É LAMENTÁVEL A ATITUDES DE CERTOS MINISTROS DA STF
Continuação do julgamento dos mensaleiros.
Alguns ministros por mais conhecimento jurídico que possam ter estão no lugar errado.
É nítida a complacência de certos ministros com os mensaleiros principalmente os politiqueiros.
É repugnante a atitude de certos ministros em procrastinarem a execução das penas, dos que tem embargos infringentes nã há razão para começar a cumprirem pena pois os embargo no máximo, em tese, poderá diminuir a pena mas não tem o condão de absolvimento.
Ministro Joaquim Barbosa novamente, com muita propriedade e acerto, acusou a corte de omitir em deliberar. Disse que quando um instituição se degrada o povo brasileiro é degradado.
Parabéns ministro JB
Inicialmente é necessario observar que não houve dinheiro público e sim PRIVADO, pois não restou provado a utilização de desvio de dinheiro publico. Por outra banda, o que houve foi um circo, onde a intolerência e a vaidade de alguns veio a tonica dos debates! Tambem a dosimetria deixou muito a desejar, isto é, prova evidente de como não se deve aplicar-la. uma vez que, não se concebe, que alguns cometeram ( Se cometeram) crimes menos graves, tiveram a mesma doimetria de que comprovadamente e assumida tiveram, como é os casos do Ex- Deputado Roberto e o Dep. Paulo Cunha. O Primeiro disse no plenario que havia recebio R$ 4. milhoes e o outro apenas R$ 50 mil, bem como, a invisivel delação premiada não apareceu! O STF vem ha muito tempo cometendo erros históricos, como exemplos: a Deportação de brasileira ( esposa de CArlos Prestes), a cassação do Pres. Collor ( que já havia renunciado, então não tinha mais Pres. o cargo estava vago) e varios outros. Não sou contra as condenações, porém, sem espetaculos. O que foi feito do embrionário do Mensalão conhecido de Miniero. ( caminhacelere para o prescrição!)
Pedrão (Jurist),
"A vida é uma palhaçada, e quem leva a vida a sério que é o verdadeiro palhaço"
E o que isso tem a ver com o Tópico??? . . "Responder o que você posta? Que hilário"
Hilário é não Responder, se fingir de Cachorro Morto... . . "Estou perdendo meu tempo não para dialogar, mas apenas porque estou cansado, então hoje não vou estudar, mas apenas ouvir música, e responder outros tópicos aqui no jus, até ir dormir. Não há nada para aprender com você, então não há diálogo"
Na Realidade, não iria saber me Responder nem se tivesse todo o tempo a seu dispor... (Estou aqui há mais de Três Anos, e você já fugiu de alguns Tópicos, logo, seus comentários não me assustam, cara)
PS: "como você compreende e interpreta esta frase de Nietzsche: "não há fatos só interpretações"?... Ou, numa leitura de um filósofo mais atual, como Richard Rorty, que não há verdades, pois tudo é uma questão de interpretação?"
- Aff! Obviamente, tais Filósofos não estão falando no mesmo sentido que o meu, afinal, Homicídios são Homicídios, não precisamos de "Interpretações". (Ou existe "Interpretação" nos mais de 50.000 Assassinatos por Ano??? Ora, faça-me o Favor, né!)
[O que comento são FATOS, meu caro... Logo, pode esquecer seus Nojentos Devaneios!] . . "Tem capacidade para discutir tal coisa, ou apenas dirá que Nietzsche e Richard Rorty são ridículos?"
- Os mesmos não são Ridículos, mas sim, quem Deturpa o que estão falando só pra comentar neste Tópico. (Veja bem... Não adianta Encher Linguiça e achar que está sendo Intelectual. Não adianta citar Trocentas Personalidades, se as mesmas não tiverem nada a ver para com o que estamos comentando por aqui. É Nojento!)
É RafaeL T. DexteR. A grande sabedoria de uma intelectualidade como V.S, faz renascer a velha filosofia de quando se é vencido por um parecer lucido e abalizado, dizer que se estar fora do contexto ou do tópico, porém, não deixando de fazer um ataque mediocre! A sua afirmativa de que " hoje não vai estudar" a meu juizo, não está correta; deveria isto sim, procurar estudar mais, para ter estrutura para no minimo ter conhecimento do que vai dizer ou postar.
