PERÍCIAS MÉDICAS DO INSS
È lamentável ouvir e acompanhar a todo momento acusações alarmantes, tendenciosas e simplistas, dirigidas aos contribuintes da Previdência Social quando sob cumprimento da autarquia às obrigações ao Auxílio-Doença, Auxílio-Acidente e Aposentadoria por Invalidez.Cidadãos incapacitados para o trabalho são usados como bode expiatório, ocultando a deficiência tecnico-administrativa, adjetivados de forma pejorativa "preguiçosos, mentirosos, oportunistas etc.... e em moda agressores de médicos, novo artifício a conquistarem para entregar laudos ilegalmente, por terceiros ou pelo correio.
Sem generalizar, é reconhecido que a "qualidade de atendimento e serviços" dos funcionários e médicos é abusiva, ferindo os preceitos da dignidade de qualquer pessoa normal. Se há desequilibrio, é mais uma amostra de falta de competência ao atendimento publico. É tanto abuso na área de relações publicas que nestes setores onde ocorrem manifestações extremas de desagrado por alguns segurados: amostras que são ostentadas pelos peritos como troféus de submissão e sofrimento.
Trabalhadores fragilizados, acusados sem critério como responsáveis e culpados pelas reveladoras estatísticas da Previdência, normalmente incapazes de se defender dos ataques de "maus" perítos, que negam encarar a realidade e suas obrigações profissionais. Ouvimos a todo momento medidas restritivas aos beneficiários, reduzindo toda sorte de direitos.São temas e propostas, em maior evidência pelo Forum da Previdência. Se nota que doentes e idosos são "problema" para Previdência.
È oportuno alertar que é anormal uma pessoa sadia desejar ser doente ou inválida, isto em si, quando ocorre já é uma patologia. Essas pessoas devem ser assistidas de forma competente por médicos.Repugnante e antiético levar ao pânico de forma generalizada, cidadãos incapacitados, aterrorizando com o corte do benefício, pessoas de bem e em dia com as obrigações previdenciárias,vitímas de doenças ou invalidez, atiçadas por Peritos arrogantes, famosos pelos maus-tratos nos ambulatórios do Inss.
A maior anomalia imposta aos cidadãos "encostados" é agenciada pela Perícia Médica, Médicos regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina, não se importando que para atingirem seus desígnos tenham que abrir mão da ética como indivíduo e como médico, por interesse financeiro, acumulam quantos empregos quiserem,e exigem todas as prerrogativas de funcionários públicos. Os cidadãos exigem a muito: Apuração e acionamento jurìdico pelo Ministério Público, Conselho Federal de Medicina. Em uma outra oportunidade vou passar aqui as normas específicas para médicos que atendem o trabalhador e alguns tópicos do Manual de Perícia Médica da Previdência Social.
Olá doutor Gabriel! O que o senhor me diz a respeito do meu problema, fiz a primeira perícia médico com o seguite problema: artrose nos joelhos e ruptura do menisco medial em ambos os joelhos, o médico simplesmente mediu meu joelhos e me negou o auxílio, é claro que estava com todos os exames e atestado do reumatologista, entrei com pedido de reconsideração, fia nova perícia hoje (02/05/2008) e me foi negado também. O que o senhor acha? Será que tenho ou não direito ao benefício, pois não estou conseguindo mais trabalhar e a medicação que estou tomando não está aliviando muito minhas dores. Acho que o único recurso agora é tentar resolver meu problema na justiça, pois os médicos peritos que me atenderam devem achar que eu estou ali apenas para passar o tempo, de bricadeira, me fazendo de doente.Desculpe se as minhas últimas palavras foram um pouco rudez, mas nelas estou expressando meu sentimento de indignação e revolta contra os peritos médicos do INSS
Destaque Na Mídia ANMP
INSS na Justiça (08/05/2008 - 08:43)
Agência BOM DIA
A promotora de vendas Lígia Aparecida Cabana, 48 anos, e o pedreiro Aparecido Borges, 57, receberam o auxílio-doença do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por quase um ano e por três anos e meio, respectivamente. O auxílio é concedido a contribuintes considerados, pela perícia médica do INSS, inaptos para o trabalho.
