PERÍCIAS MÉDICAS DO INSS
È lamentável ouvir e acompanhar a todo momento acusações alarmantes, tendenciosas e simplistas, dirigidas aos contribuintes da Previdência Social quando sob cumprimento da autarquia às obrigações ao Auxílio-Doença, Auxílio-Acidente e Aposentadoria por Invalidez.Cidadãos incapacitados para o trabalho são usados como bode expiatório, ocultando a deficiência tecnico-administrativa, adjetivados de forma pejorativa "preguiçosos, mentirosos, oportunistas etc.... e em moda agressores de médicos, novo artifício a conquistarem para entregar laudos ilegalmente, por terceiros ou pelo correio.
Sem generalizar, é reconhecido que a "qualidade de atendimento e serviços" dos funcionários e médicos é abusiva, ferindo os preceitos da dignidade de qualquer pessoa normal. Se há desequilibrio, é mais uma amostra de falta de competência ao atendimento publico. É tanto abuso na área de relações publicas que nestes setores onde ocorrem manifestações extremas de desagrado por alguns segurados: amostras que são ostentadas pelos peritos como troféus de submissão e sofrimento.
Trabalhadores fragilizados, acusados sem critério como responsáveis e culpados pelas reveladoras estatísticas da Previdência, normalmente incapazes de se defender dos ataques de "maus" perítos, que negam encarar a realidade e suas obrigações profissionais. Ouvimos a todo momento medidas restritivas aos beneficiários, reduzindo toda sorte de direitos.São temas e propostas, em maior evidência pelo Forum da Previdência. Se nota que doentes e idosos são "problema" para Previdência.
È oportuno alertar que é anormal uma pessoa sadia desejar ser doente ou inválida, isto em si, quando ocorre já é uma patologia. Essas pessoas devem ser assistidas de forma competente por médicos.Repugnante e antiético levar ao pânico de forma generalizada, cidadãos incapacitados, aterrorizando com o corte do benefício, pessoas de bem e em dia com as obrigações previdenciárias,vitímas de doenças ou invalidez, atiçadas por Peritos arrogantes, famosos pelos maus-tratos nos ambulatórios do Inss.
A maior anomalia imposta aos cidadãos "encostados" é agenciada pela Perícia Médica, Médicos regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina, não se importando que para atingirem seus desígnos tenham que abrir mão da ética como indivíduo e como médico, por interesse financeiro, acumulam quantos empregos quiserem,e exigem todas as prerrogativas de funcionários públicos. Os cidadãos exigem a muito: Apuração e acionamento jurìdico pelo Ministério Público, Conselho Federal de Medicina. Em uma outra oportunidade vou passar aqui as normas específicas para médicos que atendem o trabalhador e alguns tópicos do Manual de Perícia Médica da Previdência Social.
nyc realmente nós devemos ter muita criatividade para enfrentar essas agrúrias de cabeça erguida, as vezes é difícil desabafamos, escrevemos e disemos coisas que vai até contrária a nossa criação e ética moral.
Porém de tudo isso que esta colocado acima a criatividade ou seja a novela á imaginação, esta apenas na parte do engasgo morte pericial e visinho doente.
O restante de todo o relato que coloquei desde o início aqui neste fórum é a mais pura verdade, infelismente é uma novela sim de muito mal gosto, mas vivida por mim na vida real, e enfrentada até hoje.
Mas tenho certeza que em breve trarei notícias boas, pois se um companheiro aqui do fórum vence uma questão contra o INSS, todos nós vencemos juntos.
Sei que ás vezes xingo médicos peritos, e com isso atinjo a figura do profissional de medicina "Médico", porém sempre livrei os bons profissionais com ética, moral, profissionais da area médica, que frequentam esse forum, Dr. Ricardo, e outros médicos, os bons advogados e é claro que existe bons peritos esse eu elogio.
nyc um abraço á vc e toda sua família e vamos em frente rsrsrs.
Márcio de Goes, sim Márcio pode acontecer de tudo nesse INSS, tanto que ja havia acontecido o mesmo comigo, o seu relato foi exatamamente o que aconteceu comigo na mesma sequência, só mudando as datas, ja adiantando o meu pedido de prorrogação foi deferido também ou seja recebi a cartinha, dando deferimento, devido constatado a incapacidade laborativa bla, bla, bla, bla, etc.
Agora vem a malandragem deles o benefício foi prorrogado, porem até a data de cessação do outro, assim como o seu exatamente igual.
Também não entendi nada, fiquei abismado, hora como pode? Por que? liguei para esse 135 só acusava que o benefício estava cancelado, ai eu indagava os como? por que? se na carta foi deferido eles erraram a data sei lá!!!!!!!!!!!
Fui até a agencia lá foi verificado e o benefício estava cessado, mostrei a cartinha, resumindo não teve explicação, á única explicação que eu tive da atendente foi: " Á eles agora estão fazendo assim você não é o único não entra com recurso né"
Ai eu ja estava com a palavra que as juntas de recurso do doce mais usam pra negar o pedido "inconformado" porem havia um senhor de meia idade aparentando um rosto sério ético de virtude, expliquei tudo para ele, ele disse bom seu benefício esta cancelado se vc entrar com recurso vai demorar ai uns seis a sete meses, porem acho que posso te pedir nova perícia que gera outro benefício com novo numero, levando os mesmos laudos na perícia, e quanto ao antigo que foi cessado ai nós entraremos com recurso nele e vc só perde esse mes, e espera o resultado do pedido de recurso recebendo ok.
