EXTINÇÃO DO FATOR PREVIDENCIÁRIO-SERÁ QUE VAI ACONTECER?
Diz um provérbio que sofrer antecipadamente, é, no minimo, sofrer em dobro...
Mas, como já esclarecido nesta discussão, havendo emenda na matéria o projeto volta a estaca zero, para apreciação do projeto como alterado pelo Senado...
Está evidente a embromação. O PTT não quer e nem precisa se desgastar mais do que já conseguiu... E não fará mais nenhum esforço para impingir mais danos do que já fez aos VERDADEIROS trabalhadores deste pais...
Minha opinião é que esta enrolação vai continuar e caberá ao proximo presidente-laranja ter que desenrolar o pepino.
Bom dia.
Concordo plenamente Dr.Walter.Até o momento não me arrependi de ter aceitado a mereca da aposentadoria,pois a cada dia que passa,acho que estão enrolando mais e pelo jeito isso vai longe..... Estou torcendo que alguma coisa boa aconteça,pois mesmo trabalhando,um dia vou precisar viver desta renda e ao contrário do nosso governo,estou sendo honesta,continuo a contribuir com teto máximo,pagando IR e todas as mais desp que se tem como funcionário.Tenho que acreditar no meu País e nos seus governantes, é impossível eles não enchergarem o óbvio,vamos todos ganhar salário mínimo com o passar dos anos. Que Deus ilumine os nossos " QUERIDOS DEPUTADOS " Amém.
As comissões permanentes da Câmara vão ser instaladas na quarta-feira, com a eleição dos presidentes e dos vices.
Na Comissão de Finanças e Tributação, um dos primeiros assuntos da agenda será a discussão do projeto de lei que extingue o Fator Previdenciário.
Criado em 1999, o mecanismo leva em conta para o cálculo do valor do benefício a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de sobrevida do segurado ao se aposentar.
O relator do projeto que propõe o fim do Fator Previdenciário, deputado Pepe Vargas, do PT gaúcho, vai pedir a realização de três audiências públicas para debater o tema logo após a instalação da comissão. Segundo Pepe Vargas, a intenção é ouvir representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo.
"Eu espero que ainda no dia 4, se não der no máximo na semana seguinte, dia 11, aprovar os requerimentos para a realização dessas três audiências públicas. Uma vez aprovados os requerimentos, eu vou propor que elas sejam realizadas todas numa mesma semana. Então, eu diria o seguinte: Ou no dia 11 e 13 de março, ou nos dias 18 e 20 de março nós faríamos as audiências públicas. Entre os dias 15 e 30 de março eu poderia apresentar o relatório, para votar na Comissão de Finanças e Tributação."
Depois de aprovado na Comissão de Finanças e Tributação, o projeto que acaba com o Fator Previdenciário teria que passar pela Comissão de Constituição e Justiça. Em seguida, por sofrer modificações na Câmara, a matéria deve voltar ao Senado, de onde se originou.
Uma das mudanças que deverão ser propostas pelo deputado Pepe Vargas é quanto à regra do cálculo da aposentadoria. O texto aprovado pelos senadores propõe que o valor tome como base os últimos 36 meses de contribuição do trabalhador.
Governo, relator na Câmara e entidades sindicais consideram o critério injusto e pretendem sugerir outra fórmula. Pepe Vargas também deve propor uma regra nova que dará ao trabalhador a oportunidade de se aposentar com 100% do salário-benefício quando a idade e o tempo de contribuição somem, pelo menos, 95 para homem e 85 para a mulher. Para os professores, seriam necessários cinco pontos a menos.
De Brasília, Marise Lugullo sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Muito interessante esta matéria do Sr. Henrique Júdice, Advogado do IPEA. Vale a Leitura...
Este é um indefensável instrumento de confisco da renda do trabalho. E a sociedade brasileira está –antes tarde do que nunca– se dando conta disso
07/10/2008
Henrique Júdice
Após aprovação no Senado, tramita na Câmara o Projeto de Lei 3299/2008 (ex-PLS 296), do senador Paulo Paim (PT-RS), que altera a forma de cálculo da aposentadoria por tempo de serviço/contribuição. O PL 3299 põe fim ao maior dos crimes de Fernando Henrique contra a população trabalhadora: o fator previdenciário, criado em 1999 para deprimir o valor do benefício mediante o uso coordenado de três mecanismos perversos.
