busca e apreensão
Gostaria muito de alguns esclarecimentos sobre busca e apreensão de veículos... Há dois anos atrás, financiei um carro em 24 parcelas e após pagar 14 delas resolvi negociar o carro com um vizinho de condomínio, o qual se comprometeu a quitar e transferir o bem em duas semanas.Porém, apesar de ter pago aquilo que pedi pelo oque eu já havia quitado (14 parcelas ), ele não cumpriu mais nada do que havia combinado e ainda repassou o veículo para uma terceira pessoa que também não pagou mais nada.Só agora, depois de 300 dias sem notícias do veículo, é que consegui localizá-lo em outra cidade, bastante deteriorado/ avariado.Então eu eu o truxe de volta para casa, sem saber como devo proceder, já que liguei para o banco e o valor para quitar a dívida é bem maior do que o valor do próprio veículo... Minhas dúvidas sãö...
Um amigo me informou que o banco não pode mais me tomar este carro porque já foi pago mais da metade do financiamento...Será que é verdade? É possível ser detido por falta de pagamento em uma situação assim como a minha? Já procurei o banco para tentar negociar este débito algumas vezes mas eles só aceitam o pagamento à vista...Existe algum meio legal de rever os valores que estão me cobrando e ainda parcela-los de forma que não seja necessária a entrega do veículo?
Desde já agradeço a atenção...
é só se dirigir ao DETRAN e preencher a guia de real infrator, as multas sairão do seu nome para o dele.
Aproveite que a moto está apreendida e comunique ao Banco para ele retirar o bem para evitar a perda diante de um leilão, salvo outras possibilidades.
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema?
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema?
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema?
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema?
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema?
O acordo celebrado entre as partes é bilateral. É a melhor linha de crédito praticada nos tempos atuais, e saliento que o que fora firmado não é a compra de um bem, e sim um empréstimo. Portanto, a captação e é assegurada pela garantia. Toda instituição credora, visa como resolução indiferente do regime da cobrança (dividida em amigável ou administrativa que nada mais é que uma cobrança sem a incidência de custas processuais, ao contrário da contenciosa, que temos um processo de busca e apreensão a ser iniciado) SEMPRE recuperar o crédito. Esse processo é dado em segredo de justiça e depende de todo tramite no judiciário, passível da notificação especial (entregue por um cartorário) além de aguardar o retorno dela, há a sujeição do protesto, para depois que obtiver o respaldo destes recursos, apresentamos o restante ao fórum com a petição para protocolo e depois de alguns dias, ai sim, temos uma ação de busca e apreensão para se cumprir prazo. Nenhum juiz de direito, autoriza a inserção de um teor administrativo relacionado à inadimplência. É dever de todo consumidor procurar a instituição que lhe emprestou o dinheiro, ressalvo o descaso de muitos consumidores, que desprezam o extravio do carnê pelo correios ou ainda na revenda. O serviço de atendimento ao cliente orienta o reenvio de uma segunda via ou a entrega noutro endereço. Problemas mecânicos ou avarias é conseqüência de uma compra mal feita, novamente é da sua responsabilidade fazer a inspeção necessária. Financeiras não são revenda, nem loja, sobretudo o acordo de vontade estabelecido é para regulamentar o pagamento de acordo com o plano contratado. Prezados desentendidos, firmem acordos com as assessorias, ou experimentem o prejuízo de uma negociação inflexível depois que o bem for tomado. Toda venda é concreta, não importa o valor empregado a ela, e repassar para um terceiro por intermédio de uma procuração é uma burrice.