Ai eu vi a face da ética e da moral em seus olhos e no seu pedido que disse: Rapaz hoje eu não comi nada ainda você acredita com fome até agora e sentindo esse cheiro de coxinha gostosa ai atraz, "um carrinho de pastéis ao lado da agência"
Para um bom entendedor meia palavra basta, o que podia eu fazer, gritar, bater nele? o que vc faria?, Bom sei o que eu fiz comprei uma bela de uma coxinha e um copo de suco pro infeliz, tudo normalizado.
Só não foi julgado ainda esse tal recurso sei lá um dia ele será, ja tem pra 9 meses
Márcio va até a agencia veja se o beneficio esta cancelado, se estiver não abra pedido de recurço ainda, primeiro faça isso novo pedido de pericia médica, para ser aberto novo beneficio com novo número, que sera marcado nova perícia, ai sim leve todos os laudos médicos ele vai verificar sua incapacidade ou não, pelo menos você tem a chance de ser periciado mais rápido e caso comprovado a incapacidade ter o beneficio normalizado.
Bom há duas formas de me julgarem a primeira é que também colaborei com a safadesa, quando paguei a coxinha e o suco para o homem safado.
Porém há segunda e preferida por mim é que realmente o homem estava com fome, e inocentemente falou alto, e eu com o coração partido num gesto de caridade, lhe alimentei.
É nesse mundo hostil de tanto apanharmos temos que aprender algo. Saber que existe o certo e o errado é importante. Saber que devemos trilhar pelo caminho certo é importante. Porém é importante também saber que existe o caminho errado, para saber como e de que forma vamos se desviar deles.
No meio de lobos não podemos agir como ovelhas, se não!!!!!!!!!!!!!!!!.
abraços Márcio Goes.
Gostaria de uma informação, sou auxiliar de enfermagem, estou desde agosto de 2005 afastada, operei da coluna em novembro de 2005, CID M511, fiz uma pericia ontem dia 09/12, e o médico perito me afastou até 04/12/2009, porém me encaminhou para a reabilitação que foi marcada para 03/02/2009. O que eu gostaria de saber, é por que os médicos adoram fazer pouco caso de nós, tenho 29 anos, meu médico, fez um atestado assim: O deficit radicular, pelo tempo é definitivo. As dores radiculares + alterações significantes na marcha a impede de exercer suas atividades profissionais. Sugerimos aposenta-la, pois não há expectativa de melhora. Ele leu e disse que não queria nem saber, que irai para a reabilitação. Na cirurgia que fiz estava comprometido o L5,+ S1 a direita, coloquei parafusos e placas, fiquei com a perna dormente e com as famosas dores que não há medicamento que passe. Meu médico me orientou a procurar o advogado, e fiz isto o ano passado, o qual foi pedido a conv. aux-doença em aposentadoria por invalidez - c/ adv. Fiz uma pericia em outra cidade marcada pela advogada em abril deste ano. Fui conversar com ela e ela disse que o INSS já contestou, porém eles contestam de todo mundo que entra com processo judicial. Bom gostaria que alguém me orientasse sobre o assunto, e será que demora muito para sair o resultado e a causa como disse a advogada geralmente com processo é ganha, alguém pode me orientar, sobre o processo e a reabilitação?....... Obrigada!
Manso reis_1,
Bom Dia!
Não poderia deixar de comentar sobre sua mensagem de natal para os peritos. Muito bom!!!!!! Ri demais.Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
nyc ,
Bom Dia também !!
Concordo com vc ! O MANSO REIS tem muita criatividade. O nosso amigo é fera e digo mais: PARECE UM POETA!
E falando em NATAL... ...Já vou deixar registrado aqui para vocês dois e à todos os participantes deste fórum...
...UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO!!!
Que DEUS nos abençoe neste ano que finda e que renove nossas forças no ano que vai se iniciar!!
Que todos os INDEFERIMENTOS e PROCESSOS na JEF , JESUS possa mover e com isso sensibilizar o coração dos peritos e juízes.
FELIZ 2009 PARA TODOS NÓS !!!!!!!!
SDS
Lady
Para todos
Pessoal,em todas as pgs que passei não me lembro de ter visto essa lei aqui vai então para alguem há de servir.