O primeiro é a imposição de perdas com base na idade do trabalhador na hora da aposentadoria: um homem que trabalhe e contribua por 36 anos terá a média de seus salários de contribuição multiplicada por 0,843 (redução de 15,7%) caso aposente-se aos 58. O segundo é a atribuição de peso maior à idade que ao próprio fato gerador do benefício (o tempo de serviço/contribuição): um homem que trabalhe e contribua por 40 anos terá perda maior (16%) que o do primeiro exemplo, caso se aposente apenas um pouco mais jovem, aos 55 (1). O terceiro é a consideração da expectativa de sobrevida no momento em que o trabalhador se aposenta: descartada a hipótese de genocídio, essa variável sempre cresce, trazendo perdas até mesmo aos que optam por adiar a aposentadoria.
A injustiça inerente a essas situações é agravada por vivermos num país onde a imensa maioria da população não escolhe as datas de início e término de sua vida laboral. Ninguém começa a trabalhar aos 14/15 anos por gosto, nem é por deleite que quem começou a trabalhar nessa idade aposenta-se – com inteira justiça – ao redor dos 50. Quem começa a trabalhar cedo se dedica, em regra, a trabalhos que se tornam penosos com a idade. Reduzir proventos de pedreiros, telefonistas, metalúrgicos ou vigilantes por se aposentarem antes dos 63 anos (2) é uma iniqüidade, até porque, para esses trabalhadores, é difícil, a partir dos 45 anos, e quase impossível, após os 55, encontrar emprego.
O fator previdenciário é um diabólico e indefensável instrumento de confisco da renda do trabalho. E a sociedade brasileira está – antes tarde do que nunca – se dando conta disso. Não é por outra razão que o PL 3299 tem parecer favorável de seu relator na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, o deputado Germano Bonow (DEM-RS), e que o presidente Lula declarou à TV Brasil em 17 de setembro que, se ele for aprovado, não o vetará. Mas é preciso ter cuidado, pois já começam a surgir propostas destinadas a manter seus efeitos.
A primeira é a fixação de uma idade mínima para aposentadoria por tempo de serviço/contribuição. A idéia é defendida pelo economista Guilherme Delgado, do IPEA, a partir de um estudo elaborado para o Conselho Nacional de Previdência Social, em 2006 (3). Ele propõe a imposição imediata de um limite etário de 60(h)/55(m) anos, com elevação progressiva até 65(h)/60(m) em 2030 (4). Se o fator previdenciário é injusto por penalizar quem se aposenta antes dos 63 anos, muito pior é proibir o trabalhador de aposentar-se antes dos 65. Mesmo na versão mais suave da Proposta de Emenda Constitucional 10/2008, de Paim, que a fixa em 51h/46m anos em 2008 com aumento gradual até 60h/55m em 2035 (5), a idade mínima representaria um retrocesso, inclusive simbólico. Sarney, Collor e FHC foram derrotados pelos sindicatos quando tentaram impô-la; não tem cabimento que seja Lula a arcar com a responsabilidade histórica de fazer contra os trabalhadores o que nenhum governo da elite branca conseguiu. Para a preservação de sua biografia e das de Paim e Delgado (dois históricos defensores da Previdência pública), essa idéia deve ser descartada.
A segunda é a chamada "fórmula do ponto fixo". Elaborada pelo Ministério da Previdência, ela fixa o tempo de serviço/contribuição exigível do trabalhador em 1,87 vezes sua expectativa de sobrevida. Esse critério reúne a imprevisibilidade do fator previdenciário, a rigidez da idade mínima e a injustiça de ambos. Seus resultados são surreais: consideradas as expectativas de sobrevida de 2006 (6), quem começasse a trabalhar aos 14 anos precisaria de 43 de contribuição e trabalho ininterruptos para se aposentar aos 57; mas quem começasse a trabalhar aos 26 poderia aposentar-se com 36 anos de serviço/contribuição aos 62. Isto é: para seus idealizadores, a circunstância de o trabalhador aposentar-se aos 57 ou aos 62 anos é mais importante que a de ter começado a trabalhar aos 26 ou aos 14 – mesmo que o que começou aos 14 ainda tenha 6 anos a mais de serviço e contribuição.
O fator previdenciário precisa ser extinto. Mas para que sua revogação seja uma vitória real – a única que ela terá tido no governo Lula – para a população trabalhadora, é preciso barrar desde logo outras propostas de igual espírito. Não se pode, a pretexto de evitar que o trabalhador sofra perdas na aposentadoria, proibi-lo de se aposentar.
Notas:
(1) Números extraídos da tabela de fator previdenciário de 2008 do Ministério da Previdência.