Em agosto de 2007, Lígia teve seu benefício cortado. “De repente, o médico do INSS me deu alta”, afirma.
Aparecido recebeu alta do médico perito do INSS em março, e perdeu o benefício. “Nenhum exame foi feito durante a perícia”, ele alega.
Correm hoje, na Justiça Federal em Bauru, 1.139 processos contra o INSS relacionados ao auxílio-doença.
Lígia tem um hemangioma na coluna, espécie de tumor causado por inflamação dos vasos sanguíneos.
Segundo ela, o problema, que já existia, se agravou quando caiu de um ônibus em uma viagem de trabalho. Os exames médicos confirmam que a doença existe. “Sinto muita dor nas costas e dormência nas mãos. Meu médico particular disse que não posso trabalhar. O médico da empresa onde eu estava não me dá alta para voltar ao trabalho e, do outro lado, o INSS diz que eu estou boa”.
Pai de três filhos menores, Aparecido tem uma série de doenças “crônicas degenerativas” também na coluna, segundo os laudos dos médicos do SUS (Sistema Único de Saúde) que fizeram os exames. “Sou pedreiro e me proibiram de fazer força.”
Lígia diz precisar do auxílio enquanto faz os tratamentos. Ela acredita que, se for demitida da empresa onde trabalhava, não conseguirá outro emprego.
“Como o INSS também não considerou que meu problema se agravou com o tombo, o que seria um acidente durante o trabalho, não terei estabilidade na empresa”. Já Aparecido espera conseguir se aposentar por invalidez. “Minha doença é degenerativa e não tem tratamento. Agora mesmo estou totalmente sem renda”, lamenta-se.
Mão calejada ‘denuncia’ atividade
Segundo Marina Fernandes Radaic, chefe-médica da Seção de Gerenciamento de Benefícios por Incapacidade do INSS, o auxílio deve durar apenas enquanto a doença estiver em sua fase aguda. “É para a pessoa se afastar, melhorar e voltar ao trabalho”.
“Não somos ortopedistas ou cardiologistas. Somos peritos”, afirma. Segundo Marina, essa é a razão de os médicos do INSS não realizarem exames. “Apenas nos baseamos nos exames que o requerente traz do seu médico”, diz. Marina diz que o perito leva em conta, durante a avaliação, o tipo de atividade exercida e o tempo em que o segurado trabalhou já estando doente.
O INSS concede o auxílio-doença previdenciário, o acidentário – quando a empresa continua arrecadando – e a aposentadoria por incapacidade. “No caso de Aparecido, a perícia avaliou que estava trabalhando em alguma coisa porque tinha a mão calejada e manchas de tinta na pele. Por isso o benefício foi cortado”.
Segundo Marina, é comum empresas “empurrarem a responsabilidade” sobre o trabalhador para o INSS. “No caso de Lígia, a empresa em que trabalhava deveria acatar essa decisão e mantê-la na mesma função com limitações.”
Convênio garante questionamento judicial Aparecido Borges decidiu recorrer à Justiça contra a perícia do INSS. O advogado William Marciolli é o responsável pelo caso, através de um convênio entre a OAB e a Justiça Federal, sem custos para Aparecido.
“Tenho muitos casos como esse em que vários médicos do SUS atestam estado crítico de saúde e um perito do INSS avalia que o segurado está apto a trabalhar”.
Muitos dos segurados que recorrem à Justiça Federal têm seu benefício restabelecido. “Para Aparecido, estamos pedindo aposentadoria por invalidez”, diz.
Há sentenças em que o juiz refere-se ao procedimento como “alta programada”. Nas próprias cartas do INSS que concedem o benefício, consta a data em que o mesmo expira, o que alguns juízes consideram ilegal.
Segundo William, em grande parte dos casos, os doentes nem mesmo sabem quem foi o médico que os atendeu durante a perícia.