- Índice Fundamental do Direito
Legislação - Jurisprudência - Modelos - Questionários - Grades
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Regulamento da Previdência Social - D-003.048-1999
Anexo III
Relação das Situações que Dão Direito ao Auxílio-Acidente
obs.dji.grau.2: Art. 104, I, Auxílio-acidente - Benefícios - Prestações em geral - Regime geral de previdência social - Benefícios da previdência social
obs.dji.grau.4: Acidente (s); Auxílio; Direito (s); Relação (ões); Situação Jurídica; Situações Especiais
obs.dji.grau.6: Agentes ou Fatores de Risco de Natureza Ocupacional Relacionados com a Etiologia de Doenças Profissionais e de Outras Doenças Relacionadas com o Trabalho - Lista A - RPS; Agentes Patogênicos Causadores de Doenças Profissionais ou do Trabalho - Anexo II - RPS; Benefícios da Previdência Social - RPS; Classificação dos Agentes Nocivos - Anexo IV - RPS; Custeio da Seguridade Social - RPS; Disposições Gerais - RPS; Doenças Infecciosas e Parasitárias Relacionadas com o Trabalho - Lista B - RPS; Finalidade e Princípios Básicos - RPS; Organização da Seguridade Social - RPS; Penalidades em Geral - RPS; Regulamento da Previdência Social - RPS; Relação das Situações em que o Aposentado por Invalidez Terá Direito à Majoração de Vinte e Cinco por Cento - Anexo I - RPS; Relação de Atividades Preponderantes e Correspondentes Graus de Risco - RPS
QUADRO Nº 1
Aparelho visual
Situações:
a) acuidade visual, após correção, igual ou inferior a 0,2 no olho acidentado;
b) acuidade visual, após correção, igual ou inferior a 0,5 em ambos os olhos, quando ambos tiverem sido acidentados;
c) acuidade visual, após correção, igual ou inferior a 0,5 no olho acidentado, quando a do outro olho for igual a 0,5 ou menos, após correção;
d) lesão da musculatura extrínseca do olho, acarretando paresia ou paralisia;
e) lesão bilateral das vias lacrimais, com ou sem fístulas, ou unilateral com fístula.
Nota 1 - A acuidade visual restante é avaliada pela escala de Wecker, em décimos, e após a correção por lentes.
Nota 2 - A nubécula e o leucoma são analisados em função da redução da acuidade ou do prejuízo estético que acarretam, de acordo com os quadros respectivos.
QUADRO Nº 2
Aparelho auditivo
TRAUMA ACÚSTICO
a) perda da audição no ouvido acidentado;
b) redução da audição em grau médio ou superior em ambos os ouvidos, quando os dois tiverem sido acidentados;
c) redução da audição, em grau médio ou superior, no ouvido acidentado, quando a audição do outro estiver também reduzida em grau médio ou superior.
Nota 1 - A capacidade auditiva em cada ouvido é avaliada mediante audiometria apenas aérea, nas freqüências de 500, 1.000, 2.000 e 3.000 Hertz.
Nota 2 - A redução da audição, em cada ouvido, é avaliada pela média aritmética dos valores, em decibéis, encontrados nas freqüências de 500, 1.000, 2.000 e 3.000 Hertz, segundo adaptação da classsificação de Davis & Silvermann, 1970.
Audição normal - até vinte e cinco decibéis.
Redução em grau mínimo - vinte e seis a quarenta decibéis;
Redução em grau médio - quarenta e um a setenta decibéis;
Redução em grau máximo - setenta e um a noventa decibéis;
Perda de audição - mais de noventa decibéis.
QUADRO Nº 3
Aparelho da fonação
Situação:
Perturbação da palavra em grau médio ou máximo, desde que comprovada por métodos clínicos objetivos.
QUADRO Nº 4
Prejuízo estético
Situações:
Prejuízo estético, em grau médio ou máximo, quando atingidos crânios, e-ou face, e-ou pescoço ou perda de dentes quando há também deformação da arcada dentária que impede o uso de prótese.
Nota 1 - Só é considerada como prejuízo estético a lesão que determina apreciável modificação estética do segmento corpóreo atingido, acarretando aspecto desagradável, tendo-se em conta sexo, idade e profissão do acidentado.
Nota 2 - A perda anatômica de membro, a redução de movimentos articulares ou a alteração da capacidade funcional de membro não são considerados como prejuízo estético, podendo, porém, ser enquadradas, se for o caso, nos quadros respectivos.
QUADRO Nº 5
Perdas de segmentos de membros
Situações:
a) perda de segmento ao nível ou acima do carpo;
b) perda de segmento do primeiro quirodáctilo, desde que atingida a falange proximal; (Alterado pelo D-004.032-2001)
c) perda de segmentos de dois quirodáctilos, desde que atingida a falange proximal em pelo menos um deles; (Alterado pelo D-004.032-2001)
d) perda de segmento do segundo quirodáctilo, desde que atingida a falange proximal; (Alterado pelo D-004.032-2001)
e) perda de segmento de três ou mais falanges, de três ou mais quirodáctilos;
f) perda de segmento ao nível ou acima do tarso;
g) perda de segmento do primeiro pododáctilo, desde que atingida a falange proximal; (Alterado pelo D-004.032-2001)
h) perda de segmento de dois pododáctilos, desde que atingida a falange proximal em ambos; (Alterado pelo D-004.032-2001)
i) perda de segmento de três ou mais falanges, de três ou mais pododáctilos.
Nota: Para efeito de enquadramento, a perda parcial de parte óssea de um segmento equivale à perda do segmento. A perda parcial de partes moles sem perda de parte óssea do segmento não é considerada para efeito de enquadramento.
QUADRO Nº 6
Alterações articulares
Situações:
a) redução em grau médio ou superior dos movimentos da mandíbula;
b) redução em grau máximo dos movimentos do segmento cervical da coluna vertebral;
c) redução em grau máximo dos movimentos do segmento lombo-sacro da coluna vertebral;
d) redução em grau médio ou superior dos movimentos das articulações do ombro ou do cotovelo;
e) redução em grau médio ou superior dos movimentos de pronação e-ou de supinação do antebraço;
f) redução em grau máximo dos movimentos do primeiro e-ou do segundo quirodáctilo, desde que atingidas as articulações metacarpo-falangeana e falange-falangeana;
g) redução em grau médio ou superior dos movimentos das articulações coxo-femural e-ou joelho, e-ou tíbio-társica.
