PERÍCIAS MÉDICAS DO INSS
È lamentável ouvir e acompanhar a todo momento acusações alarmantes, tendenciosas e simplistas, dirigidas aos contribuintes da Previdência Social quando sob cumprimento da autarquia às obrigações ao Auxílio-Doença, Auxílio-Acidente e Aposentadoria por Invalidez.Cidadãos incapacitados para o trabalho são usados como bode expiatório, ocultando a deficiência tecnico-administrativa, adjetivados de forma pejorativa "preguiçosos, mentirosos, oportunistas etc.... e em moda agressores de médicos, novo artifício a conquistarem para entregar laudos ilegalmente, por terceiros ou pelo correio.
Sem generalizar, é reconhecido que a "qualidade de atendimento e serviços" dos funcionários e médicos é abusiva, ferindo os preceitos da dignidade de qualquer pessoa normal. Se há desequilibrio, é mais uma amostra de falta de competência ao atendimento publico. É tanto abuso na área de relações publicas que nestes setores onde ocorrem manifestações extremas de desagrado por alguns segurados: amostras que são ostentadas pelos peritos como troféus de submissão e sofrimento.
Trabalhadores fragilizados, acusados sem critério como responsáveis e culpados pelas reveladoras estatísticas da Previdência, normalmente incapazes de se defender dos ataques de "maus" perítos, que negam encarar a realidade e suas obrigações profissionais. Ouvimos a todo momento medidas restritivas aos beneficiários, reduzindo toda sorte de direitos.São temas e propostas, em maior evidência pelo Forum da Previdência. Se nota que doentes e idosos são "problema" para Previdência.
È oportuno alertar que é anormal uma pessoa sadia desejar ser doente ou inválida, isto em si, quando ocorre já é uma patologia. Essas pessoas devem ser assistidas de forma competente por médicos.Repugnante e antiético levar ao pânico de forma generalizada, cidadãos incapacitados, aterrorizando com o corte do benefício, pessoas de bem e em dia com as obrigações previdenciárias,vitímas de doenças ou invalidez, atiçadas por Peritos arrogantes, famosos pelos maus-tratos nos ambulatórios do Inss.
A maior anomalia imposta aos cidadãos "encostados" é agenciada pela Perícia Médica, Médicos regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina, não se importando que para atingirem seus desígnos tenham que abrir mão da ética como indivíduo e como médico, por interesse financeiro, acumulam quantos empregos quiserem,e exigem todas as prerrogativas de funcionários públicos. Os cidadãos exigem a muito: Apuração e acionamento jurìdico pelo Ministério Público, Conselho Federal de Medicina. Em uma outra oportunidade vou passar aqui as normas específicas para médicos que atendem o trabalhador e alguns tópicos do Manual de Perícia Médica da Previdência Social.
Resolví entrar nesta sessão, até um pouco tarde demais, pois meu sofrimento já vem desde 11/2010,qdo meu ben.foi cortado, mesmo em tratamento,ou melhor no pior estágio de minha doença,tenho bipolar,toc.sindrome do pânico,e depressão, entre outras doenças mais, más o meu sofrimento maior é estes nomes bonitos que deram prá pessoas q após trabalharem mais de 20 anos contribuindo prá este orgão imundo, não tem rsepaldo qdo mais precisa.Fui afastada com estes diagnósticos por médicos do H CLINICAS, CLINICA DE PSIQUIATRIA,VÁRIOS MÉDICOS,INCLUINDO CARDIO, VASCULARES,OFTALMOS,ETCCC, DEPOIS DE TANTAS IDAS, e VINDAS.Para este orgão, eu tenho um tempo prá me curar,más já foi diagnosticado problema crônico,sem tempo determinado,visto q fui afastada em 2006,de repente, acendeu uma luz e eu fiquei boa, tô tão capacitada que tenho bilhete de acompanhante,tomo litio,clonazepan,depakene,sertralina, vivo caindo, inclusive em um destes tombos tive séria aminésia,não saio só,mau durmo,ih!!!!se continuar, vcs não vão suportar, assim como eu não suporto mais tb.Fiz uma perícia, a médica do inss, me concedeu ben até 1/02/2011,perguntem se recebí?não.Sabe a resposta? PERDA DE QUALIDADE DE SEGURADO, KAKKAKAKA, tenho um ano após cessação do ben.e fiz esta perícia no tempo certo, sem contar que sei meu direito...não era louca antes de precisar deste orgão, más agora acho que estou SURTANDO, QUEM DARA PRA MIM, UM RESPALDO?.Quem consegue sobreviver, sem comida, sem pagar agua, luz, filho?Não sou casada, sou pai e mãe, e hj vejo q se morrer, nem meu filho teá algum direito, pois s eu q estou me definhando não tenho nem direito de comprar remédio,pq antes até q eu estava tomando um certo remédio chamdo VENLAFAXINA, no qual a dosagem era custo de mais ou menos $300,00 ao mês, foi cortado meu PAGAMENTO, E DIGO MEU PQ É MEU,ESTÃO ME ROUBANDO...ME AJUDEM, ME DEEM UMA AJUDA!!!!