Bom Dia Bauru
PESSOAL BOA NOITE , quem viu os jornal esse dias , sabae o mque vem por ai , fonte de jornais , " AUXILIO DOENÇA SERA LIMITADO" . sem conversa deixo para voces darem suas opiniões . OBS : ISSO INDICA QUE O SEGURADO TERA O DIREITO DE PEDIR SOMENTE UMA VEZ , O AUXILIO , não havera nem PPG E PR , a não ser que eu seje muiyo burro ??????? viva o barbudo !!!!! boa noite a todos
Livia sobre o comentario do Roberto Jeferson Tenho a impressão talvez errada que apesar de respeitar a opinião dele sobre meu caso..discordo Acredito que e estou seguindo sua orientação a respeito da minha postagem Como disse talvez tenha a impressão errada mas sera que vc assustou ele ...talvez seja um perito defendendo os medicos peritos com uma certa cautela quem sabe? pq me informei a respeito com advogado trabalhista e fui informado que o medico do trabalho tem o direito sim de negar a volta ao trabalho pois a empresa não pode se responsabilizar por possivel acidente com um funcionario sem condições de trabalho provado isso por exames e pelo medico que faz o seu tratamento Procurei uma advogada e ela esta entrando no processo na justiça federal pedindo a tutela ...assim que tiver novos esclarecimentos postarei aqui ..agradeço muito sua orientação amiga
Saiu minha sentença no federal hj. O perito concedeu 2 anos de afastamento, caso não tenha melhora com os tratamentos q já realizo, terei a aposentadoria por invalidez. Estou feliz? não, estou triste de receber a porcaria do benefício que diminiu meu salário na metade, mas tenho como sobreviver enquanto estiver doente...
Marcelo_1
como o seu salário foi diminuido pela metade, se o INSS ao fazer o cálculo das contribuições, usa um percentual para atualizar os valores de 07/1994 até o dia do afastamento? Depois disso, só é levado em consideração 80% das maiores contribuições já atualizadas e divididas pelo nº de contribuições, ou seja, 20% das menores contribuições são desprezadas.
Isto deve ter acontecido com você, pois você deve atualmente receber um bom salário na empresa na qual trabalhava até o afastamento, mas o INSS leva em consideração todas as contribuições de Julho de 1994, até hoje (todo o período do plano real), sendo assim, quando se tem contribuições menores do que a atual, tem uma redução na renda da pessoa. Como eu sempre trabalhei na mesma empresa desde 1988; quando estive em benefício em 2004 até 2006, o meu salário era R$ 1.400,00 e foi calculado pelo INSS: R$ 1.873,00, pois como eu disse, o INSS levou em consideração todas as contribuições de 07/94 até 06/2004, atualizou os valores e depois considerou 80% das maiores contribuições, dividindo pela quantidade de meses contribuídos.
Se você achar que está errado, olhe em seus olerites ou contra-cheques, e compare com a Memória de Cálculo do benefício. Se você não tiver este documento, entre no site do INSS, logo na página inicial tem a opção: Carta de concessão e memória de cálculo.
Se encontrar erro, entre com um pedido de revisão, pois se você for aposentado por invalidez, a única diferença a receber é mais 9% na sua aposentadoria, uma vez que os benefícios por incapacidade, o segurado só recebe 91% do valor do benefício calculado pelo INSS.
Boa Sorte. Mande notícias.
Catia_1 obrigado pela dica, vou atrás disso, pois meu salário atual na empres era de quase 3.000,00, hj ele está e em torno de 1.600,00, vou ver isso mesmo. Tudo bem q meu salário começou a ser melhor depois dos ultimos 2 anos...mas vou ver o q pode estar errado.
Orlei Araújo Padilha infezmente colega, essa é a unica forma de conseguirmos valer nossos direitos. abs
É companheiros de sofrimento com o INSS não existe outro caminho que não o da justiça, eles e suas juntas compradas na qual nos mandam recorrer após sermos liberados injustamente devido a esses maus peritos do doce vendidos desrespeitosos com nos segurados, recorrer de que e pra quem se um prerito de nega o beneficio ou sua prorrogação mesmo vc provando com laudos e exames médicos a sua condição de doença eles te liberam sem nem ao menos ler ou ver seus exames que são assinados por médicos peritos no assunto ou seja eles desconfiam dos próprios companheiros de serviço formados, e muitas vezes com mais expreiencias do que eles mesmos, é uma vergonha realmente estamos nas mãos de um bando de "fanfarrões" é isso que eles são o infeliz dos quatro dedos barbudo já é aposentado o outro mediúcre nos chamou de vagabundo mesmo ele estando aposentado esse tal de fernado Henrique, reclamar pra quem se nossa reclamação de pedido de recurço é julgado pelos próprios peritos, isso é uma piada é como se ladrão julga-se ladrão, não ha outro caminho que não o da justiça contra esses calhordas, se vc for indeferido men entre com recurso que vai ser julgado por eles sabe la deus quando as vezes leva anos e vc não esta gangando nada, peça novo beneficio com vova pericia e leve novos laudos tanta s vezes quanto foram necessário e boa sorte.
