Medo de 'rolezinho' é reação de brancos, diz ministra
Apartheid no shopping A ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros (PT), acusa a polícia e os frequentadores de shoppings de discriminar jovens negros nos "rolezinhos". "As manifestações são pacíficas. Os problemas são derivados da reação de pessoas brancas que frequentam esses lugares e se assustam com a presença dos jovens."
O último que sair se tiver tempo apague as luzes!!!!!!!!!!!!!
Se tal "Movimento" fosse realizado PACIFICAMENTE, NENHUM Shopping recorreria à Justiça. Afinal, o mesmo iria atrair mais Público (Leia-se "Consumidores").
Porém, Infelizmente, nem sempre a Cartilha do Respeito é seguida (vide CIBELE LUNETTA). Daí a Proibição de ALGUNS "rolezinhos".
PS:
Será que os Defensores de tal "Movimento" aceitariam abrir suas casas ao mesmo? (Se sentiriam Seguros?)
Cirus, então você faz "exercício de raciocínio cumulado com conhecimento acumulado com o passar dos anos"?. Nossa, impressionou, parabéns por essa sua tremenda capacidade.
Eu, como não presenciei, tampouco participei dos tais rolezinhos, só posso emitir uma opinião com base no que a mídia expõe, e por isso costumo ler mais de duas fontes para evitar a parcialidade de determinada fonte.
O sr. por acaso presenciou/participou do tal movimento para afirmar com tanta veemência que a polícia foi truculenta, foi preconceituosa, que só agiu contra negros e pobres? Ou a sua capacidade de "exercício de raciocínio cumulado com conhecimento acumulado com o passar dos anos" o torna onipresente, onisciente? Acho que não, acho que o sr. só consegue emitir uma opinião com base no que a mídia está expondo, assim como eu.
A novela do “rolezinho” tá rendendo pano para manga, ainda. Segundo disse o secretário estadual de segurança pública a PM só agirá se houver tumulto e ressaltou que a segurança do shopping é privada e a PM só deve agir se houver quebra de ordem, at. 144 da CF. Puxa vida, só agora o eminente e “competente” secretário de segurança pública de SP chegou a está incontestável alegação. Não precisava, sr. Secretário, abrir a “cartilha” dos direitos e deveres Constitucionais (ir e vir e quebra de ordem pública) para chegar a este raciocínio brilhante. O secretário reconheceu ainda o fato de que as camadas pobres da periferia necessitam da presença do Estado para lhes proporcionar opções de lazer, até que enfim estão pensando com o cérebro. Entrevistado por um meio de comunicação o “líder” do “movimento rolezinho” contou: “A gente vai para shopping pegar mulher, comprar uns lanches no MacDonald’s”. Portanto até que provem a suposta má intenção desses jovens não há como agir com força repressiva, ou voltaremos ao estado de exceção. Autoridades despreparada é o que temos. Foi assim em junho/13 e está sendo assim atualmente... Mas o eminente juiz de direito da 3ª Vara Civil do Fórum Regional de Tatuapé, zona leste da capital paulista sob o manto do argumento duvidoso, para dizer o mínimo, afirmou para mídia: “É de rigor estabelecer o limite e impedir a aglomeração de pessoas cujo objetivo precípuo é a realização de tumulto e vandalismo.” Muito estranho MM. Juiz basear-se em fatos passados que foram os movimentos de junho/13 para atender poderosos empresários. Para mim fez um pré-julgamento com base em fatos passados, juiz comprometido? Não sei, é estranho. O irônico disso tudo é que os shoppings da capital paulista constantemente sofrem ações de bandidos que assaltam joalherias e impõem terror e risco aos frequentadores, fato amplamente divulgado na TV e jornal, mas nunca “vi” um juiz determinar, mediante provocação do MP, que reforcem a segurança dentro dos shoppings para garantir o direito maior A VIDA.