oi mal bom dia a sete anos fui aposentado por transtorno bipolar tomo tds esses medicamentos que vc relacionou e tem mais um que estou tentando junto a secretaria de saude pois o preço dele e igual o seu mas no mes de dezembro fui convocado para uma pericia o perito me mendou para reabilitaçao devo comparecer no dia 21/03/2011ouve um erro e meu beneficio constava como se eu nao compareci na pericia fiquei sem pagamento esse mes pois tenho direito ate no final do ano para reabilitaçao agora fica uma pergunta oq vao fazer com pessoas igual a nos trememos o tempo inteiro tonteira sinto nausea depois de tomar os remedios mesmo tomando omeprazol depois que começei a tomar esses remedios me deu problema de tireoide te aconselho a procurar o juizado especial federal foi oq eu fiz agora estou aguardando tente nao paga nada mesmo e td de graça boa sorte
oh! meu deus esse mes de fevereiro foi demais ainda bem que acabou olha amigos meu beneficio foi cessado por nao comparecimento na pericia mas acontece que eu ja havia comparecido procurei a agencia e depois o juizado especial marcaram uma pericia com o,perito deles para o dia 14/02/2011 quando entrei na sala ele perguntou assim OSR REVALIDOU SUA CARTEIRA DE MOTRISTA QUANDO respondi que tinha sido em 2010 e quando fui lhe explicar uma coisa ele falou para eu ficar calado pq quem conduzia a pericia era ele td bem mas acontece que no ano de 2004 tentei reaver minha carteira nao pude pq passei por uma bateria de exame dessa vez o medico nao lhou nada so os exames de praxe achei extranho e peguei a carteira que esta sem uso pois nao tenho paciencia para dirigir so que o perito do juizado me perguntou se eu havia respondido todo questionario disse que sim mas o SR DOUTORADO DA UFMG ME DETONOU foi taxativo que posso exercer qualquer atividade que nao seja maquinas e mais sugere que retire o clonazepan cujo sem ele nao consigo dormir gostaria de dizer ao DOUTOR JUAREZ que ja conheci um psiquiatra que ele sim conhecia muito sem balela sem fazer parte da sociedade brasileira de psiquiatria ele era humano me ensinou site como bipolar.com para eu ir conhecendo por onde pisar e eu sabia que nesa caminhada iria encontrar pesoas como o SR que pede para nao falar nada e depois escreve como o SR o fez que eu sou muito passivo e que conduzi muito bem a pericia fico lhe agradecido pois nao sou DOUTOR mas tive berço e familia coisa que muitos da burguesia jamais vao saber oq e gostaria de dizer que quando fui reaver a carteira da primeira vez o clinico me mandou para a psicologa depois fui emcaminhado para um psiquiatra foi quando ele travou minha carteira isso em 2004 ia comentar com o SR DOUTORADO pois passando pelo detran resolvi ver como estava minha pauta nao sabia que podia dar problema mas agora nao tem mais jeito OSR DOUTORADO falou que conversa e com advogado TODO PODEROSO PROFESSOR DA UFMG SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA QUE DEUS O ILUMINE POIS DEUS E PODEROSO
SRS ADVOGADOS acho que fui prejudicado na pericia que fiz no juizado especial pois nao tive o direito de falar nada e o psiquiatra relata que tenho noçao de tempo e de espaço e que meu senco critico e muito aguçado como ele pode ter chegado a essa conclusao se nao conversou comigo queri explica-lhe que em 2004 quando fui tentar revalidar minha carteira de motorista o medico clinico me emcaminhou para uma psicologa e depois fui para um psquiatra que pediu um laudo do medico que me acompanhava e do perito que me aposentou agora em 2010 passando em frente ao detran fiquei curioso para saber como estava o rapaz falou que era so jogar