Contrato de Financiamento - juros abusivos - parâmetro
Alguém pode me dizer como andam as procedências dos pedidos visando devolução por financiamento de veículos, onde de vislumbra ter pago juros abusivos? De quem está acostumado com os casos, gostaria de saber qual o caminho a seguir, antes de propor a ação, ou se entra direto com a ação apenas por "imaginar" que os juros sejam mesmos abusivos (pois costumam ser), pedindo para que o juízo determine perícia?
Outro detalhe, para se apurar se os juros são abusivos, com base em decisões que os colegas tenham conhecimento, qual o parâmetro que está sendo usado?
Boa Noite! Comprei um carro no valor de $ 36.000,00, sendo que dei $ 22.000,00 de entrada e financiei $ 14.000,00 em 48 vezes. As prestações ficaram no valor de $ 442,18 e esse negocio foi feito julho de 2008. A minha duvida é como sei que estou pagando as prestações com "juros abusivos" e como faço pra recuperar o que ja foi pago, caso tenha juros abusivos no contrato? Grato.
boa noite. Em primeiro lugar devo esclarecer que a jurisprudência atual permite os juros superiores a 1% ao mês desde de explícitos no contrato. Assim, quando se entra com a revisional o que se pede é a desconstituição da capitalização composta dos juros (ou seja o uso da Tabela Price), e a aplicação da Fórmula de Gauss (capitalização de juros simples). Em relação ao VRG a jurisprudencia atual entende que a cobrança do mesmo não descaracteriza o contrato de arrendamento ou leasing. O IOF é sempre devido, então não peça a devolução. Por outro lado o custo cobrado por folha do carnê de pagamento, os serviços de terceiros, o registro de contrato são cobranças indevidas, pois são serviços inerentes a atividade dos bancos e financeiras, não podendo ser repassados ao consumidor. Para saber se você está pagando parcela a maior, pegue a fórmula de Price, coloque os juros mensais contratados, o valor arrendado e o total de parcelas, você obterá o valor que está pagando (provavelmente), depois faça o mesmo com a Fórmula de Gauss, em regra dá diferença. Está diferença é o valor que você pagou a maior e que pode pedir devolução. A financiadora / banco vão contestar, e você terá que impugnar, então é bom estar por dentro das teses, dá trabalho pesquisar na jurisprudência do STJ, mas é melhor usá-la pois dá maior embasamento as suas afirmações. Depois da fase de impugnação é que o Juiz irá pedir que se manifeste quanto a produção de provas, e ai pede-se o perito contador. Eu aprendi a fazer todos os cálculos e na inicial já apresento os mesmos, para ao final só apresentar os quesitos para que o que demonstrei seja comprovado pelo perito. Espero ter ajudado.
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Ola.. gostaria da ajuda de vocês! fiz um financiamento de um FOX PRIME NO VALOR DE 42.000,00, sendo que a entrada foi de 10.000,00, e o financiamento foi feito em 60 meses, onde o valor da parcela é de 1.050,85. Bom amigos, quero saber se estou pagando abusivamente e posso entrar com uma açao revisional, ou seria em vão?!
Quero saber tambem como e o procedimento de retençao do nome junto as empresas de restriçoes, como serasa e cpc?! Se eu entrar com a açao, meu nome fica vinculado ou nao durante o tramite!?
Desde ja obrigada, e aguardo informações.
bjos
Bom Dia, Eu também financiei um veículo e estava tendo muitas dificuldades para pagar as parcelas, sempre atrasava e cada vez um escritório de cobrança diferente me ligava ameaçando dar busca e apreensão e acabava sempre pagando juros abusivos. Comecei a pesquisar e vi em vários sites oferecendo serviços de redução de juros abusivos e planilhas caras de cálculos, o que era mais estranhos é que esses escritórios sempre pediam dinheiro adiantado para resolver a questão. Desconfiado de tantas promessas fui até o fórum e perguntei em uma das varas como funcionava esses processos. Fiquei desanimado com a resposta, pois somente um em cada 20 processos dava certo, pois os juízes consideram que se a pessoas aceitou o financiamento e esse é em parcelas fixas, não há abuso. Diante de tudo isso procurei um advogado de confiança que me orientou a fazer a coisa certa. Para eu não ter prejuízo na devolução do veiculo, pois esse seria vendido em leilao e eu teria de pagar o saldo, o Dr. fez uma devolução Judicial do carro. Pasmem ! O Juiz determinou que o banco recebesse o veiculo, mas o Banco recorreu ! Resultado eu fiquei 22 meses sem pagar a parcela e usando o veículo esperando o resultado do meu impasse. Eu devia 15 mil em parcelas para o Banco e meu advogado me orientou a fazer uma proposta para quitar o carro. Então eu me dizpus a pagar 7 mil. O incrível que o Banco aceitou, pois devido ao trabalho perfeito do meu advogado, o Banco ficou sem o Carro e sem ver a cor do meu dinheiro por 22 meses. Resolvi o problema e não paguei Juros abusivos ! pois essa diferença de 8 mil era justamente os Juros ! [...]