É incrível ler tanta coisa desencontrada. Quem não foi adolescente? Quem não foi "revoltado", nessa faixa etária? Atire a primeira pedra. O que acontece que, exemplos na vida diária, transmitem a ideia concreta de "impunidade". Haja vista, um governo sem moral, onde o roubo é uma instituição consagrada pelo atual poder. O lula (com minúscula mesmo) é a oitava fortuna do Brasil, para quem foi retirante e nunca ter trabalhado, é um "milagre mesmo. O que não é inadmissível é o uso da violência, o roubo, o saque. Isso não, o direito de um termina onde começa o do outro. Mas, como o criminoso hoje tem mais "leis", inclusive com apoio de advogados, a favor dele, quando sempre encontram brechas na lei, a coisa se alastra de maneira a se acreditar que tudo é licito, tudo é permitido. E jovem não entende ou não quer entender detalhes. Ele pega o "núcleo" da coisa e vai enfrente. Toda juventude é assim, em maior ou menor grau, de uma forma ou outra. Também vejo ignorância dizer que é por causa da cor. Os "roleiros" não tem uma cor definida, mesmo porque o brasileiro, nem mais tem cor definida. Somos todos brasileiros. quanto mais "secretarias" que defendam a "cor", mais racismo vai se gerar, porque fica mais latente, na pele a questão, se é ou não é. Entrar num shopping em grupo, qual é o pecado? Vejo ônibus lotados, "despejar" grupos numerosos de turistas em shoppings e todos gostam. Pela grana? Só porque são jovens da "periferia" são bandidos? Mal sabem certas pessoas que quem sustenta o país são as "periferias". Não são os colarinhos brancos, nem os da classe "A" que dão duro e levam adiante a economia de um país. São as pessoas simples que geram riquezas. Um boizinho não suja as mãos e sim o boy que suja suas mãos para gerar riquezas, a traves do trabalho. Não haveria chances do boizinho ter uma vida de dondoca. Não são os ladrões do poder que geram riquezas, são os trabalhadores braçais que constroem prédios, soldam estruturas, que percorrem as estradas transportando riquezas. Os "roleiros' tem sim o direito de protestar, se assim se pode chamar a esses movimentos. Existe sim, a discriminação pela forma dos adolescente se vestirem. Os que tem algum dinheiro e pagam preços avultados em shoppings não são melhores que ninguém, diria que são um pouco trouxas, pagando por roupas e calçados de marca (carência total, querer aparecer de alguma forma). Pergunto, esses tal de "abastados" ou abestados, que frequentam shoppings, eles não comem e bebem e depois vão no banheiro para despejarem suas imundices? Aonde esta a diferença de cor e superioridade? Um líder "roleiro" , declarou: "sei que já sabem quem eu sou, vou para casa, trocar de roupa, uma roupa decente (quer dizer convencional) e depois volto. Ele tem 17 anos e esta com medo de "desaparecer" como acontece com quem "reclama muito". Qualquer manifestação, seja em praça pública ou shopping é válida. Vou repetir, desde que se respeitem as regras de convivência. A diferença dos shoppings é a repercussão da coisa. As manifestações de rua não tem muito efeito, "cumpanheiros" se infiltram e a coisa escamba. Em São Paulo, pior ainda, que é onde se encontram os mafiosos profissionais da corja de "cumpanheiros".
elisete "Me recordo de uma entrevista concedida pelo chefe da polícia militar brasileiro em que ele dizia algo do gênero: se querem conversar, chamem um sociólogo e não a polícia."
também me recordo um conceituado sociólogo dizer: "se querem violência física, se quer quem atire e depois pegunta, chame a policia brasileira".
A frase foi dita dentro do contexto em que ele avaliava, em entrevista para revista de alta circulação, as manifestações de junho/13.
Sem julgamento, tens razão, muito bem.
Ta vendo aquele edifício, moço? Ajudei a levantar, foi um tempo de aflição Eram quatro condução, duas pra ir, duas pra voltar Hoje, depois dele pronto, olho pra cima e fico tonto Mas me chega um cidadão e me diz desconfiado: Tu tá aí admirado ou ta querendo roubar? Meu domingo está perdido, saio andando entristecido Dá vontade de beber, e pra aumentar o meu tédio Eu nem posso olhar pro prédio que eu ajudei a fazer
Ta vendo aquele colégio, moço? Eu também trabalhei lá Lá eu quase me arrebento, pus a massa Fiz cimento, ajudei a rebocar Minha filha inocente, vem pra mim toda contente Pai, vou me matricular, mas me diz um cidadão: Criança de pé no chão aqui não pode estudar! Essa dor doeu mais forte, por que é que deixei o Norte? Eu me pus a me dizer! Lá a sêca castigava Mas o pouco que eu plantava tinha direito de comer!
Ta vendo aquela igreja, seu moço, onde o padre diz Amém? Pus o sino e o badalo, enchi minhas mãos de calo Lá eu trabalhei também, ali sim valeu a pena Tem quermesse, tem novena e o padre me deixa entrar Foi ali que Cristo me disse: "Rapaz deixe de tolice, Não se deixe amedrontar! Foi eu quem criou a terra, Enchi os rios fiz as serras, não deixei nada faltar! Hoje o homem criou asas e na maioria das casas Eu também não posso entrar!"
Cidadão de Zé Ramalho.
Posso estar muito enganada, uma vez que o direito que eu conheço é diferente do brasileiro. Aliás, dizem que a polícia daqui é bastante atuante, baderna aqui, nem na rua! Os ingleses que tentaram fazer bagunça aqui no Algarve, durante o Euro de 2004, foram detidos e encaminhados ao aeroporto.
Até onde eu sei, um shopping é um espaço privado com utilidade pública Se os donos do shopping decidirem fechar o espaço amanhã, não têm que dar satisfação a nenhum utente, exceto aos funcionários e lojistas, que pagam para ter seus espaços comerciais lá. Portanto, há uma esfera privada que é defesa, ou seja, independente da origem, raça, sexo, religião, etc., pode-se ir lá, comprar, passear, comer, fazer negócios, dentre outras coisas, mas não estão obrigados a tolerar baderna dentro do seu espaço.
