Há 8.000 anos antes de Cristo,os chineses já plantavam cannabis. Além da fibra de seu caule(o cânhamo) ser a mais resistente fibra vegetal, a cannabis também pode ser utilizada para fins medicinais. Em especial em condições clínicas que apresentam quadros de dores crônicas. Ex:Esclore múltipla, doença de Parkinson e glaucoma.
Industrialmente, a cannabis serve para produção de tecidos, papel e combustível. Como já foi dito antes,sua fibra é muito resistente.
Apesar de causar dependência psicológica, a OMS(Organização Mundial de Saúde) que a cannabis causa menos dependência que o tabaco ou o álcool.O usuário cria o hábito de fumar, mas não se torna um dependente químico da planta.
Em países onde a cannabis é legalizada(Ex:Portugal e Holanda) é estatísticamente comprovado que o número de violência urbana foi reduzido após sua legalização. Problema esse que tanto atinge ao Brasil.
Eu acho que demorou para legalizá-la, deixem se matarem, eu quero que se danem, faço questão de ver os idiotas que vc já encontra por aí conversando merda e babando como cachorros loucos se atracando para consumir essa porcaria, consequentemente, ver os traficantes cada vez mais ricos e com os seus poderes incrustados nas instituições democráticas, coisas que já acontece às escuras. O bom nessa estória toda, é que vamos ver Juízes, promotores e PRINCIPALMENTE POLÍTICOS, assumirem a sua verdadeira função a de TRAFICANTE, e os seus filhos, mostrando a sua verdadeira face, A DE CELERADOS VICIADOS, disfarçados de bom moços....que se dane essa democracia fajuta!!!!
Eu não gosto de drogas. Isso inclui a maconha. Mas como assim ser a favor da legalização? Há inúmeros fatores que me levaram a tomar esta posição. Isso não foi resultado de uma simples conversa ou de ler um ou outro artigo. Tampouco é uma posição intransigente a respeito do tema. Vejamos:
Primeiramente, você precisa saber o que está por detrás da proibição da maconha. Copiando um trecho da excelente reportagem de Super Interessante, as coisas começarão a ficar mais claras:
"(...) Tem a ver [a proibição da maconha] com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento - pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação (...)"
Basicamente, no começo do séc. XX, nos EUA, muitos imigrantes mexicanos fumavam maconha. No Brasil, os escravos recém-libertados também o faziam. Oras, se você não pode proibir que esta gentalha (na visão das elites) ande por aí no meio dos seus filhos brancos e puros, o que fazer? Torne um crime o consumo da maconha, assim você poderá prendê-los e limpar as ruas. Não havia nenhum problema de saúde ou caos social: a proibição tinha apenas um propósito de controle social por parte das elites. Sucessivas pesquisas, encomendadas pelo próprio governo dos EUA, nunca comprovaram nenhum efeito negativo sobre a saúde dos usuários da maconha.
Apenas este ano, foi que cientistas da Nova Zelândia puderam comprovar algum mal relacionado ao fumo da maconha. Como toda fumaça, ela causa câncer. Cerca de 50 substâncias cancerígenas são comuns à fumaça do tabaco e da maconha. O estudo da Nova Zelândia é um dos mais bem aceitos, pois, até então era difícil realizar este tipo de estudo, já que muitas pessoas misturam tabaco com a maconha ou, simplesmente, fumam maconha e cigarros. Na Nova Zelândia, esta mistura é mais incomum.
Diferentemente do que o senso comum prega, maconha não é capaz de causar dependência física. Na verdade: "(...) os efeitos psicológicos tendem a predominar sobre os fisiológicos. Resumidamente, pode-se dizer que a maconha provoca uma leve euforia, distorções espaço-temporais, alteração do humor, taquicardia, dilatação dos vasos sanguíneos oculares, secura da boca e tontura." e "Estudos têm mostrado que, mesmo em usuários crônicos, a retirada súbita da droga não causa nenhum sintoma agudo, isto é, não se observa nenhuma dependência física da droga." (Fonte: UFSC)
Como muitas outras ervas, a cannabis sativa possui propriedades medicinais. O cannabinóide tetrahidrocannabinol, é capaz de destruir células de leucêmicas. "A maconha é uma das substâncias mais seguras que existem”, foi com essa convicção que o neurocientista e farmacologista Daniele Piomelli, considerado um dos maiores especialistas do mundo no assunto, defendeu o uso medicinal da polêmica erva. Pessoas com esclerose múltipla também têm benefícios ao fumar maconha, diversas pesquisas já mostraram isso. Ela também ajuda no combate a diversos outros problemas, como estresse, pressão alta, ansiedade, insônia, perda de apetite, cólicas menstruais e problemas intestinais.