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema? PermalinkMensagem inadequadaMensagem inadequadaResponder Almir | Petrópolis/Rio de Janeiro 17/01/2010 21:40
Fiz um financiamento de um carro (Marea) em 03/2007 pelo banco Itaú, o financiamento foi de R$26.000,00 que seria pago em 48 parcelas de R$980,00. Na época do financiamento o banco ficou de fazer a transferência, onde o carro ficaria alienado, inclusive paguei uma taxa de R$527,00 para este serviço. Naquele mesmo ano (2007) fiquei despreocupado correlação a este serviço, pois a gerente disse-me que o despachante iria me procurar. Quando comprei o carro a documentação estava em dia (2006), mas não consegui pagar o IPVA de 2007 que ficou em atraso que se juntou ao IPVA de 2008 que também ficou em atraso e o despachante não me procurou até hoje. Paguei 14 parcelas, fiquei apertado e não pude mais pagar, no 2º mês em atraso (07/2008) procurei o banco para devolver o carro, fui surpreendido pelo gerente que disse que não poderia receber o carro de volta, inclusive foi o jurídico que o orientou desta forma e que o banco iria cobrar a dívida e não o carro. Para ter esta afirmação do gerente fiquei três meses procurando-o quase que semanalmente, ligando etc., não entendia porque desta demora e falta de interesse em resolver o problema, paralelamente liguei várias vezes para a ouvidoria do banco e a mesma dizia que não tinha nenhum contrato em meu nome. Achei muito estranho, contatei um advogado (jovem) disse que poderia me ajudar, não conseguiu, mas encontrou algumas informações interessantes; o contrato sumiu da agencia, o banco não conseguiu me contatar, pois eu havia mudado de endereço e o mesmo estava possivelmente enviando correspondência para o endereço antigo e que o banco estava com um processo cobrando-me a dívida. Não faço a transferência para meu nome por ser uma forma de assegurar que o banco não vá fazer busca e apreenção do veículo, se assim o fizer o carro vai a leilão e ainda o banco vai ficar cobrando a dívida que sobrar, pois são muitas parcelas em atraso e os juros são altíssimos, se tivessem aceito a devolução na época em que eu os procurei já estava tudo resolvido. Estou com o carro até hoje, circulo com ele normalmente e procuro manter o IPVA em dia só possuo o documento de 2006, mesmo assim em cópia, pois em 12/2008 fui pego em uma blitz e o carro foi apreendido – na época a documentação estava atrasada, ao retirá-lo o guarda do depósito ficou com o documento 2006 original e disse que eu teria que fazer a transferência para meu nome, ai sim ter a documentação em dia. Alguém pode me ajudar tem solução para este problema?
R- Para resolver é necessário pagar a dívida, fora disso não existe outra solução.
Gostaria de saber quais os direitos legais de alguem que se aposenta por invalidez permanente. Por exemplo: carro financiado (leasing), imovel financiado, financiamentos em bcos, imposto de renda, etc.
Att,
Jorge Carneiro.
Bom!!! Financiamento carro nada muda; imóvel é necessário avaliar o contrato, via de regra existe um seguro em caso de invalidez; Imposto de renda, é necessário saber se a invalidez diz respeito as doanças previstas na lei.
alguem pode me ajudar?
tenho uma amiga q devolveu o carro amigavelmente, valia 13.000,00, e empresa não diz o valor o leilão e ainda quer mais 8.000,00 de saldo devedor as honorarios advc. precisamos de uma entidade ou ong ou um advogado para nos ajudar pois elea não tem condiçoes de se safar dessa, com o nome sujo a muito tempo, cabe um processo de danos morais pela situaçao de falta de dados e atraso de vida, pois a mesma seguiu rigorasamente as orientaçoes dada pela empresa.
att.
Bom dia vendi uma moto a uma pessoa, a mesma me prometeu trasferir para o seu nome mas até agora não transferiu. O recibo está com ele porém esta razurado. Eu posso da busca e apreenção na moto?
R- Não, sob pena de praticar crime. Veja o veículo não lhe pertence mais, você afirmou, "eu vendi", A venda é finalizada com o recebimento e a entrega (tradição) do bem móvel.
Lhe assiste o direito obrigação de informar a venda imediatamente oa DETRAN, e a ele transferir o nome no prazo máximo de 30 dias, sob pena de multa.
Por fim lhe assiste o direito de demandar em juízo em face do comprador , com uma obrigação de fazer sob pena de multas diária, portanto, deve constituir um advogado civilista.