no sistema assim fui emcaminhado para a cinica onde preenchi todas as perguntas quais remedios eu tomava qual doença eu sentia tudo e foi o mesmo clinico que me atendeu em 2004 ele mandou eu ler num quadro mediu minha pressao a falou que eu estava apto para pegar carteira de amador achei muito estranho pois ele mesmo havia me barrado anos atras peguei essa carteira mas nao fasso uso dela pois sei que a dosagem de medicamento e muita se tenho culpa em e o inss esta em cima de mim por isso o medico tbm deveria ser responsabilizado pois esta la no detran MG todas as imformaçoes que eu passei
estou em reabilitacao profissional desde 22/01/2010 em 28/01/2011 passei por péricia medica operito nao me pediu para ver atestados nem exames que levei mandou eu aguardar em casa no dia 04/03/2011 fui chamado pela assistente social ela me disse que vou fazer trei namento na empresa que trablho entao falei para ela que o perito nao me pediu nada agora ela marcou uma reavaliacao para mim para odia 17/03/2011 pois alem da espondiloartrose estou com artrose no quadril bilateral com indicacao decolocacao de protese o que acontecera comigo nesta reavaliacaocom o perito
Olá A.P.MARQUES eu li onde vc falou sobre a resp 1.109.591 no Superior Tribunal de Justiça,lá diz que o auxilio acidente pode ser acumulado com outros benefícios mas isto está incluído se a pessoa já estiver recebido alta,pois já estou liberada mesmo sem ter feito reabilitação alguma,mas como não posso exercer mais a mesma função a empresa ainda está vendo onde irá me reecolocar,enquanto isso não sei nem quando irei voltar e nem qual será o meu salário,já fui ao Ministerio do Trabalho mas nem eles sabem me informar nada,nesta nossa luta só JESUS mesmo para nos ajudar,e contarmos com a colaboração de todos que possam nos ajudar com informações como aqui no Forum,desde já agradeço.
sei de um caso de um motorista de onibus a 28 anos de trabalho na mesma empresa, o mesmo se afastou por problemas mentais, então de momento o inss o afastou E RETEVE A CARTEIRA DE MOTORISTA DO MESMO, passando um tempo o INSS deu alta dizendo que o mesmo estava apto ao trabalho, mas não querem devolver a carteira de habilitação do mesmo. Que coisa heimmmm, isso me faz lembrar de uma historia "não deixe o cabrito morrer, e tão pouco a famigerada onça morrer de fome". Como ele vai trabalhar de motorista sem a CNH. os "merdacos" peritos do INSS não tem cpacidade e competencia para avaliar um edividuo psicobiosocial. Ali parece mais um açougue, ninguem vai ao inss pedir "esmola" todos tem direito aos beneficios, é ridiculo
Oi,MUNIQUE olha lí seu comentário, e vou te dizer uma coisa, gostei muito, agora vou explicar, desde 2010, cessou meu ben.de lá pra cá passei em uma perícia, a médica me deu 06 meses, mas lá no atendimento deu PERCA DE QUALIDADE DE SEGURADO,PELO QUE ENTENDÍ NESTA PERICIA A MÉDIACA ACHOU QUE EU NESCESSITO MAS O COMPUTADOR NÃO, ME SENTÍ UMA MAQUINA E MORTIFERA só que sempre me disseram que quem resolve a situação do paciente é o PERITO,não estou com perca pois não completou um ano, qdo fiz esta perícia concedida,mandaram eu entrar com recurso, foi o que eu fiz, depois de um ano, agora estou com advogado, q diz q eu vou ganhar,más até agora só ganhei dores, fibromialgia,gastrite, doresa terriveis no estomago, não convivo na socieddae,pois um espirro px de mim, eu tenho vontade de voar no pescoço da pessoa, enfim não sei nem qdo posso estar atravessando a rua, se é qdo o carro para ou anada,fora minha cabeça q literalmente voa do meu pescoço nas crises,et etc etc....não aguento mais, já fiz pericia na justiça