(2) Idade a partir da qual o fator previdenciário deixa de acarretar perdas, considerando o tempo mínimo de contribuição (35 anos para homens, 30 para mulheres) e a tabela do Ministério da Previdência para 2008.
(3) www.ipea.gov.br/pub/td/2006/td_1161.pdf
(4) http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2008/1/23/noticia.406993/
(5) http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/getHTML.asp?t=12731
(6) www010.dataprev.gov.br/cws/contexto/conrmi/tabES.htm
Henrique Júdice é assistente de pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), advogado (OAB/RS 72.676) nas áreas trabalhista e previdenciária e ex-técnico previdenciário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Fonte: http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/analise/contra-o-fator-previdenciario
A Walter Rodrigues Filho | São Paulo/SP
Acredito em uma fórmula que não utilize tantos salários de contribuição.
Deveria-se pensar no cálculo da RMI, utilizando, por exemplo, as 100 maiores contribuições desde 1994.
Certeza que a RMI aumentaria.
Outro exemplo que considero bom é: "Calcular a média dos ultimos 05 anos anteriores a aposentadoria e a média das 80 maiores contribuições desde 1994, excluindo-se os 05 anos já computados. Somando as duas médias e as dividindo por 02.
Média dos ultimos 05 anos + media das 80 maiores contribuições DIVIDE por 02
Penso bem diferente disto.
Acho que o correto é valer a média aritmética simples de 100% dos salarios de contribuição. A tecnologia da informação permite que assim se faça e num piscar de olhos. Basta que se tenha vontade politica.
Nos primórdios dos sistemas previdenciarios vigoravam algumas premissas que a experiencia derrubou. Por exemplo, a idéia de que o trabalhador nunca regrediria em seus niveis salariais. Muitos que viveram sabem perfeitamente que as empresas organizadas tinham como diretriz não contratar empregados, ainda que aptos, quando se deparavam com a realidade da redução do salario constante na CTPS.
Os sistemas de computação inexistiam. Era inimaginavel que se pudesse manter banco de dados de todos trabalhadores do pais com todos seus vinculos e todo histórico de contribuições. Daí a utilização das médias curtas (ultimos 60, 48 ou 36 salarios de contribuição. Daí a denominação aposentar com o maior salario integral.
Uma nação justa, não se constroi sem demonstração diuturna de integridade e compromissos de longo prazo engajando o ESTADO. Com a máxima certeza a base de qualquer nação bem sucedida está nestes fundamentos; na valorização do trabalho e do ser humano.
Por mais incrivel que possa parecer, no Brasil, as diretrizes e normas de maior alcance e justiça social foram criadas pelos regimes fortes. Pena que não foram tão fortes. E nos legaram vivos demais caras como FHCs, Lulas e toda espécie de safados e traidores.
A CLT, O FGTS, O PIS/PASEP, A Indexação única da MOEDA, Uma carga tributária moderada (17% do PIB), O sistema previdenciario, seus alicerces e fundamentalmente seus referenciais e indexação pelo salario minimo. Sinalizando seriedade e compromisso com o longo prazo. Sim pois o contrato do trabalhador com a nação é por toda uma vida e a escolha da indexação há de levar em conta o longo prazo e um paradigma o mais idoneo possivel sobretudo não manipulável. É imperioso a transparencia de longo prazo para que o pais possa incentivar a população para a pratica salutar do TRABALHO. Ficar migrando por puro oportunismo entre indices manipulados é muito proprio de capitalistas selvagens e não se coaduna com a seriedade do assunto.
Por conta dos politicos e aventureiros da Nova Republica o país está totalmente desorganizado e vem a galope cultivando a descrença definitiva nas possibilidades de se viver e prosperar com padrões de honestidade e apego ao trabalho.
A CLT vem sendo "flexibilizada", leia-se, perdas de proteção e direitos da classe trabalhadora.
O FGTS desde há muito é drenado para finalidades dubias enriquecendo muita gente. Os mecanismos de correção irreais e juros ridiculos fazem virar pó o recurso do trabalhador. Que quando dele vai lançar mão percebe o quão pouco restou.
O PIS/PASEP originalmente patrimonio do trabalhador, também foi surrupiado. Mas numa canetada só, ao tempo da elaboração CF88. Tal como os valores do FGTS são "aplicados pelo BNDES" em mecanismo de favorecimentos à oligarquia em troca de sustentação. Enfim para onde se atenta percebe-se o puro confisco do fruto do trabalho. Exploração de trabalho escravo. É absolutamente imoral não remunerar estes recursos com o mesmo padrão da Selic que verte rios de dinheiro a quem nunca soube o que é trabalhar.