Nota 1 - Os graus de redução de movimentos articulares referidos neste quadro são avaliados de acordo com os seguintes critérios:
Grau máximo: redução acima de dois terços da amplitude normal do movimento da articulação;
Grau médio: redução de mais de um terço e até dois terços da amplitude normal do movimento da articulação;
Grau mínimo: redução de até um terço da amplitude normal do movimento da articulação.
Nota 2 - A redução de movimentos do cotovelo, de pronação e supinação do antebraço, punho, joelho e tíbio-társica, secundária a uma fratura de osso longo do membro, consolidada em posição viciosa e com desvio de eixo, também é enquadrada dentro dos limites estabelecidos.
QUADRO Nº 7
Encurtamento de membro inferior
Situação:
Encurtamento de mais de 4 cm (quatro centímetros).
Nota: A preexistência de lesão de bacia deve ser considerada quando da avaliação do encurtamento.
QUADRO Nº 8
Redução da força e-ou da capacidade funcional dos membros
Situações:
a) redução da força e-ou da capacidade funcional da mão, do punho, do antebraço ou de todo o membro superior em grau sofrível ou inferior da classificação de desempenho muscular;
b) redução da força e-ou da capacidade funcional do primeiro quirodáctilo em grau sofrível ou inferior;
c) redução da força e-ou da capacidade funcional do pé, da perna ou de todo o membro inferior em grau sofrível ou inferior.
Nota 1 - Esta classificação se aplica a situações decorrentes de comprometimento muscular ou neurológico. Não se aplica a alterações decorrentes de lesões articulares ou de perdas anatômicas constantes dos quadros próprios.
Nota 2 - Na avaliação de redução da força ou da capacidade funcional é utilizada a classificação da carta de desempenho muscular da The National Foundation for Infantile Paralysis, adotada pelas Sociedades Internacionais de Ortopedia e Traumatologia, e a seguir transcrita:
Desempenho muscular
Grau 5 - Normal - cem por cento - Amplitude completa de movimento contra a gravidade e contra grande resistência.
Grau 4 - Bom - setenta e cinco por cento - Amplitude completa de movimento contra a gravidade e contra alguma resistência.
Grau 3 - Sofrível - cinqüenta por cento - Amplitude completa de movimento contra a gravidade sem opor resistência.
Grau 2 - Pobre - vinte e cinco por cento - Amplitude completa de movimento quando eliminada a gravidade.
Grau 1 - Traços - dez por cento - Evidência de leve contração. Nenhum movimento articular.
Grau 0 (zero) - zero por cento - Nenhuma evidência de contração.
Grau E ou EG - zero por cento - Espasmo ou espasmo grave.
Grau C ou CG - Contratura ou contratura grave.
Nota - O enquadramento dos casos de grau sofrível ou inferior abrange, na prática, os casos de redução em que há impossibilidade de movimento contra alguma força de resistência além da força de gravidade.
QUADRO Nº 9
Outros aparelhos e sistemas
Situações:
a) segmentectomia pulmonar que acarrete redução em grau médio ou superior da capacidade funcional respiratória; devidamente correlacionada à sua atividade laborativa.
b) perda do segmento do aparelho digestivo cuja localização ou extensão traz repercussões sobre a nutrição e o estado geral.
Doenças profissionais e as do trabalho
As doenças profissionais e as do trabalho, que após consolidações das lesões resultem seqüelas permanentes com redução da capacidade de trabalho, deverão ser enquadradas conforme o art. 104 deste Regulamento.
obs.dji.grau.1: Art. 104, Auxílio-acidente - Benefícios - Prestações em geral - Regime geral de previdência social - Benefícios da previdência social
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Oi Elaine: Esse é o quadro de avaliação de incapacidade que é anexo ao Decreto 3048/99. Mas no fundo, acho que os peritos seguem portarias internas de avaliação. Como dizia uma especialista em direito previdenciário que foi minha professora, inválido para o INSS é aquele que não consegue nem piscar!