foi reprovada, a dr psiquiatra negou, estava com um tamanco de cinderela, cabelos com escova e um sorriso de xuxa, deve ganhar muito bem pra negar perícias de pessoas que tomam estes remédios á mais de 6 anos, e tem como provar, pois o litio dá alteração no sangue, tenho vários laudos com o mesmo diagnóstico, inclusive de um prof. do HC, más os peritos, qdo chego na sala perguntam... O QUE VC ESTA SENTINDO AGORA? A ÚLTIMA PERICIA PRA NÃO IR PRESA PEGUEI MEUS PAPÉIS E SAÍ DA SALA, POIS MINHA BOCA SECOU MEUS BRAÇLOS ADORMECERAM, EU CHOREI, SIMPLESMENTE CHOREI MUITO, FIQUEI MAU MUITOS DIAS, MINHA CABEÇA RODAVA PARECIA Q TINHA ADORMECIDO, FIQUEI MEIO EM TRANSE, AGORA TE FALO ESPERO EM DEUS, PQ ESTES LIXOS NÃO SABEM O QUE É TRABALHAR COM A MENTE E DEPOIS NÃO SABER RESPONDER MUITAS VEZES ONDE MORO QDO SAIO, ISTO É QDO SAIO,ACHO QUE NÃO TEM SOLUÇÃO.Vou esperar minha advogada que pede pras assistentes dizerem quue meu caso tá na justiça, que vai rever meu processo na junta de recurso,enqto isto tomo meus remédios, fico grogue, cada dia mais angustiada, sem pagar minhas contas, sem nada, me sinto um pé de alface vegetando,e com um filho pra criar, que se não fosse algumas ajudas estariamos passando fome, estes porcos estão nas suas mansões, más um dia haverá uma gde mudança, acredito que NOSSO CRIADOR NÃO DEIXARÁ ELES POR MAIS MUITTO TEMPO DE PÉ.... DESCULPA, MÁS FOI UM DESBAFO, SE VC OU ALGUÉM PUDER AJUDAR POR FAVOR, ME ESCREVA, SOU MÃE DEUM FILHO QUE PRECISA PELO MENOS TER ATÉ UMA CERTA IDDAE,M´S ESTES PORCOS, NÃO ME DÃO O DIREITO NEM DE CRIAR MEU FILHO, pq tudo seria mais fácil se eu soubesse que pelo menos meu filho esta garantido acontecer algo comigo, pois é de menor, tem só 13 anos.tem mais na ultima firma estou regisstrada sem poder dar baixa na carteira sem eceber tb pq a firma cessou sua funções, más existe, então tb não dei baixa a advogada diz pra não dar, sei lá, acho que tem uma solução, morrer, e outro dia meu psiquiatra disse q trata de um caso q o paciente tem cancer e problemas psiquiatricos, e o perito mandou ele trabalhar.
Por favor será que alguem po de dizer pq mais de sete m´dicos me deram laudios constando incapaciddae para o trabalho, inclusive hospital das clinicas, caps locais conceituados, onde pelo que me conta não há fraudes, isto é talvez seja mais dificil, e só os peritos do inss dizem q estou bem, ou melhor nem ollham pros laudos e qdo olham mandam eu sair, outro dia numa pericia perdi a vóz, devido á estado de nervo tomo muitos remedios, não conseguia falar, amedica mediu minha pressão e olhou minha garganta, uma consulta, más tomo remedios psiquiatricos,sera que ela quiz dizer ali q eu estava com dor de garganta?.Ou será que foi a valvula de escape que ela achou?Que pena mas eu não conseguí falar! Sinceramente, muitas vezes penso em deixar uma carta explicando meu trajeto minha humilhação, que passo, e bay, dar um fim em tudo, não vou ajudar eu mas posso ajudar muitas pessoas, serei mais uma noticia """"mulher apaga depois de se humilhar passar fome e ser humilhada pelo inss, e olha que tenho laudos que comprovam minas doenças, más..Pra que laudos se eles exigem tanto laudos e eles avaliam se estamos capacitados, e ainda tem crapulas que defendem estes monstros atraz de uma mesa,já passei cada uma no inss, uma delas foi que marcaram pericia pra 9 da noite qdo deu 8 apagram tudo e deixaram os segurados no escuro os medicos foram embora, qdo o povo revoltado começou ameaçr quebar tudo voltaram, e deram pericia negada pra gente até sem perna...Mais tem mais....Descaso e a i sr presidente do inss o que tem a dizer?