Seria utópico imaginar que alguém marca com 200 amigos para ir ao cinema do shopping todos juntos ao mesmo tempo, a intenção obviamente não era o lazer, aliás, pelos vistos já admitiram que a intenção não era utilizar o espaço para aquilo que ele é destinado, e se a segurança do shopping pediu auxílio para defender o seu espaço, fez muito bem, e a polícia não fez mais do que aquilo para o que é paga.
Se se utilizaram de um princípio da precaução, não seria nada de anormal, pois quando há ameaça de agressão é natural que nos defendamos.
Querem manifestar, protestar, etc. , façam na rua, que é espaço público, desde que seja de forma ordeira, não há mal nenhum. O fato do efeito não ser o mesmo não é desculpa.
Juridicamente, creio que a direção do shopping agiu de forma legal, e só posso ver o comentário da ministra como despropositado e preconceituoso.
Cirus ta aí, pega seus amigos pobres e oprimidos e leva pra dar rolé na sua casa:
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/01/guarda-e-espancado-em-rolezinho-de-jovens-em-parque-de-guarulhos.html
Tem IMAGENS, para aqueles que levam o ditado: uma imagem vale mais que mil palavras. Pega o seu nobre exercício de raciocínio e conhecimento adquirido de anos e dá uma resposta pra essas imagens.
Por fim, bem colocado pela sra. Elisete "Seria utópico imaginar que alguém marca com 200 amigos para ir ao cinema do shopping todos juntos ao mesmo tempo, a intenção obviamente não era o lazer".
Pra que marcar um encontro com 400, 600 ou mil pessoas? Você não vai falar nem com 1/3 delas.
O objetivo do tal rolé é um: baderna.
Senhores:
O Estado é o grande responsável por todo confronto social no país; não edifica e administra nas periferias praças esportivas;. clubes, etc... para integrar os jovens em um bom ambiente dentro da sua comunidade; na falta deles, os jovens procuram inserir-se onde querem sentir-se parte da sociedade; mas excluídos aparecem com formas de protestos.
O mesmo ocorre de forma mais grave nos Estados onde o governo deixa a " deus dará " os presidios; agora foi a vez do Maranhão.
Em São Paulo, na decada de 70 os presos se organizaram e instituíram organizações criminosas hoje bem conhecidas, até internacionalmente; naquela época o Estado indagado sobre o movimento desdenhava, não tomava qualquer decisão firme para estancar a revolta social; hoje é o que é, nós presos em casa e eles soltos nas ruas, até com regalias de saidinhas de dias disso dia daquilo.
O atual Estado não tem capacidade de gerir suas instituições; os cidadãos ficam à mercê da sorte.
skuza "Estava demorando para a esquerda tomar contada desse "rolezinho" e começa a difundir a luta de classes. Esses caras são profissionais no que eles fazem."
Me diga por obséquio o que você entende por esquerda e direita? qual a origem destes termos? como eles nasceram? uma dica foi na França...
E atualmente, contexto brasileiro, a utilização dos termos “direita” e “esquerda” o que significa?
Elisete: "Até onde eu sei, um shopping é um espaço privado com utilidade pública Se os donos do shopping decidirem fechar o espaço amanhã, não têm que dar satisfação a nenhum utente, exceto aos funcionários e lojistas, que pagam para ter seus espaços comerciais lá. Portanto, há uma esfera privada que é defesa, ou seja, independente da origem, raça, sexo, religião, etc., pode-se ir lá, comprar, passear, comer, fazer negócios, dentre outras coisas, mas não estão obrigados a tolerar baderna dentro do seu espaço."
Em parte você voce tem razão em parte não, ou seja, ninguém questiona o direito de propriedade dos proprietários do shopping, uma vez que é um espaço aberto ao público não se pode ditar quem frequentará, correto. O problema todo, e pode crer nisso, é que todos estão temerosos com movimentos para se reivindicar alguma coisa, mas vimos que no meio infiltram bandidos que depredam patrimônio público e privado. Muito bem, em junho/13 constatamos isto e mais: a nossa poilícia não está preparada para este tipo de ação em massa ( nem vou mencionar que as polícias são mal preparadas em tudo).
Você que mora na Europa deve saber bem mais que eu na Inglaterra qualquer "coisa" é motivo para as massa irem para rua, como estouro de boiada, reivindicar sua revoltas ou contra ato politico e até mesmo de cunho esportivo, entretanto a polícia de lá tem um destacamento exclusivo para esse tipo de evento e trenam constantemente, claro não é a perfeição mas também não é o fiasco que temos aqui.
No tocante ao episódio que rotulam como "rolezinho" nada mais foi atitude de medo e tomada por suposta ação violenta, baderna dentro do shopping e lá foi um ótimo advogado pleitar interesse de grande(e) empresário(s), juiz medroso e comprometido, eu penso assim, não titubeou concedeu LIMINAR.