Mas, por que legalizar? Bem, se a maconha não tem o potencial de causar problemas como o cigarro e o álcool, não faz sentido liberar estes e proibir aquela. Ou proibe-se tudo, ou libera-se tudo, já que dos 3, a maconha é o menos prejudicial. O governo deveria apenas supervisionar toda a cadeia de produção, a fim de garantir a qualidade e o pagamento de impostos. O dinheiro seria revertido para campanhas anti-drogas e para financiar a repressão às drogas verdadeiramente perigosas, como cocaína, crack, heroína, etc. O tráfico perderia parte de sua força, embora isso não seja capaz de reduzir a criminalidade a curto prazo. E claro, dever-se-ia proibir o consumo de maconha E de cigarro (principalmente deste) em ambientes fechados ou com crianças (sim, isso inclui até mesmo dentro da sua própria casa).
Talvez você, como eu, não goste de maconha e não aprove seu uso. Mas, convenhamos, não há argumentos científicos para mantê-la como droga ilícita
O resultado na Holanda não foi dos mais promissores. Cerca de 5 mil dos 25 mil dependentes lá existentes são responsáveis pela metade dos crimes leves. O uso da maconha subiu 400% em razão da liberação”.
Além dos mais, no âmbito econômico a experiência da Holanda demonstra que a liberaçào da maconha é um tiro no pé, isso porque, como noticiamos aqui no blog, com a liberação do comércio de drogas Amsterdã atraiu “os turistas de entorpecentes” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.
http://comoviveremos.com/category/sociedade/drogas/
O álcool é prejudicial? Sim, quando em excesso. O álcool é mercadoria do tráfico de drogas? Não. E a maconha? Sim, desde antes de nós, participantes, nascermos. Então, sua legalização representaria, sem dúvida, um atestado de incompetência do poder constituído de combater o tráfico. É a história do sujeito que tira a poltrona da sala...Rigorosamente contra.
"(...) Tem a ver [a proibição da maconha] com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento - pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação (...)"
Sorte a daqueles povos que nem todos os seus cidadãos fumavam maconha com a tal frequência. E, no que tange à idéia de prazer sem merecimento, penso que todo aquele que encontra seu prazer num cigarro de maconha pode fumá-lo, sim. Aliás, dado a defesa da erva e dos seus poderes miraculosos, podem até comê-la. Para mim tanto faz. Desde que o façam DENTRO DAS SUAS CASAS. Porque eu já vi gente emaconhada fazendo m. E quando fizeram, prejudicaram a terceiro. Isso nada tem a ver com moralismo ou puritanismo. Muito menos com as aspirações imperialistas dos EUA. Que, diga-se de passagem, teriam muito mais facilitada a sua empreitada se não existissem mentes sóbrias, livres dos efeitos de entorpecentes.
Mas, por que legalizar? Bem, se a maconha não tem o potencial de causar problemas como o cigarro e o álcool, não faz sentido liberar estes e proibir aquela. Ou proibe-se tudo, ou libera-se tudo, já que dos 3, a maconha é o menos prejudicial. O governo deveria apenas supervisionar toda a cadeia de produção, a fim de garantir a qualidade e o pagamento de impostos. O dinheiro seria revertido para campanhas anti-drogas e para financiar a repressão às drogas verdadeiramente perigosas, como cocaína, crack, heroína, etc. O tráfico perderia parte de sua força, embora isso não seja capaz de reduzir a criminalidade a curto prazo. E claro, dever-se-ia proibir o consumo de maconha E de cigarro (principalmente deste) em ambientes fechados ou com crianças (sim, isso inclui até mesmo dentro da sua própria casa).