MINHA QUERIDA AMIGA MAL sofro e as lagrimas caem quando leio essa msg de uma brasileira que sofre com o sistema que nos asola a 15 anos minha esposa foi embora fiquei a so com meus tres filhos mas deus me ajudou que criei tds e estao em minha companhia hoje sofro tbm com o sistema psquiatras que se julgam deus mas se esquecem que sao humanos como nos e havera o dia do julgamento vc e uma vencedora e como eu vai dar conta do recado nos brasileiros vivemos no melhor pais do mundo mas emos os piores politicos pois nao olham para o povao nao se imtimide pois havera sempre um amanha o perito do juizado me tratou de forma erronea depois escreveu muitas coisas a meu respeito mas td bem SAO OS SRS DOUTORES DO TODO PODEROSO INSS sempre que quiser pode desabafar estarei aqui para ler suas msgs minha depressao esta a tal ponto que vc me emocionou chorei ao ler sua msg pois e muita covardia mas fazer oque estamos a merce dessa gentalha que tem que tirar de nos para poder pagar o deles aumento para eles e todo dia se vc tiver msn podemos conversar tem hora que e bom um bate papo
DE MAL PARA DRA CRISTINA BAGATELA 09/03/2011 23:54 Por favor será que alguem po de dizer pq mais de sete m´dicos me deram laudios constando incapaciddae para o trabalho, inclusive hospital das clinicas, caps locais conceituados, onde pelo que me conta não há fraudes, isto é talvez seja mais dificil, e só os peritos do inss dizem q estou bem, ou melhor nem ollham pros laudos e qdo olham mandam eu sair, outro dia numa pericia perdi a vóz, devido á estado de nervo tomo muitos remedios, não conseguia falar, amedica mediu minha pressão e olhou minha garganta, uma consulta, más tomo remedios psiquiatricos,sera que ela quiz dizer ali q eu estava com dor de garganta?.Ou será que foi a valvula de escape que ela achou?Que pena mas eu não conseguí falar! Sinceramente, muitas vezes penso em deixar uma carta explicando meu trajeto minha humilhação, que passo, e bay, dar um fim em tudo, não vou ajudar eu mas posso ajudar muitas pessoas, serei mais uma noticia \"\"\"\"mulher apaga depois de se humilhar passar fome e ser humilhada pelo inss, e olha que tenho laudos que comprovam minas doenças, más..Pra que laudos se eles exigem tanto laudos e eles avaliam se estamos capacitados, e ainda tem crapulas que defendem estes monstros atraz de uma mesa,já passei cada uma no inss, uma delas foi que marcaram pericia pra 9 da noite qdo deu 8 apagram tudo e deixaram os segurados no escuro os medicos foram embora, qdo o povo revoltado começou ameaçr quebar tudo voltaram, e deram pericia negada pra gente até sem perna...Mais tem mais....Descaso e a i sr presidente do inss o que tem a dizer?
Visitando o fórum percebo que é frequente o grau de descontentamento de segurados em relação ao trabalho dos médicos peritos do INSS que são acusados de serem incompetentes em definir incapacidade para o trabalho , mesmo diante da apresentação de atestados de nossos médicos de confiança. Diante disso, por que o INSS exige que o cidadão seja periciado? Já que só nós sabemos se estamos ou não aptos para o trabalho. Nesse sentido , o INSS deveria autorizar a todo segurado direito de nós mesmos escolhermos a data de início e data final do recebimento do auxílio doença , bem como se desejamos receber auxílio doença vitalício (aposentadoria por invalidez) para assim dar direito ao cidadão acesso ilimitado a todos os auxílios da previdência de acordo com as nossas necessidades, por tempo que nós acharmos suficiente. O que vcs acham dessa minha colocação? Queria saber também a opinião dos doutores.
P/ MAURICIO 1971 Olha Mauricio, descaso não é o nome, este presidente do inss só visa aparecer, e tem mais não são 500 pessoas reclamando, é mais de 98% que está sendo lesado pelo inss.Fiz uma pericia a médica concedeu de 10/2010 até 02/2011, foi indeferido por PERCA DE QUALIDADE DE SEGURADO.estou com registro na carteira, á 10 anos,não dei baixa,pois já sofro com idas e vindas no inss desde 2006,tenho o papel que a médica me concedeu a pericia, más na agencia que fiz a pericia não quizeram me dar? SERA QUE O MOÇO LÁ DO BALCÃO, SEMPRE COM CARA DE MANDÃO E FEIA, ME DEU INDEFERIMENTO POR ATENDENTE INCAPACITADO???