Sobre o Trânsito:
“São cerca de 35.000 mortes por ano (35.146 em 2006 – Folha de S. Paulo, 04.02.2008, p. A2), 400 mil feridos, 1,5 milhão de acidentes e custos de 22 bilhões de reais anuais. (segundo pesquisa do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que é órgão do governo federal). Quase 100 mortes por dia! [...] Nesse item o Brasil só perde para a África (no Brasil são 18,7 vítimas para cada 100 mil habitantes; na África o total é de 28,3; nos EUA 15,2 e na União Europeia 11)“. (GOMES, Luiz Flávio; CUNHA, Rogério Sanches; PINTO, Ronaldo Batista. Comentários às Reformas do Código de Processo Penal e da Lei de Trânsito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008, 357-358).
Se as estatísticas falassem por si, pelo tanto de morte que há no trânsito, todos teriam medo de dirigir. Quem deixaria de dirigir por ter medo do trânsito, por ser perigoso? Quem tem medo, realmente, de dirigir?
Se o trânsito não tem os mesmos efeitos do crime, não é em razão das estatísticas, que não falam por si, mas sim pelo uso que se faz delas.
“Os meios de comunicação contribuem para a difusão do medo e da insegurança, expondo de forma teatral uma sociedade violenta e desordenada. Alguns programas de televisão expõem cotidianamente imagens de violência como forma de chocar e representar a realidade comum. Como se todos aqueles fatos violentos ocorressem continuamente, em todos os cantos do país; a banalização do mal faz com que a violência ganhe o status de ‘destino nacional’. O quadro de pânico e fobia que é gerado vitimiza a sociedade, e ‘a expectativa do perigo iminente faz com que as vítimas potenciais aceitem facilmente a sugestão ou a prática da punição ou do extermínio preventivo dos supostos agressores potenciais’”. (PINTO, Nalayne Mendonça. Recrudescimento Penal no Brasil: simbolismo e punitivismo. In: Acusados & Acusadores (org. Michel Misse). Rio de Janeiro: Revan, 2008, p. 237).
A sabedoria é repetir o que qualquer programinha policial faz melhor? 50 mil mortes por ano, pronto, está dito. São fatos. Que fatos? Nenhum deles foi contextualizado. Estatísticas dependem de interpretação. E os efeitos dependem do uso que se faz dela.
“Uma estatística: em 1992, a polícia militar de São Paulo matou 1.470 civis – contra 24 mortos pela política de Nova York e 25 pela de Los Angeles –, o que representa um quarto das vítimas de morte violenta da metrópole naquele ano” (WACQUANT, loïc. As Prisões da Miséria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001, p. 9).
Talvez se a polícia não matasse tanto, o número de mortes seria menor, não é?
Orlando Zaccone trabalhou em delegacias do RJ (ele é delegado) de bairros nobres e de bairros pobres.
Na pesquisa que ele fez, registrada no livro “Acionistas do Nada”, constatou que há uma meta-regra orientando a interpretação no seguinte sentido: a) quase todos que são pegos com drogas no bairro nobre (esqueci o nome do bairro), sem a prova da traficância, era enquadrado como usuário, independente da quantidade de droga. A interpretação é algo assim: quem é rico, em tese, não precisa traficar; quem é rico e usuário é normal comprar grandes quantidades, pois ir ao morro direto é perigoso; b) por outro lado, quase todos os indiciamentos nos bairros provas, mesmo sem prova da traficância, eram por tráfico, mesmo que o sujeito fosse pego apenas com um cigarrinho. Basta um, embaladinho, para presumir que era para venda.
Quem ler a estatística das duas delegacias, sem compreender como são feitos os indiciamentos, sem conhecer a meta-regra, sem a contextualização que estou falando aqui, sem revelar o mito, poderá acreditar que não existem traficantes no bairro nobre, e que não há usuários nos bairros pobres.
Por isso que, como afirmei antes, estatísticas dependem de contextualização. Estatísticas dependem de interpretação. E os efeitos dependem do uso que se faz dela.
Isso não é tão difícil de compreender, basta um pouco de esforço.
Estatística não fala por si. Como no exemplo da pesquisa de Orlando Zaccone.
Utilizar estatística sem contextualização é se valer da falácia da petição de princípio. E com essa falácia não há projeção de sentido digna de ser chamada de compreensão.