A TODOS, Gente gosto de ler ouvir relatos de pessoas em SITUAÇÕES iguais as nossas, más hoje essa tenho que passar a todos vcs, para verem a que ponto estamos chegando. Concordo com o Manso Reis, quando ele diz que existe profissionais que realmente procuram fazer o seu trabalho com honestidade e respeito ao segurado, más sempre tem os bons e os ruins. O Ruim, relato agora a história que fiquei sabendo a voces: Estou aguardando minha vêz na perícia e ouvindo um papo de duas mulheres; Uma aparentava uns 30 anos e a outra uns 55 . A mais nova contando o relato dela que o marido havia quebrado o braço e que já estava a quatro meses afastado do trabalho e ela estava acompanhando ele,que por sinal não pode entrar na sala da perícia e seu marido estava lá dentro. Niss a Sra., mais velha achou uma brecha e foi contando o seu problema e o que havia acontecido com ela em acompanhar o seu marido em uma perícia. O marido da mais velha tinha um problema no CORAÇÃO. O digníssimo perito que havia feito a perícia disse que não era nada e que ele poderia voltar a trabalhar normalmente, ou seja contribuir mais para o INSS. Resultado,NEGOU O BENEFÍCIO PARA O COITADO. Ai é que vem a questão do problema. Uns 20 dias depois desta perícia,ela foi consultar com este PERITO em seu consultório particular, ela contando,vcs ficariam impressionados com a frieza dela. Ela contou que entrou na sala trancou a porta e lembrou o médico a respeito da perícia que ele havia feito no marido dela, ai o médico perguntou a ela como ele estava, apesar de ser a consulta dela e não falou o motivo pelo qual ela foi consultar e também não disse qual era a especialidade do Médico, ela respondeu prontamente a pergunta, acredito eu que ela estava espereando que ele fizesse: - Meu marido Dr., o Sr. disse que era para ele voltar a trabalhar e ele voltou, mesmo doente ele voltou, não podia ficar parado, porque é ele quem coloca as coisas lá em casa. Gente essa mulher desceu o PAU dentro do consultório dele que tiveram que arrombar a porta pra socorrer ele. Daí chegou a minha vez de fazer a perícia e não deu para ver o fim da história, más imagino o resultado da conversa dela, quando eu sai da perícia vi ainda uma pessoa que estava perto de nós ouvindo tudo, e a curiosidade do ser humano é demais, fui perguntar o resultado do nervosismo dela, ai o cara me disse que o marido dela havia MORRIDO E QUE ELA ESTAVA ALI AGUARDANDO UNS DOCUMENTOS,PARA PEDIR A PENSÃO. AGORA IMAGINEM VCS A CENA. Espero que todos os peritos reflitam bem o que realmente é doença seja qual for, trabalho ou propriamente dito doença, das que são simplesmente fingimento, pois estamos vivendo numa PANELA DE PRESSÃO QUE VAI ACABAR EXPLODINDO. GENTE,PODERIA PROPOR A TODOS O SEGUINTE: Sei que nem todos teriam condições, más como todo brasileiro a gente sempre dá um jeito, gostaria que todos mandassem fazer uma camiseta com os dizeres: CONHEÇO MEUS DIREITOS E OS EXIJO: LEI 8213; DECRETO 3048; IN 29, ART. 458; Pagaria caro só para ver a cara deles quando vissem uma camisa dessas dentro das APS país a fora. Tá vendo Manso Reis, não é so tú que tem imaginação, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, Sacanagem. sds.
Sou funcionario publico federal aposentado, justamente por invalidez e em busca dos meus direitos pesquizando aqui na Internet uma lei que esta tramitando no Congresso encontrei este site e lendo os depoimentos dos segurados neste forum, lembrei-me dos meus tempos em atividade, e realmente concordo que existem muitos funcionarios que nao estao preparados para o atendimento aos mesmos, infelizmente isso ocorre.Seria muito bom que todos fizessem valer seus direitos para melhor atendimento geral.Pois bem embora servidor tambem fiz minhas pericias como um segurado normal, sendo inclusive atendido com os demais segurados e passando as mesmas agruras daqueles.Aposentaram-me apos 3 anos no auxilio doenca o que ja desrespeita a lei que afirma que um segurado nao deve ficar 24 meses no auxilio doenca.Enfim aposentado por invalidez qual nao fpoi minha surpresa ao saber que a aposentadoria do servidor e proporcional ao inves de integral em 100% como a dos demais segurados.Finalmente apos 4 anos aposentado vejo que a deputada Andreia Zito com a PEC 270/2008almeja dar aos servidores aquele direito que tem os segurados em geral.Parabens a ela e espero que a PEC seja posta em pratica antes da minha morte...Amem...
nyc legal eu mandaria sim fazer essa camisa muito bom rsrsrsr. Aliaz o que o pessoal desse site quizer fazer em campanha, ou qualquer outro meio de divulgação, ou ação coletiva que ajude a por um fim em toda essa safadesa dos "PERITOS" do INSS, eu to dentro a minha pessoal ja corre faz tempo!! rsrsrs.
Concordo com todos e NYC, MANSO REIS, vamos nos reunir para acabar com a alta programada, fazer valer os direitos de quem já contribuiU muito com eta instituição e que está tendo lucros altissimos, divulgando isto inclusive, para onde vai o dinheiro? PORQUE NO MOMENTO SE NEGANDO A DAR APOSENTADORIA A QUEM PRECISA COMPROVADAMENTE............ABSURDOS E ABSURDOS DESTE PAIS.
Outro dia passou uma entrevista de um PROF DA PUC, DR. WALTER BARELLA, CONCLUSÃO FINAL DELE, que em outros Países as pessoas tem uma aposentadoria condizente com o PIB, NO Brasil é com a comtribuição dos segurados, e que é má administrado pela máquina do Governo, que resolveu os problemas do INSS, dando alta a torto e a direito sem ter coêrencia nenhuma. E o povo que é bom por natureza sofre com isso, que acredito não são muitos, é uma pequena classe, porque o nosso País está indo bem o Governo está mandando comprar, tem emprego, sinal que seguro entrando no caixa do INSS, então nós esta minoria que esta lutando, lutaremos com todas as forças................................Abraços a todos.............
Bom dia a todos!