Advogo na área bancária faz mais de 25 anos e sempre alerto meus clientes dos "prós e contras" de uma demanda judicial. O BACEN fornece em seu site tabelas das taxas médias de mercado praticada pelos bancos. É dentro de faixa média que os juízes estão proferindo sentenças. Não existem milagres jurídicos como muitos que aqui escrevem tentam impingir. Se você deixa de pagar as prestações do financiamento, mesmo que esteja litigando contra o banco, terá seu veículo apreendido. Logo, numa ação revisional, você deverá continuar depositando judicialmente o valor que achar devido, sendo que esse valor jamais poderá ser inferior ao principal, acrescido de encargos e demais taxas legais e IOF. Na ausência de depósito judicial, você estará automáticamente em mora o que justifica a busca e apreensão. Não estando em mora seu CPF não será negativado. Nenhum juiz tem o poder de obrigar um banco ou financeira a receber o veículo de volta. Se isso acontecesse, seria uma aberração jurídica sem precedentes. O que sempre acontece, é o banco tomar o veículo, vendê-lo a preço vil e continuar a execução pelo saldo devedor. Outro fator crucial: quem demanda contra bancos e financeiras entra na lista negra deles e nunca mais conseguirá financiamento para quisição de veículos. Resumindo - analise bastante o custo benefício de uma demanda "temerária" como a revisional de veículos. Não caia no conto dos "Escritórios" milagrosos.
Olá qualquer duvida faça seu calculo me mande um e-mail que ajudarei vcs em todas as duvidas [email protected]
Bom dia
Adquiri em 2008 um corsa wind hatch 00/01 sem entrada, com 60 parcelas 481,72 - com valor total de R$ 28903,20 - vou terminar em 03/13.
Tem condições de retirar os juros abusivos (palavras de um Advogado) para baixar as parcelas e se tem como eu receber toda a diferença dos juros aplicado em todas as parcelas?
Obrigado pela atenção..
Eu financiei uma moto CB300 em 48x de 555,45 paguei 5 parcelas,só que por motivos financeiros deixei atrasar 4 parcelas,só que agora eu consigo voltar a pagar a mensalidade de $555,45,só que a Panamericano não está querendo fazer um acordo para que eu consiga pagar as parcelas atrasadas e continuar pagando o financiamento de $555,45,eu queria saber como faço para resolver isso,posso procurar um advogado para conseguir uma negociação desse juros abusivos.Obrigado
Boa Noite, Eu também financiei um veículo e estava tendo muitas dificuldades para pagar as parcelas, sempre atrasava e cada vez um escritório de cobrança diferente me ligava ameaçando dar busca e apreensão e acabava sempre pagando juros abusivos. Comecei a pesquisar e vi em vários sites oferecendo serviços de redução de juros abusivos e planilhas caras de cálculos, o que era mais estranhos é que esses escritórios sempre pediam dinheiro adiantado para resolver a questão. Desconfiado de tantas promessas fui até o fórum e perguntei em uma das varas como funcionava esses processos. Fiquei desanimado com a resposta, pois somente um em cada 20 processos dava certo, pois os juízes consideram que se a pessoas aceitou o financiamento e esse é em parcelas fixas, não há abuso. Diante de tudo isso procurei um advogado de confiança que me orientou a fazer a coisa certa. Para eu não ter prejuízo na devolução do veiculo, pois esse seria vendido em leilao e eu teria de pagar o saldo, o Dr. fez uma devolução Judicial do carro. Pasmem ! O Juiz determinou que o banco recebesse o veiculo, mas o Banco recorreu ! Resultado eu fiquei 22 meses sem pagar a parcela e usando o veículo esperando o resultado do meu impasse. Eu devia 15 mil em parcelas para o Banco e meu advogado me orientou a fazer uma proposta para quitar o carro. Então eu me dizpus a pagar 7 mil. O incrível que o Banco aceitou, pois devido ao trabalho perfeito do meu advogado, o Banco ficou sem o Carro e sem ver a cor do meu dinheiro por 22 meses. Resolvi o problema e não paguei Juros abusivos ! pois essa diferença de 8 mil era justamente os Juros ! o email do advogado que me resolveu o problema é [email protected]