Prezado Zenaldo e colaboradores do fórum, segue matéria na íntegra do Fantástico do dia 20/02/2011 sob o título ”Brasileiros com problemas de saúde não têm auxílio-doença”.
A reportagem especial do Fantástico deste domingo mostra o drama que afeta milhares de brasileiros. São pessoas que têm problemas graves de saúde , mas não conseguem receber o auxílio-doença.
Com 23 anos, Bernardo do Nascimento Cosme saiu do interior do Piauí para tentar a vida em Fortaleza. Foi se dando bem e, aos poucos, trouxe a mãe e os irmãos. Há dez anos trabalha com carteira assinada em um restaurante. Começou lavando pratos.
“Depois disso eu trabalhei de ajudante, depois eu fui subindo, virei cozinheiro”, lembra Bernardo. Em agosto de 2009, já como cozinheiro, Bernardo passou mal.
“Eu fui pegar uma alface na geladeira. Na hora que eu fui abaixar a cabeça, aí deu uma tontura. Quando deu a tontura, eu me sustentei para não cair no chão”, conta.
Foi levado para o hospital. Fizeram um eletrocardiograma de urgência.
“Quando a gente bate o olho, já vê que é uma parada cardíaca ou a iminência de uma parada cardíaca”, explica a cardiologista Vera Marques.
“Para o coração voltar ao normal, me deram choque. Eu fiquei internado por três dias”, diz o cozinheiro.
“Chegou a mais de 300 batimentos por minuto. O normal é até 100 batimentos por minuto”, ressalta Vera.
Bernardo tentou voltar ao trabalho. Não deu. O coração disparava, ele desmaiava. Foi ao INSS e passou a receber o auxílio-doença pago pelo governo.
Há cinco anos, as regras do auxílio-doença pago pelo INSS mudaram. Em 2005, foi criada a chamada alta-programada: o trabalhador já sai da perícia médica com um prazo para voltar ao trabalho.
“Com a alta programada, o ônus agora de comprovar que está doente é do trabalhador e não do INSS como era antigamente”, diz o defensor público da União Ariosvaldo Costa homem.
Para continuar recebendo o auxílio-doença, Bernardo teve que fazer várias perícias, mas depois de quatro meses, passou a ter os pedidos negados.
Ele ouviu as negativas apesar de sempre ter apresentado o laudo que diz que o paciente "deverá evitar qualquer esforço físico, inclusive atividades profissionais, pelo risco de morte súbita".
“Qualquer trabalho que exija esforço físico, que exija muito estresse, muita correria, vai estressar também o coração, vai liberar adrenalina e isso vai favorecer o desencadeamento de arritmias”, explica a médica.
Bernardo tem dois tipos de arritmia no coração. A combinação delas é que o coloca sob risco constante de ter uma parada cardíaca e morrer.
“Ele corre risco trabalhando”, afirma a médica.
Doente e sem dinheiro até para comprar os remédios que precisa, Bernardo entrou em desespero. E voltou ao restaurante.
“Quando eu cheguei lá, eu vesti o uniforme sem dizer nada para ninguém. Aí eu entrei para ir para cozinha e comecei a trabalhar”, lembra.
“Ligaram para o escritório dizendo: ‘o Bernardo voltou a trabalhar'. Aí, eu peguei e disse: 'não pode, não'”, conta o gerente do restaurante Evilásio Dantas.
O gerente viu o laudo da cardiologista. “Aí, eu mandei ele para casa e ir atrás do INSS de novo”, comenta Dantas.
“Minha família me sustenta”, lamenta Bernardo. Bernardo está há mais de um ano sem salário e sem benefício.
Todas as suas esperanças estão na terceira cirurgia a qual vai se submeter. Se der certo, ele volta a trabalhar e para de ser jogado de guichê em guichê no INSS.
A principal crítica contra a alta-programada é o corte automático do benefício. Muitas vezes, o trabalhador não consegue marcar nova perícia antes de o prazo vencer. Ou ele tenta voltar à empresa e não é aceito, por ainda ser considerado doente.