Talvez você, como eu, não goste de maconha e não aprove seu uso. Mas, convenhamos, não há argumentos científicos para mantê-la como droga ilícita
O participante nega que sua opinião se baseie em um ou outro artigo. De fato, parece que se baseia em UM. Não tem outro artigo, apenas esse do qual ele cola trechos. A revista pode ser "Super Interessante", mas ali o que voce tem é tão-somente uma opinião, por sinal mal informada. Que tal formular suas próprias considerações sobre o tema?
Basicamente, no começo do séc. XX, nos EUA, muitos imigrantes mexicanos fumavam maconha. No Brasil, os escravos recém-libertados também o faziam. Oras, se você não pode proibir que esta gentalha (na visão das elites) ande por aí no meio dos seus filhos brancos e puros, o que fazer? Torne um crime o consumo da maconha, assim você poderá prendê-los e limpar as ruas. Não havia nenhum problema de saúde ou caos social: a proibição tinha apenas um propósito de controle social por parte das elites. Sucessivas pesquisas, encomendadas pelo próprio governo dos EUA, nunca comprovaram nenhum efeito negativo sobre a saúde dos usuários da maconha
A.L.G.O.
O 'atestado de incompetência' foi assinado quando proibiram uma, mas liberaram outra substância entorpecente. Não há uma lógica pra isso. . . Olha, não creio que devemos olhar para o lado "faz mal a saúde", pois até água em excesso é prejudicial.
O grande problema dos entorpecentes (e isso logicamente inclui o álcool), é o que você comentou, quando disse "prejudicaram a terceiro"... Eu, você, o tonhão, estamos todos correndo risco, quando alguém drogado/alcoolizado está em nosso caminho.
O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.
A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo.
Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.
"Sei a minha sina. Um dia meu nome será lembrança de algo terrível. De uma crise como jamais houve sobre a Terra. Da mais profunda colisão de consciências. De uma decisão conjurada contra tudo que até então foi acreditado, santificado, requerido. Não sou um ser humano, sou uma dinamite, na transvaloração de todos os valores. Eis a minha fórmula para um ato de suprema octognose da humanidade que em mim se fez gene e carne..."
Como principais defensores da legalização da maconha no Brasil encontram-se o Deputado Federal pelo Partido Verde – RJ Fernando Gabeira, a Antropóloga e Primeira-Dama Ruth Cardoso, cientistas de elibada reputação, personalidades políticas e culturais, membros da Organização Mundial de Saúde, UNESCO e outras entidades não-governamentais, além é claro de uma significativa parcela da sociedade, para os quais a intensificação da proibição da maconha tem ocasionado, entre outros fatores no:
alto investimento financeiro na luta contra a maconha, na manutenção de grande contingente nas prisões e em recursos da justiça sem alcance de grande impacto no mercado negro, mas com considerável impacto nos cofres públicos e na monopolização dos esforços, fazendo com que haja concentração dos financiamentos em entidades de pouca transparência social; aumento da violência pelos traficantes e pelos usuários habituais, sendo que esses últimos, além de serem coibidos pelo sistema judicial se submetem aos cartéis da maconha – qualidade, preço e origem da droga; abuso às liberdades civis ao interferir, em questões de assunto pessoal – consumir ou não consumir parte de uma resolução de caráter intimista-psicológico; estímulo à expansão do mercado negro cujos lucros financiam táticas, para manutenção do poder e do domínio dos cartéis; visualização da maconha como algo proibido, envolvendo força psicológica de atratividade pelos jovens, ante as perspectivas dos riscos que encerra; estímulo à especulação do preço, à corrupção e ao desrespeito às leis; impedimento na atenção do Estado sobre o tratamento de usuários com dependência psíquica, e no desenvolvimento de programas de prevenção, que poderia obter recursos financeiros, através da taxação de impostos sobre a maconha, como tem acontecido com o cigarro em muitos países.
O que é crime? Crime é uma invenção do homem.
Hipocrisia imperando neste post...
Deprimente.
Não fumo, não bebo, não como fastfood, não bebo café.
Sou a favor da REGULAMENTAÇÃO de todas as drogas.
Como dizer a um ADULTO que ele deve ou não colocar algo dentro do seu corpo?
Porque estamo falando de algo a ser usado para ADULTOS, assim como álcool, tabaco, aspirina e a própria cafeína.