O Decreto é de 2006(5844), a alta programada, ou o chamado "COPS", vem sem sendo aplicado desde 2005. Eu fiz uma perícia logo após ter começado a ser aplicado o COPS. Antes nós íamos a perícia e o benefício continuava sendo pago até a próxima perícia, que é o correto evidentemente. Terminada a perícia vc já saia sabendo qual era sua próxima perícia e O PERITO que iria realiza-la. Na fichinha que nos era dada pelo funcionário tinha espaço para 10 perícias. Me lembro que nessa pericia (quando deveria ser aplicado o COPS), o perito me disse "mudou a lei, vou te afastar por dois anos, quando vc retornar ou te aposentamos ou vc volta a trabalhar". Eu fui pra casa acreditando nisso. Acreditando que ou eu sarava neste tempo ou resolvia pelo menos a questão contratual. Pq não existe nada mais incomodo que estar afastado do trabalho. Você perde a sua referência. Não está desempregado, mas também não está trabalhando e também não está aposentado!
Odeio este termo "encostado", que é usado por quase todo mundo. Eu não to encostada em nada. Na realidade, nunca me senti tão desprotegida na minha vida. Acho que no tempo que estou afastada (a CLT diz licenciamento para tratamento de saúde que é o termo correto) é o tempo que mais ficamos a descoberto, justamente pq não há nenhuma certeza. "Encostado" é para aqueles que estão fraudando a previdência, então encontram alguma coisa para encostar.
Meus colegas de trabalho no primeiro ano me ligavam, quando eu ia realizar cirurgias me visitavam no hospital, hj ninguém entende ainda pq o INSS não me aposentou, ninguém nem lembra que eu existo depois de mais de 5 anos. Acho que até para um leigo fica fácil de compreender, que se você está afastado por tanto tempo é porque nenhuma solução médica/clínica foi encontrada para o seu problema de saúde.
Fico pensando em quanta expectativa eu tive, todas as vezes a que fui submetida a uma nova cirurgia, quanta esperança, pq eu tenho esperança que um dia eu vou me curar e voltar a ser a pessoa de antes. De voltar a conseguir a passear em um parque com meus filhos, de voltar a ir em uma sessão de cinema, de poder andar pra ver vitrine, de ir a praia (fica 100 km) de ir para casa de minha sogra (outros 100 km), de ter vida sexual, enfim tudo que se torna impossivel para quem tem dor musculo-esquelética que é o meu caso, associado ainda a outros problemas neurológicos.
Me deprime minhas perícias atuais. Se antes vc conhecia o perito pelo nome, conseguia-o tratar como um profissional da medicina, eu sempre agia como se estivesse em consulta, hj eu tenho medo. Medo pq sei que quem está ali na minha frente tem em mente antes de tudo uma missão administrativa. Vejam isso que achei que não é recente, e vejam a mensagem ao final: Os peritos são responsabilizados como "guardiões do tesouro" e pior, agem como tal. E nós, lesionados, somos tratados como "ladrões do tesouro", um gasto que corresponde a 4,5% do PIB anual.
Ora eu lá tenho culpa se o governo resolveu estender os benefícios previdenciários para quem nunca trabalhou na vida, sem pensar em fonte de custeio? É o caso de concessão para donas de casa, rurais, autonomos, agora (ontem) aos chamados "empresa de um empregado só"!
Temos um problema sério, temos! Vai explodir em alguns anos o sistema previdenciário no nosso País? Vai. É só observar que a população ativa não está crescendo na mesmo proporção da inativa. Em menos de 15 anos, o percentual de pessoas acima de 60 anos vai dobrar e isso não vai ocorrer com as contribuições. Teremos início de um País envelhecido e o governo provavelmente vai passar as aposentadorias por idade para depois dos 70 anos, eis que a média de vida atual é de 72 anos. Vai aumentar o tempo de contribuição possivelmente em mais 5/10 anos.
Mas não dá pra virar as costas para quem está lesionado. Nós não pedimos para estar assim, nessa situação. Eu preferia mil vezes estar trabalhando que penando todos os dias com diversos remédios, fisioterapia, tratamento, que cada vez mais piora meus efeitos colaterais. Vejam depois me digam:
http://www.fapese.org.br/cursos/aulas/permed/ARACAJU_II_b_NOCOES_DE_PREVIDENCIA_SOCIAL.ppt#313,61,Slide%2061
Por fim Anabela, essas manifestações contra a alta programada já foi realizada diversas vezes, principalmente encabeçado pelos Bancários, que possuem uma base sindical forte, e que é, em termos de lesionados, a maior categoria do Brasil, principalmente no que diz respeito a LER/DORT. Mas lutar é sempre, e pelo visto, pra sempre.
Abraços a todos, bom dia!
Clê
Boa tarde a todos,minha pergunta:tenho espondilolistese L5-S1,discopatia degenerativa etc...resumindo:fortes dores lombares,na região cervical,o que afetam meus movimentos nas pernas e formigamento nos braços e mãos.Pois bem,tenho cinco laudos médicos de cinco diferentes profissionais(inclusive um neuro-cirurgião). É a primeira vez que precisei me afastar e em dois meses indeferiram meu auxílio-doença. Discrepâncias:laudos de cinco médicos e ressonância magnética não servem pra nada ao "perito´´. -o INSS não encaminha para nenhuma reabilitação. -ví que o médico-perito atende pessoas com diferentes tipos de doença,ele é especialista em todas?será ele um super-médico?