“O trabalhador que o INSS dá alta e o empregador não aceita, na pior fase em que está fragilizado e doente, fica tanto sem o salário e sem o benefício”, diz o defensor.
Mas segundo o INSS, a política de alta-programada é eficiente.
“Logo no início da implantação do modelo, nós tínhamos 1.666 milhão de pessoas com benefício do auxílio-doença, previdenciário ou acidentário. Hoje nós temos 1,385 milhão de pessoas. Considero o sistema eficiente. Quando eu tenho 60% de satisfação dos beneficiários do auxílio-doença sem pedido de prorrogação, me parece e me deixa bastante satisfeito, à primeira vista, que a Previdência presta, sim, um bom serviço na área de perícia médica”, aponta o presidente do INSS Mauro Luciano Hauschild.
Em Porto Alegre, uma faxineira, mãe de cinco filhos, também tenta recuperar o benefício cortado.
A faxineira Jucélia Rodrigues da Silva contribui para o INSS há 25 anos. Ficou doente em agosto do ano passado. Recebeu auxílio-doença com alta programada para dali a dois meses. Pediu prorrogação, mas recebeu alta.
A empresa, porém, disse que Jucélia não tinha condições de voltar. Ela só conseguiu marcar nova perícia para agora, fevereiro. Ficou três meses sem receber nada.
“Jucélia, seu benefício foi concedido até 28 de fevereiro.Estando tudo bem contigo, volta ao trabalho”, disse a atendente do INSS.
“Já faz seis meses que eu estou dependendo do INSS, precisando e agora já venceu o prazo do aluguel. Eu estou saindo de casa. Ela era uma casa simplezinha, mas era onde eu vivia com meus filhos”, lamenta a faxineira.
Com o aluguel vencido, Jucélia foi despejada. “Vou levar só as minhas coisas. A pia e o armário são da casa. O sofá eu deixei porque onde eu vou morar não tem espaço”.
Jucélia é empregada em uma firma de limpeza. “Eu entrei em depressão por problemas financeiros. A depressão começou a aumentar depois que eu tive o casal de gêmeos. Eu estava trabalhando em uma empresa e foi inesperado. Quando eu vi eu estava grávida esperando mais um casal de gêmeos, que eu já tenho as gêmeas. Então, dali em diante, eu me senti diferente. Eu com falta de dinheiro, e as crianças pedindo e outros problemas mais, então eu fiquei nervosa e em um impulso eu soquei o vidro da porta e acabei cortando os pulsos na frente das crianças”, conta Jucélia.
Depois da primeira crise, Jucélia foi internada. Desde então, toma remédios fortes. “Este novo ela falou que dá tontura, perde um pouco a coordenação motora e também não é para eu levantar muito bruscamente”, revela Jucélia.
O laudo psiquiátrico diz que Jucélia tem: "ideias suicidas e oscilações do humor com períodos de alucinações auditivas. Está incapacitada para o trabalho".
“Não adianta, ela vai ter que subir escada para fazer um tipo de serviço. E se dá uma tontura, se cai de uma escada, cai do segundo andar?”, pergunta o chefe de Jucélia, Ronaldo Reck.
Como pode alguém com alucinações e tontura trabalhar como faxineira? Como pode uma pessoa com risco de morte súbita trabalhar na agitação de uma cozinha de restaurante?
Os peritos do INSS consideram normal haver diferenças entre seus pareceres e os dos médicos que cuidam dos pacientes.
“O médico perito vai avaliar o segurado e vai ver o impacto daquela doença sobre sua vida laboral. Ele pode estar doente, sim, e não estar incapaz. Muitas vezes, existe uma discórdia exatamente nessa linha”, aponta o presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social, Luiz Carlos Argolo.
Dona Antonia Xavier da Silva é arrumadeira num hotel no Centro de São Paulo. Ela não consegue mais dobrar o joelho. Há quase cinco anos, vem passando por perícias e renovando o auxílio-doença.
Foi assim até outubro do ano passado, quando recebeu alta do INSS. As quatro perícias seguintes confirmaram a alta. O benefício foi cortado.
“A última perícia foi dia 7. Eu saí 16h30 daqui, peguei um ônibus, um metrô, depois um trem para chegar lá. E ainda tem que andar bastante. Eu vou me arrastando devagarzinho. Piso o pé direito, só para dizer, o esquerdo tem que segurar todo o meu corpo, porque senão, eu não consigo andar”, explica a arrumadeira.