Destaque Na Mídia
Benefício cortado
(12/05/2008 - 09:28)
SEGURADO FEZ QUATRO OPERAÇÕES E TEM 14 PARAFUSOS NA COLUNA. BENEFÍCIO FOI CORTADO EM AGOSTO DE 2007, APÓS PERÍCIA NO INSS
O segurado Marcelo Farina Carmona, 40 anos, se afastou do trabalho em maio de 2005 para tratar de uma lombociatalgia (dor que se irradia da região lombar).
No mesmo mês, fez a primeira de quatro cirurgias na coluna, que resultaram na implantação de 14 parafusos, três conectores de alinhamento, duas hastes de fixação e duas próteses na coluna.
As três primeiras operações aconteceram em maio, junho e novembro de 2005. Em agosto de 2006, foi feita a última cirurgia.
O auxílio-doença foi concedido pelo INSS no dia 10 de julho de 2005. Em 18 de agosto de 2007, após a alta dada pelo médico perito, o benefício foi cancelado.
O segurado fez um pedido de prorrogação do auxílio-doença, porém, a solicitação foi negada em 21 de agosto de 2007, após a avaliação de um outro médico do INSS.
"Até hoje tenho problemas por conta de tantas cirurgias. O meu médico disse, inclusive, que terei que operar de novo, porque há uma lesão em uma vértebra. Mesmo assim, o INSS me deu alta, depois de dois anos de afastamento", disse.
O segurado é operador de computador e trabalha das 23h às 7h. "Se fico muito tempo sentado, sinto dores terríveis. O médico fez um relatório pedindo o meu afastamento definitivo", contou.
Carmona já tentou, por três vezes, um novo auxílio-doença, porém, os pedidos foram negados após as perícias -feitas em três postos diferentes. (Juca Guimarães)
Destaque Na Mídia
Resposta do INSS sobre corte de benefício (12/05/2008 - 09:32)
O INSS informou que, de acordo com o exame pericial, o segurado tem condições de trabalhar. De acordo com o instituto, apesar da doença de Carmona, não foi reconhecida sua incapacidade para o trabalho e, por isso, o benefício foi cancelado.
Se for operado novamente ou se seu estado de saúde piorar, Carmona poderá pedir novamente o auxílio. O segurado disse que o instituto marcou uma perícia para segunda-feira. (JG)
Agora S. Paulo
Destaque Na Mídia
INSS reconhece erro (13/05/2008 - 09:33)
O MINISTRO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, LUIZ MARINHO, RECONHECEU QUE O INSTITUTO ESTÁ MUITO RIGOROSO NA HORA DE CONCEDER OS BENEFÍCIOS
O ministro da Previdência, Luiz Marinho, reconheceu ontem que o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está muito rigoroso e erra na concessão dos benefícios previdenciários, já que é elevado o número de segurados que, após terem o pedido de concessão negado nos postos, procura a Justiça Federal.
No ano passado, segundo o ministro, foram feitos 6,5 milhões de pedidos em todo o país. Destes, 3,3 milhões -mais da metade- foram recusados, e os demais 3,2 milhões foram considerados válidos pelo instituto e concedidos. "Se, na Justiça, o segurado [que teve o pedido negado no posto] conseguiu o benefício, é um indício de o pedido não foi analisado corretamente e que o INSS está negando muito", disse Marinho.
Para tentar resolver esse problema, o ministério pretende incrementar a política de análise dos benefícios nos postos. A idéia é evitar que o segurado seja prejudicado pela decisão administrativa (do posto) e precise recorrer ao Poder Judiciário.