Bom dia a todos, Sou mais uma nessa corja nojenta e infelizmente estou dependo na mesma situação de tantos milhares de "coitados" que infelizmente não teve a condição ou orientação de pagar uma previdência privada e agora tem que passar por essa humilhação, sim humilhação pois nos tratam com um desdém e isso depois de 23 anos contribuindo (e um valor não baixo, se fosse um outro tipo de investimento estaria muito bem hoje) OBRIGATORIAMENTE, mas pessoal confesso que não passei nem um grão de areia deante dos relatos aqui descrito, moro em São Paulo na zona norte, próximo de Guarulhos, Mairiporã e por sua vez Atibaia e fiz a opção de fazer minha perícia em Atibaia, pois lá achei mais viável e não me arrenpedi não, a primeira perícia, o médico era "humano" me ouviu (meu diagnóstico sindrome do pânico, depressão, insônia, enfim não saia de casa, e quando estava chegando ao trabalho, entrava em desespero, com diarréias e prantos, chorava muito, tentava esconder dos amigos e principal dos meus superiores, mas com isso, lógico fiquei mas lenta, e com os remédios sonolenta, mas mesmo assim fiquei nessa por mais de 3 anos e começou agravar com a presença do meu chefe, pois quando ouvia a sua voz entrava em pânico e pra piorar a mesa dele ficava atráz da minha e eu "achava" que ele ficava me olhando o tempo todo e me discriminando, enfim acho que não estava de toda errada aí ele resolveu que "ERA O FIM DA LINHA PARA MIM" foi assim que me demitiu, depois de 22 anos trabalhando com ele...antes de ele ser "chefe, ele era meu amigo"...mas como estava em tratamento a mais de 3 anos (ele não sabia, ou fingia que não sabia) fui parar nas garras do INSS, sai de uma e cai em outra, portanto ainda tenho vínculo empregatício com a empresa) voltando INSS, entrei com a primeira perícia por volta de 15 de março de 2007 e estavam deferindo de 3 em 3 meses até que por ansiedade minha mesmo, vou admitir, eu não sabia que tinha que marcar um pedido de prorrogação eu marquei um novo auxilio e depois de um tempo constou no sistema que eu estava recebendo 2 benefícios, mas um já tinha cessado, e também cessaram o benefício, para resolver esse problema foi difícil, sofrido, humilhada, etc.............mas consegui e com isso já tinha passado do tempo de marcar uma nova perícia e eles mesmos solicitarão um recurso (Junta de Recurso) que estou esperando desde o dia 07/08/2008 e até agora sem solução e nesse tempo um funcionário do INSS disse que eu posso marcar uma nova perícia e pra minha surpresa um mês atrás fui tentar marcar e não consegui pois me falaram que fazia menos de um mês que tinha um benefício indeferido em Bragança Paulista, entrei em desespero, pois minhas contas estão vencendo estou devendo um monte para o banco, mandei um fax da solicitação de recurso e liguei no RH da empresa (pois morro de medo de dar abandono de emprego) e o funcionário me disse que tudo bem que existe várias pessoas " nesse limbo". Por fim independente de qualquer coisa, marquei uma nova perícia para o dia 16 ( só de falar isso me dá taquicardia) mas tenho que tentar, pois tenho que desamarrar esse nó que está cada dia mais apertado, mas tenho que tentar pois não posso pedir esmolas, não é possível que todos são ruins, na regra há sempre exceção, eu ainda creio e seja o que Deus quiser, estou chegando ao meu limite, talvez essa seja minha última tentativa, pois realmente não aguento mais, talvez eu seja fraca, pois o meu caso não é nem um "grãzinho" perto de vários aqui, mas minha limitação tb é do tamanho desse "grãozinho" e admito SOU FRACA DIANTE DE TANTOS HERÓIS. Enquanto isso fico aqui no meu cantinho, deitada sem forças pra nada.......... Quem vos escreve é Marcela, filha da Lucia Perton, pois ela mesma não tem condições, escrevo como se fosse ela, pois estou vivenciando e sofrendo junto, tenho um filhinho de 6 meses e cuido dos dois, pra mim está muito difícil, porque sempre idealizei minha mãe curtindo o meu filho, seu neto, sou filha única e portando minha mãe só tem a mim. Agradeço a atenção e vitória a todos pois estamos em uma batalha onde o adversário é bem mais forte que nós, mas temos armas que eles não tem DIGNIDADE, HUMANIDADE, HUMILDADE, COMPANHEIRISMO, AMIZADE E UNIÃO.
dêm licença para contar minha história:
Também sou portadora de distonia focal (Síndrome do Escrivão) .
Tive o diagnóstico no ano de 2003. Naquele ano de 2003 , trabalhava já há 05 anos como secretária de diretoria em grande empresa de CONCRETO, aqui em Belo Horizonte e com filiais no Brasil i nteiro. Naquela época o problema ainda estava no início atacando somente a escrita. Para completar ainda adquiri problema por cauysa da falta de estrutura para que eu trabalhasse, sem agravar o problema:: Cervicobraquialgia, cervicalgia nos ombros, e estouy sob tratamento psiquiátrico por causa da síndrome do p~´anico (crise no final de 2007) e depressão que já vinha há anos me acompanhan do.