Sempre que pode, no caminho entre uma perícia e outra, Antonia visita o hotel, onde trabalhou durante 17 anos.
Cesar Hubaika, dono do hotel: Quer dizer que daqui a sete meses a senhora se aposenta? Dona Antonia:Se Deus quiser. Cesar Hubaika: E nesses sete meses, eles estão se recusando a pagar o benefício para senhora, alegando que a senhora tem condições de trabalhar? Dona Antonia: Sim. Patrão: Tem condições de se abaixar, de limpar embaixo de uma cama? Limpar o chão de um banheiro? Eles acham que a senhora tem condição? Dona Antonia: Limpar carpete, carregar aquele monte de roupas, descer escada, subir escada. É difícil. Não é fácil.
“A Dona Antonia é portadora, entre outras situações, de osteoartrose de joelho, que nada mais é do que um desgaste da articulação, desgaste da junta, da cartilagem e de todas as estruturas que acompanham a articulação. Ela já está em uma fase avançada, o desgaste é muito acentuado. A atividade física dela de trabalho também leva à incapacidade”, explica o diretor de reabilitação da Santa Casa de São Paulo Claudio Gomes.
A Justiça está cheia de processos contra a alta-programada. O programa começou a ser questionado em 2006 com uma série de ações, de sindicatos, da Defensoria da União e da Procuradoria Geral da República. Ao todo são 31 ações judiciais coletivas. Também existem ações individuais. Só em São Paulo, são 180 mil, segundo a Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas.
Em 2009, saiu a primeira decisão, da Justiça Federal da Bahia, determinando que o INSS não suspenda o pagamento do auxílio-doença se o trabalhador pedir a prorrogação do benefício. O INSS recorreu da decisão. O caso aguarda agora julgamento definitivo no Tribunal Regional Federal da 1ª região, em Brasília. A decisão que sair será válida para todo o país.
Dona Antonia aguarda na fila do SUS o momento de fazer uma cirurgia e colocar uma prótese no joelho.
“Eu prefiro trabalhar, que com meu trabalho, eu como, eu bebo, eu visto, eu faço tudo. E, no dia do seu pagamento, você recebe seu pagamento, você sabe o que você vai fazer. Agora, eu espero que um filho vem me dar R$ 100, outro me dá R$ 60. O que pode me dá R$ 100. O que não pode, me dá metade, ou então traz uma cesta de alimento. É assim. Hoje mesmo, uma veio deixar dois pacotes de café para mim”, se emociona.
Jucélia não sabe se a médica da empresa vai autorizar sua volta no final deste mês, como quer o INSS. Ela ainda não se sente bem.
“Sempre passei por essas dificuldades, mas sempre trabalhando. Sempre honestamente. Mas agora, no momento que eu mais preciso não tenho nada. A gente trabalha com carteira assinada, fica feliz. Tenho uma carteira assinada, contribuindo e tudo. Não adiantou de nada”, lamenta.
A cirurgia do Bernardo durou três horas e deu certo. O risco de morte súbita foi afastado. “Eu só quero uma coisa: eu não quero depender do INSS. Eu quero trabalhar, você sabe que eu quero trabalhar”.
Esta semana, 15 dias depois da cirurgia, a médica liberou Bernardo para voltar a trabalhar, mas não na cozinha. A partir de segunda-feira, ele deve atender no balcão do café. Bernardo entrou com processo na Justiça. Quer o dinheiro de um ano inteiro em que esteve doente, mas não recebeu auxílio-doença.
No Senado, um projeto de lei propõe o fim da alta-programada. Mas o presidente do INSS considera que o sistema deu mais agilidade ao atendimento por evitar perícias frequentes. Reconhece, porém, que é preciso melhorá-lo.
“Obviamente que o nosso papel é aperfeiçoar, nosso papel é melhorar. Mas a situação atual, ela é bastante positiva, sempre, claro, passível de pontualmente a gente ter um problema que, às vezes, está associado a pessoas e não é próprio à instituição e que a gente precisa, sendo notificado, buscar, identificar qual o problema e construir soluções”, conclui o presidente do INSS. Enfim é isso, quem quiser assistam ao vídeo acessando a página:
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1648949-15605,00-BRASILEIROS+COM+PROBLEMAS+DE+SAUDE+NAO+TEM+AUXILIODOENCA.html
Até breve.