A desindexação da moeda foi o maior golpe contra a nação, expondo a polpulação indefesa. Os rendimentos negativos da poupança da população é uma vergonha nacional. O pensamento é mais ou menos assim: já que não temos peito de tributar as GRANDES FORTUNAS, pois os interessados sempre ameaçam transferi-las para outros rincões, vamos nos locupletar com as pequenas economias da população indefesa.
O que temos hoje é uma selvageria capitalista sem precedentes. É a regra do quem pode mais, chora menos ! O governo de fato está sediado no palacio do Banco Central nas mãos de financistas de confiança dos banqueiros. Enquanto o presidente-laranja toma seus gorós, faz populismo e vistas grossas para o maior "esbulho legalizado do planeta" concedendo "licença legal" para inimaginavel concentração de riqueza através de tarifas e juros astronomicos.
A carga tributária beira os 40%. E não se tem o menor retorno e nem prestação de contas. A COFINS é o apogeu da safadeza dominante. É através desta "contribuição previdenciaria disfarçada" que todo assalariado faz ao tempo do gasto dos salarios, que estamos permitindo o calote da aposentadoria.
Esta contribuição entra nos cofres da previdencia no maior anonimato. Não é contabilizada ao nivel do trabalhador e não entra nos calculos da RMI. O "golpe" vem de longa data. Pelo menos desde que reduziram o o TETO de 20 SM para 10 SM. E está se evidenciando cada vez mais quando se percebe que o TETO atual já está abaixo de 7 SM. Ou alguem acredita que o SM teve 300% de aumento real nos ultimos 20 anos... Ou mesmo, aumento real de 50% desde 2004.
Ora basta que se indague: qual a verdadeira intenção da ditadura tributaria ao RENUNCIAR à arrecadação de substancias recursos previdenciarios por ""negligenciar"" a correção das faixas e do TETO de contribuição ????
Finalmente a planejada e total anarquização e desmoralização do sistema previdenciario. Com a retirada dos referenciais. Estabelecendo normas e leis diuturnamente negando vigencia a primados básicos da CF88 e da mais simples decencia. Praticando continuado confisco de renda e direitos. Por último a manipulação de dois indices para fingir de conta que estamos praticando o socialismo. Tirando dos que tem pouco para dar aos que não tem nada. Nivelando a população num patamar de probeza ao tempo que permite a maior concentração de riqueza que este pais já assitiu nas mãos de parasitas e agiotas.
Mas não nos desesperemos. Mantenhamo-nos atentos e demonstrando a estes canalhas subservientes para que se cuidem que um dia a casa vai cair sobre a cabeça destes traidores.
a meus amigos advogados, inclusive meu amigo juiz a qual participou deste forum e a todos aos quais participam deste forum..., li todos , e todas as solicitações , indormações, tirei duvidas junto ao senador PAIM, estive com outros juristas, e tirei a seguinte conclusão....no meu caso atuo plenamente com PREVIDENCIA SOCIAL há mais de 20 anos, tenho um entendimento juridico desde a CAIXA DE PREVIDENCIA isso em 1923, e etc....., o que falar sobre FATOR PREVIDENCIÁRIO e que as pessoas não leem a nossa CARTA MAGNA , esquecem que uma certidão de nascimento , uma carteira de identidade, um titulo de eleitor, ou qualquer outra identificação não se suprime a uma palavra - NACIONALIDADE..., o cidadão tem inumeros nomes ...mas apenas uma nacionalidade...e dentro de cada cidadão esta a resposta para a questão do FATOR PREVIDENCIÁRIO.....serei justo na colocação dessas palavras ; PARA APROVAÇÃO DE UMA LEI DEPENDE-SE DE UMA POLITICA DE UM POLITICO, ....PARA A MUDANÇA DE UMA LEI....DEPENDE-SE DO POVO, sim o DIREITO EMANA DO POVO....e por isso dedicarei-me a partir do mes de março de 2009 a passar informações para o POVO, passarei a informar que necessito de sua identidade ( não o numero de identidade ) para identificar a mazela que é o FATOR PREVIDENCIÁRIO e digo começarei na cidade do rio de janeiro colocarei