Hoje, em set/2008, tenho dificuldades com a digitação (já corrigi este e.mail d iversas vezes para que fique legível, fico extremamente nervosa), teclar calculado ras, telefone, pinçar sombrancelhas, picar verduras, segurar cop os p/determinado tempo, às vezes vasilhas (leves) pulam da m/mão esquerda e da direita, lixar unhas; como expressou um colega: todos os movimemntos finos, etc (tomar sopa,j escovar dentes). Pior é que a mãjo esquerda também está afetada.
Venho sendo acoompanhadapelos médicos da UFMG neurologia especialista em movimentos anormnais , aqu i em belo horizonte.
A minha realidade atual é: a digníssima empresa que eu trabalhava, após 12 anos prestados, após certificação de ISO 9001 (pelo qual fui discriminada , nunca me chamaram para as palestras e não pediram meu curriculum,j como fizeram c/todos os funcionários:neste períiodo, a m/auto-estima q/já era baixa desceu mais ainda) e após a pessoa para quem eu trabalhava (homem bom e humano) como secretária da diretoria, falecer em 2007, me mandou embora dizendo que na empresa não h avia mais um lujgar para mim. Caros leitores, isto se chama ISO9001.
Isto, no dia em jque voltei de férias e apos passar por uma uma cirurgia de expansão maxilar (necessária). Não tentaram me remanejar, não quiseram me jafastar , o médico da empresa ao menos se dignou a me encaminhar para o INSS,, e sei que podijam ter feito.
Isso porquhje eu tinhja ótimo relacionamento com a diretoria daquela empresa, incnlusive, /'secretariei" o último patrono da empresa por 9 anojs enquanton el e estava vivo. Estou tentando Auxílioj-doença, levo os relatórios de especialistas neurologistas, mas não estou consegujindo deferimento do INSS. Falam que estou apta, assim como a empressa (O MÉDICO DA EMPRESA não me examinou) disse no ASO, q ue ñ assinei, que eu estava saindo totalmente apta para trabalhar.
OBS.: Vcs acham que no código de Condutas Médicas está escritoi que o médico pode mentir, prejudicar o pacienjte, sabendo de toda a verdade????? em prol da Empresa que o contratou??????
É um contra-senjso e uma humilhação dizer q/óutra empresa irá me contratar como secretária, aux. escrit. ou recepcionista(exp. que tenhjo) ou mesmo telemarketing, sem escrever e com dificulodades na djigitação. Fora que tenho consultas c/psiquiatria, psicoterapeuta e neurologia em horários de trabalho, fora as fisioterapias que tenho que fazer de vez em jqdo. Tomo remédio controlado, é o que está me ajudando a não piorar psicologicamente fora o grandej apojio do meu marido e da família.
Como dá para perceber, sofri pré-conceitos p or 02 motivos: por ser parciamente deficiente, tendo a cãimbra do escrivão e pelo fato de qdo.l voltei das férias, os meus dentes estarem amplamente separados pela expansão maxilar, causando realmente um certo constrangimento social, temporário e necessário para qu e eu não perdesse meus dentes no futuro.
Se alguém quiser me contactar direto ou falar algo sobre isso:
Boa Noite a todos
Bem eu só tenho a dizer que estou injuriada com tudo isso que anda acontecendo e nós na mas mãos desses dignissímos No dia anterior a minha última pérícia, que aliás foi indeferida, encontrei um médico perito, que está dentro daqueles 1% como disse o nosso amigo Manso Reis, que já trabalhei com ele e que me periciou logo que fiz minha cirurgia neurológica, (estava de licença politica é vereador em minha cidade) e ele me perguntou se já haviam me aposentado e eu disse que não que até tive uma perícia indeferida em junho e ele não acreditou. Então perguntei pra ele Dr o Sr não vai voltar a fazer perícia? E sabem o que ele me respondeu? "Eles não me querem lá!" Porque ? " Por que eles querem lá quem dá alta em todo mundo e eu não dou!" E ainda disse Exceto o Dr Fulano (que também trabalhei com ele e é meu cliníco e acompanhou todo processo de minha cirurgia) são todos uns BESTAS pau mandados. Então meus amigos é isso, um próprio perito dizendo isso é porque realmente o sistema funciona dessa maneira. Tive minha última perícia indeferida dia 28/10 e me disseram que teria de esperar 30 dias pra entrar com novo pedido, como tive que esperar consulta pra pegar meus laudos ainda não fiz esse novo pedido, mas confesso a vcs estou deprimida só de pensar que posso cair novamente na mão desse BESTA que me deu alta pois só temos 3 peritos aqui e um deles vai estar de férias, tenho esperança de ser o Dr FULANO, aquele que me conhece, mas stresso só de pensar no outro. E mais conto pra vcs, esse BESTA que me indeferiu tem uma deficiência em um braço, aí então é que se acha um DEUS pois é deficiente e trabalha vcs acreditam? Pois teve a audácia de falar isso pra uma vizinha minha o F... D... P.... Com certeza não sente sequer uma dor nesse braço porque se sentisse.... Mas enfim é isso aí nós nos lamuriando a mercê deles e eles recenbendo o grandioso salário deles que nós contribuintes pagamos.
Saudações