz. Claro que estamos bem confiantes, mais ainda tenho medo. Aliás, as coisas não tem andado muito bem, nossa pequena vem sofrendo muito, depois do pareçer do MP favorável ao pai, a mãe começou a pressiona-lá novamente, tinhamos regras a cumprir, acordadas por todos em reuniões com psicólogas e assistente sociais, e após esse parecer, a mãe parece que não faz mais questão de continuar cumprindo com essas regras. A pequena continua fazendo terapia, agora com outra profissional, e essa profissional tem notado mudanças em seu comportamento, nos ultimos atendimentos. Ela relata não conseguir domir bem nos dias de visita na casa da mãe, diz que se sente muito triste pois a mãe voltou a me xingar pra ela...(vagabunda, biscate, e filha de uma puta)..como ela relatou a psicóloga, e ainda relata que se sente triste, em ver como a mãe trata algumas pessoas. Outro dia conversando com ela, chegou a chorar, porque diz que é muito pequena pra entender tudo isso, e não consegue entender porque suas duas famílias não podem ser amigas (nem eu entendo isso). Tento fazer o melhor, tento acalmar seu coraçãozinho, e disse a ela que um dia ela irá entender. Sei que não é o fim, mesmo o juiz dando a sentença de que ela deve permanecer conosco, sei que virão outros processos...e nós estaremos sempre na luta, até que um dia...quando ela entender tudo isso, possa tomar as próprias decisões. O processo está com o juiz desde de o dia 28/07, e a psicóloga conversou com meu esposo, que vai chamar a mãe, e tentar conversar com ela a respeito das coisas que vem acontenccu ela muda o que vem fazendo, para o bem da filha, ou vai pressiona-la ainda mais, e os atendimentos ficarão comprometidos. Conversamos com nossa advogada, sobre como solicitar um laudo dessa profissional sobre o que vem acontecendo, para que o juiz tome conhecimento, mais não sei se é possível na fase em que o processo se encontra. Estamos aguardando um retorno da advogada.
A quem deseja lutar pela felicidade daqueles que amam tenham ciência de que a luta é cruel, é dolorida, nos arrebenta por dentro algumas vezes, mais não podemos desistir.