Desses assassinatos, pode-se indagar: a) quantos envolveram uma situação que é, ou poderia ser interpretada como legítima defesa? b) quantos foram provocados por cidadãos trabalhadores, iguais a muitos aí, que odeiam “os criminosos” (que ele acabou se tornando um), que por alguns segundos que perdeu o controle, quando provocado, acabou tirando a vida de outro, fato que poderia acontecer com muitos de nós? c) quantos foram mortos em confrontos entre os próprios criminosos, tendo como vítima não os chamados cidadãos de bem, mas sim “os criminosos” (fato que, em tese, não incomoda ninguém. Pelo contrário, quantos menos bandidos melhor)? d) quantos foram vítimas da polícia, pois esta recebe da população o poder informal para agir fora da Lei, aplicando um Direito Penal subterrâneo? e) quantos foram praticados numa situação de desespero, conhecido como anomia (sociologia), fato que, na mesma situação, muitos poderiam cometer o mesmo (é apenas uma hipótese, fica a ressalva para quem não saiba ler)? f) quantos desses assassinatos são de "criminosos", e não cidadão de bem, que foram mortos em confronto com a polícia, ou mortos pela própria organização criminosa, por falha no serviço (não quero dizer, com isso, que eles não tenham direito a vida)? g) os réus que foram absolvidos seja por legítima defesa, desclassificação para crime culposo ou estrito cumprimento do dever legal, e que as mortes são, portanto, consideradas lícitas. Essas mortes são retiradas da estatística, ou que vale são apenas os indiciamentos ou a denúncia para o cálculo?
Se você projeta um sentido do todo (violência), ignorando todas as partes (situações concretas), o que há é uma petição de princípio, um discurso metonímico. Não há realidade, porque há generalização, portanto, o que há são dados sociais falsos.
Não conhece um caso concreto sequer, e se diz comentar fatos.
E não há apenas essas perguntas. Qualquer pesquisador, que não faça uso de um discurso metonímico, poderá inserir muitas outras perguntas, ignorá-las e propor outras, comentar sobre outros problemas, como, por exemplo: pobreza gera violência? a desigualdade social e a renda têm influência sobre os homicídios? a urbanização contribui de alguma maneira para os índices de letalidade?
Aliás, essa últimas perguntas, quem fez, foram dois pensadores de verdade, Ignácio Cano e Nilton Santos (livro: Violência letal, renda e desigualdade social no Brasil), e não um Mané qualquer do jus.
Um pesquisador de verdade irá, óbvio, pesquisar. Já o Mané irá se contestar com o “raciocínio lógico”, do tipo: é lógico que essas perguntas não têm nada a ver; é lógico que isso não faz sentido, é coisa de pseudo-intelectual.
Não é preciso muita inteligência (ou talvez seja) para perceber que os números não são fatos, mas apenas um pequeno fragmento do que, depois de se interpretar, se poderá chamar de fato.
Claro que, para o Mané, tudo se resume a um “raciocínio lógico”, do tipo: é lógico que isso não é assim, blá blá blá.
Pedrão (Jurist),
"Sobre o Trânsito... Nesse item o Brasil só perde para a África (no Brasil são 18,7 vítimas para cada 100 mil habitantes; na África o total é de 28,3; nos EUA 15,2 e na União Europeia 11)... Se as estatísticas falassem por si, pelo tanto de morte que há no trânsito, todos teriam medo de dirigir. Quem deixaria de dirigir por ter medo do trânsito, por ser perigoso? Quem tem medo, realmente, de dirigir?"
Aff! Você deve ter um GRAVE problema de Interpretação... QUEM aqui está falando em MEDO??? O que estou citando, é que o Brasil é um dos mais Violentos e Homicidas do mundo. Fato! (Se Fulano tem ou não Medo, pouco importa... Ou melhor, NADA importa) . . "Se o trânsito não tem os mesmos efeitos do crime, não é em razão das estatísticas, que não falam por si, mas sim pelo uso que se faz delas"
Quem disse que não tem??? (Só se for pra você e aos que não prestam atenção em nada...) Veja bem... Da mesma forma que falo da Criminalidade, cito o nosso "maravilhoso" Trânsito, cujo mesmo "empata" com os Homicídios Dolosos. . . Sobre seu texto Copiado (MAIS UM, aff!) > "Os meios de comunicação contribuem para a difusão do medo e da insegurança, expondo de forma teatral uma sociedade violenta e desordenada... Como se todos aqueles fatos violentos ocorressem continuamente, em todos os cantos do país..."