Ontem, durante o lançamento do Programa de Conciliação Previdenciária, na sede do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que engloba os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul), o ministro pediu desculpas a quatro segurados que esperaram oito anos pela decisão da Justiça até conseguirem os pedidos de aposentadoria rural que haviam sido negados pelo INSS. "Eu peço desculpas aos segurados pela demora. É o tipo de situação que, em breve, não vai se repetir. O direto do segurado deve ser reconhecido já no pedido administrativo. Para quem está aguardando o processo na Justiça por um direito que também já está reconhecido, o INSS vai propor acordo para adiantar o julgamento da ação. Ninguém precisa esperar tanto para ter o direito reconhecido", afirmou o ministro.
Na rodada de conciliação que começou ontem, serão analisados 45 mil processos que pedem a concessão ou a revisão de benefícios rurais ou assistenciais (leia mais no texto abaixo). (Juca Guimarães)
Agora S. Paulo
Destaque Na Mídia Em busca de benefícios (13/05/2008 - 09:25)
13 de Maio de 2008 - O projeto final de consolidação das leis e normas da Previdência, elaborado com base no projeto de Lei 7078, proposto pelo Palácio do Planalto será apresentado em sua versão definitiva na próxima semana. A relatora do projeto na Câmara, a deputada Rita Camata (PMDB-ES), acredita que o trabalho da comissão vai 'racionalizar' uma parte do sistema previdenciário.
'Estamos juntando toda a legislação previdenciária no que diz respeito a benefícios em um único diploma legal, racionalizando e retirando normas e leis que já foram revogados legalmente, mas não de fato', explicou a deputada do Espírito Santo. A deputada acredita que o projeto servirá para dar mais 'transparência, controle social e maior racionalidade em todo o processo previdenciário'.
A necessidade de sistematizar a legislação previdenciária foi consenso entre o governo e o Congresso. A principal conclusão é a de que a complexidade da legislação, hoje dispersa em inúmeras leis e regulamentos, dificulta a concessão de benefícios e ajuda a congestionar a Justiça.
O presidente da Fundação dos Auditores Fiscais da receita Federal (Anfip), Floriano José Martins, afirmou que a consolidação será muito favorável ao segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo ele, por causa da complexidade das normas, atualmente é difícil alguém obter um benefício. 'Quando o servidor do INSS não tem certeza (se o segurado tem direito ou não), ele nega. É mais fácil negar que conceder', disse o presidente da Anfip durante audiência pública na Câmara Federal sobre o projeto de consolidação da legislação previdenciária.
Por um lado, explicou Martins, hoje o servidor do INSS pode ter que enfrentar processo disciplinar se concede um benefício equivocadamente; por outro lado, se nega o benefício, não há esse risco. 'Elogiar (o projeto) é pouco. É (merecido) um elogio com estrelinha', afirmou Martins.
O desembargador Antônio Carlos Cedenho, da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), também avaliou que o projeto de sistematização 'vai melhorar a vida' dos segurados do INSS. De acordo com ele, os requerimentos de benefícios previdenciários em muitos casos sequer têm sido analisados pela Previdência, e outros são indeferidos sem um exame aprofundado. Com isso, observou, os segurados são levados a 'bater nas portas do Judiciário', o que congestiona os tribunais. Sobrecarregados, os juízes não conseguem julgar os processos rapidamente e os segurados esperam anos até ter o benefício concedido.
Ainda sob a ótica do desembargador, os técnicos do INSS não são adequadamente treinados e, por isso, não estão suficientemente preparados para lidar com a legislação. 'A partir do momento em que tivermos um único texto legal, o servidor do INSS vai ter mais facilidade para analisar os requerimentos', disse.