MAIS UMA VEZ... Quem aqui está falando em MEDO??? Quem aqui está falando em "Fatos Televisionados"??? Aff! Estou apenas comentando que o Brasil é um dos mais Criminosos e Homicidas do Mundo. (E isso, meu caro, Advogado, você não poderá Escrachar, rsrs) . . "A sabedoria é repetir o que qualquer programinha policial faz melhor?"
Na verdade, nem entra no ramo "Sabedoria", mas sim, dos FATOS. (Aliás, a Mídia, para seu Desespero, só mostra a MENOR parte dos Crimes!) . . "50 mil mortes por ano, pronto, está dito. São fatos. Que fatos? Nenhum deles foi contextualizado. Estatísticas dependem de interpretação. E os efeitos dependem do uso que se faz dela"
Errado! Homicídio é Homicídio... O Fato é que a Pessoa não morreu porque quis, não morreu por conta de uma Doença e etc., mas sim, porque alguém foi lá e tirou a vida da mesma. Simples! . . "Talvez se a polícia não matasse tanto, o número de mortes seria menor, não é?"
Por favor, não seja Ingênuo!!!... Desde que seguindo a Legislação, Mortes ocasionadas por Policiais não figuram nas Estatísticas de Homicídios, afinal, os mesmos estão apenas seguindo a Lei, protegendo a Sociedade de Vermes Criminosos (mais conhecidos como Assaltantes, Sequestradores e etc.). . . "Orlando Zaccone trabalhou em delegacias do RJ... A interpretação é algo assim: quem é rico, em tese, não precisa traficar; quem é rico e usuário é normal comprar grandes quantidades, pois ir ao morro direto é perigoso"
Porém não é esta "Interpretação" que estou citando... Estou falando de Homicídios, Assaltos, Sequestros e etc... Quando cito Homicídios, por exemplo, quero mostrar que nenhuma das Vítimas morreu de câncer, afogada na piscina, engasgada no almoço, pintando a casa... Mas sim, que alguém a Tirou o "privilégio de viver". . . "Quem ler a estatística das duas delegacias, sem compreender como são feitos os indiciamentos, sem conhecer a meta-regra, sem a contextualização que estou falando aqui, sem revelar o mito, poderá acreditar que não existem traficantes no bairro nobre, e que não há usuários nos bairros pobres"
NADA importam tais estatísticas para o que estou falando... Ora, comparar alguém Indiciado por tráfico a Fulano que morreu Assassinado é muita Ingenuidade. O 1º caso, diferente do 2º, não é uma PROVA, mas sim, "apenas Fé Pública". . . "Por isso que, como afirmei antes, estatísticas dependem de contextualização. Estatísticas dependem de interpretação. E os efeitos dependem do uso que se faz dela"
Para o que comentei inicialmente, não... NÃO dependem. São Fatos! . . "Isso não é tão difícil de compreender, basta um pouco de esforço"
Ué!... Posso dizer o mesmo a você... . . "Utilizar estatística sem contextualização é se valer da falácia da petição de princípio. E com essa falácia não há projeção de sentido digna de ser chamada de compreensão"
Minhas Estatísticas citadas não precisam de "Contextualização". (vide mais acima) . . "Desses assassinatos, pode-se indagar: a) quantos envolveram uma situação que é, ou poderia ser interpretada como legítima defesa?"
Como TODOS os Julgamentos no Mundo, há um Julgamento Legal, e o mesmo dever ser Respeitado. . . "b) quantos foram provocados por cidadãos trabalhadores, iguais a muitos aí, que odeiam “os criminosos” (que ele acabou se tornando um), que por alguns segundos que perdeu o controle, quando provocado, acabou tirando a vida de outro, fato que poderia acontecer com muitos de nós?"
E o que DIABOS isso tem a ver para com o que estou comentando, rsrs??? . . "quantos foram mortos em confrontos entre os próprios criminosos, tendo como vítima não os chamados cidadãos de bem, mas sim "os criminosos" (fato que, em tese, não incomoda ninguém. Pelo contrário, quantos menos bandidos melhor)?"
Quando falo em Homicídio (as Estatísticas TAMBÉM), englobo os mesmos. E quanto aos parênteses > Sigo tal citação, mas não sou Ameba de dizer que "está tudo bem", afinal, se os mesmos estão se Matando, é sinal que a Sociedade não está Segura, pois a Policia não tem Capacidade de Coibir tais Crimes. . . "quantos foram vítimas da polícia, pois esta recebe da população o poder informal para agir fora da Lei, aplicando um Direito Penal subterrâneo?"
Para as Estatísticas, seu "fora da lei" é apenas um Vômito qualquer... A mesma (estatística) engloba os Crimes seguindo a Legislação. . . "quantos foram praticados numa situação de desespero, conhecido como anomia (sociologia), fato que, na mesma situação, muitos poderiam cometer o mesmo (é apenas uma hipótese, fica a ressalva para quem não saiba ler)?"
E o que DIABOS isso importa para com o que estou dizendo??? . . "quantos desses assassinatos são de "criminosos", e não cidadão de bem, que foram mortos em confronto com a polícia, ou mortos pela própria organização criminosa, por falha no serviço (não quero dizer, com isso, que eles não tenham direito a vida)?"
Como JÁ expus mais acima, só resta dizer > O que DIABOS você quer por aqui??? Aff!!! . . "os réus que foram absolvidos seja por legítima defesa, desclassificação para crime culposo ou estrito cumprimento do dever legal, e que as mortes são, portanto, consideradas lícitas. Essas mortes são retiradas da estatística, ou que vale são apenas os indiciamentos ou a denúncia para o cálculo?"
Pelo que sei, sim, são retiradas, mas posso estar enganado, portanto, RESPONDA >>> Qual a porcentagem de tais Homicídios (Culposos/Legítima Defesa/Estrito Cumprimento do Dever Legal)??? (Vamos ver se tal Número chega, pelo menos, perto dos 50.000 Assassinatos por ano, rsrsrs...) . . "Não há realidade, porque há generalização, portanto, o que há são dados sociais falsos."
Para o que estou comentando, NÃO. São Fatos! . . "Não conhece um caso concreto sequer, e se diz comentar fatos."
"Concreto" pra você é Deturpar o que estou dizendo??? (Ora, faça-me o favor, né!) . . "Qualquer pesquisador, que não faça uso de um discurso metonímico, poderá inserir muitas outras perguntas"
Desde que não fuja do Assunto do Tópico, pode fazer quantas perguntas quiser, meu caro. Responderei TODAS! (assim como faço desde 2010!) . . "Aliás, essa últimas perguntas, quem fez, foram dois pensadores de verdade, Ignácio Cano e Nilton Santos (livro: Violência letal, renda e desigualdade social no Brasil), e não um Mané qualquer do jus."
Pedrão, não me importa de quem são as Questões, mas sim, se as mesmas irão me calar... (Até agora, você apenas Vomitou...) . . "Um pesquisador de verdade irá, óbvio, pesquisar. Já o Mané irá se contestar com o "raciocínio lógico", do tipo: é lógico que essas perguntas não têm nada a ver; é lógico que isso não faz sentido, é coisa de pseudo-intelectual."
Estou postando FATOS, logo, pesquisar mais o que, Bonitão??? (Suas Respostas não fazem JUS ao que estou comentando... Na verdade, são apenas Vômitos de Papagaio. Infelizmente!) . . "Não é preciso muita inteligência (ou talvez seja) para perceber que os números não são fatos, mas apenas um pequeno fragmento do que, depois de se interpretar, se poderá chamar de fato."
Neste sentido, é LÓGICO que precisamos Interpretar! E é Justamente NESTE Sentido que estou comentando (vide mais Acima)... NINGUÉM Assassinado Morre Vítima de Câncer, Afogado na piscina, Engasgado no almoço, Pintando a casa e etc. (Ou você já viu um "Homicídio" ser elencado como "Vitima de Câncer"??? Aff!)
PS: "Claro que, para o Mané, tudo se resume a um "raciocínio lógico", do tipo: é lógico que isso não é assim, blá blá blá."
- Eu sou "Mané", Pedrão? É isso? (E o que faço com o MacGyver, rsrs???) . . PS (2): Sinto falta de seu "Rafael(zinho)"...
Pedrão (Jurist),
"Por que perde tempo lendo coisas ridículas? Faça como eu, que não me preocupo com o que você escreve"
- 1º > Eu não "perco Tempo", mas sim, "Escracho" seus Ridículos Vômitos.
2º > Se não se preocupasse com o que escrevo, NÃO estaria por aqui. (Se está, é porque se interessa, e MUITO, pelos meus Comentários)
3º > Feliz Natal! :)