'Não é verdade que os servidores não são treinados', rebateu o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Helmut Schwarzer, também presente na audiência pública na Câmara dos Deputados
Gazeta Mercantil
Olá a todos,gostaria de uma orientação, já faz 15 meses que estou recebendo o auxilio doença, (artrite reumatoide soro negativo e lesão nos tendões da mão esquerda) trabalhei muitos anos em uma firma no setor de camara fria(-30º) quando em 2006 as dores em meu corpo aumentaram, e fui afastado por 30 dias ,quando o perito me deu alta, voltei a trabalhar só que com limitações por orientação do médico da empresa, um mês depois já em janeiro de 2007 a empresa me demitiu, no dia seguinte realizei uma perícia no INSS e o perito me afastou por 2 meses depois mais 2 etc.. quando em uma das perícias o medico me disse que eu naum teria mais o beneficio , pois ele tinha uma cota ou certo tipo de afastamentos a serem dados , e eu já naum seria mais afastado, como eu já tinha conhecimento sobre esta possibilidade de me negarem o beneficio , entrei na justiça federal e o perito da federal , concedeu o beneficio novamente em dezembro 2007, o INSS recorreu e perdeu novamente sendo mantida a decisão do juiz, bom agora é o seguinte , eu continuo sem condições de trabalhar, e vivo sozinho agora pois minha esposa faleceu em 09/2007, recebi uma carta do INSS, me convocando para uma perícia em 27/05/2008, estou preocupado com a analise do perito, se por acaso ele me negar o beneficio , o que devo fazer?? procurar a justiça federal novamente ??? obrigado pela atenção ...
oi pessoal ,
o Marinho paraeca que começou aver os erro que estão , cometendo com os segurados , disse ele que de 6.3 milhões de pedidos , apenas 505 fpram concedidos , tomara que a pedra comece a pesar em sua cabeça , pois esta admitindo que esta errado , fonte jorna AGORA , vamo ver o que ACONTECE , MARCELÃO , novamente boa sorte . abraço atodos
Destaque Na Mídia
Revisão em Santa Cruz
(14/05/2008 - 08:12)
Segurados da Previdência Social que tiverem alguma dúvida sobre as perícias médicas feitas na agência do INSS de Santa Cruz do Sul poderão rever seus pedidos a partir de segunda-feira. A decisão foi anunciada ontem pela gerência regional da instituição, durante reunião na Câmara dos Vereadores.
Considerado pouco comum, esse tipo de atividade tem como objetivo esclarecer a população. Nas últimas semanas houve uma enxurrada de queixas de pessoas que, mesmo alegando incapacidade, teriam sido liberadas para voltar ao trabalho. Entre os casos consta o de um senhor que morreu depois de ter recebido alta de um médico perito.
As situações serão avaliadas de forma individual e ainda não há previsão de prazo para concluir o trabalho. Até segunda-feira a gerência do órgão vai definir como será feito o atendimento. Ontem, logo depois da reunião, cerca de 100 santa-cruzenses já haviam deixado os nomes em uma lista que começou a ser preparada pela Câmara.
A promessa dos representantes do INSS é de que todos os casos serão reavaliados e que, naqueles em que houver necessidade de nova perícia, haverá novo atendimento. O gerente executivo da instituição, Adelar Escobar, disse que existe a possibilidade de serem convocados outros peritos para o trabalho (confira entrevista abaixo). Ele veio à cidade acompanhado da chefe do setor de benefícios por incapacidade do INSS, Isabel Rosseto, depois de ser convidado por vereadores.
COBRANÇA
A reunião seria fechada. Entretanto, cerca de 200 pessoas foram até o plenário da Câmara em busca de explicações mais convincentes. Revoltados com a perda dos benefícios correspondentes ao auxílio-doença, alguns dos participantes tentaram expor seus casos, mas foram interpelados. Outros quiseram saber quais os critérios adotados pelas equipes médicas.
Os gerentes reconheceram o grande volume de queixas quanto ao serviço e se comprometeram a buscar uma explicação. Segundo Isabel, Santa Cruz é uma das cidades onde ocorrem mais dúvidas em relação às perícias médicas. Ela alegou, no entanto, que são adotados critérios técnicos nas avaliações.
Durante a reunião, a advogada Lia Jost, representando segurados da Previdência, disse que nem sempre as pessoas que recorrem ao atendimento são ouvidas e sugeriu a criação de um grupo composto por representantes da sociedade e vereadores para acompanhar as ações do INSS. “Entendo que eles não têm credibilidade para fazer uma reavaliação. Como vão analisar os próprios erros?”, questionou.
Gazeta do Sul