um stand de informação em uma esquina, em uma calçadão, em uma favela, na maneira do possivel irei passar um conhecimento ao cidadão A INFORMAÇÃO ; deixo um tel para divulgação nacional contato 21-83753886..., as pessoas já me perguntaram o porque de eu fazer isso....e eu respondo .....voce contribue para as que pessoas mais abastadas sejam mais felizes, mais saudaveis mais ricas...através de seu suor NA CONSTRUÇÃO DESTAS PESSOAS ????????????, SE VOCE NÃO ENTENDEU EU EXPLICO.... O POVO TRABALHA , O POVO PAGA IMPOSTOS, O DINHEIRO DO BNDS É DO POVO, A POUPANÇA QUE CONSTROI AS MANSÕES, OS GRANDES EDIFICIOS SAI DO POVO, OS GRANDES INVESTIMENTOS SÃO PAGOS PELO POVO...mas quando chega a hora do POVO se APOSENTAR, e ou, ter reconhecido o seu DIREITO A ALGUMA COISA .....tudo se transforma , MAS NÃO SE COPIA AO POVO O QUE SE TRADUZ AOS ABASTADOS...SIM ACREDITE EU PASSO ESSAS INFORMAÇÕES ao povo........SE VC LEU COM ATENÇÃO ESSAS LINHAS chegará a conclusão de que ..............O PODER EMANA DO POVO, A CONSTITUIÇÃO FEDERAL É PARA O POVO.......E NÃO SE PODE SUBTRAIR NADA DO POVO , POIS NO POVO EXISTE VIDA INTELIGENTE , NO POVO A IDENTIDADE É UNICA....... chega de ouvir EMPRESTIMOS PARA APOSENTADOS E PENSIONISTAS......O NBANQUEIRO SUGA OS APOSENTADOS, A UNIÃO ESTÁ ALHEIA A TUDO ISSO, E PARA A PREVIDENCIA.....OS APOSENTADOS E PENSIONISTAS SÃO UM CANCER...MAS A CURA DA PROPRIA PREVIDENCIA ESTÁ NOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS.....PEÇO DESCULPAS PELA EXTENSÃO DAS MINHAS PALAVRAS...OBRIGADO CELMIR , PARA CONTATO [email protected]
Celmir
Nesse seu movimento em favor da populaçao, onde voce colocara todo seu conhecimeto a disposiçao, nas bancas, calçadas, como voce diz, aproveita e coloque sempre suas informaçoes neste forum, para que nós aprendamos com seus conhecimentos. grato
um Abraço
É tempo de Falar....
o Povo precisa saber...
Pelo andar da carruagem...... não será extinto esse maldito FATOR PREVIDENCIARIO. Pelo contrário..... se mudado for alguma coisa.... será para pior. Se acham que as pessoas se aposentam cedo (não contribuiram que chega), deviam, na minha opinião conceder algum "bonus", para quem se aposenta e continua trabalhando (contribuindo), até morrer, pois é isso que nosso governo (80% de aprovação) quer.
Abraços
Talvez a formula mais justa è aquela que contemple todo o periodo de contribuiçao, sem aplicaçao do percentual de 80% das maiores, como vem sendo aplicado atualmente. Este sistema de caulculo è aplicado na Italia e la o aposentado que contribui durante a vida lavorativa consegue sobreviver dignamente. Ainda como exemplo la na Italia, uma pessoa que se aposenta por velhice, atingindo a idade que è um requisito, ganha aproximadmente 500 a 600 euro ao mes. Aqui, quem contribui com o teto durante 30 anos ou 35 anos, nao chega ao minimo que a Italia paga a um cidadao que nunca contribuiu. Merece repensar nosso sistema, pois todos nos segurados contribuimos para que....? Eu me envergonho ao dizer que nossa Previdencia é assim.
Caros correspondentes.
Novamente volto a inserir comentários nesse fórum.
Quero informar aos senhores que, durante os feriados de Carnaval, enviei novamente, mensagem aos 570 deputados do congresso nacional, independente de partido, de estado, sexo, ou outra agremiação qualquer.
O que me deixa frustrado é que, quando enviei a primeira mensagem, nos idos de outubro ou novembro/2008, recebi duas comunicações de deputados, preocupados com o PL 3.299/2008, manifestando apoio. Informo ainda que tais deputados sequer são do meu estado.
Desta vez, embora tenha sido mais incisivo e conclamado com mais expressividade, somente um, dos ditos representantes do povo, eleito por este último, mandou alguma resposta. Pelo menos esse é do meu estado.
Não quero aqui me furtar em deixar de enviar mensagens a todos os parlamentares. Vou continuar a fazer isso, inclusive, meus filhos já o fizeram também, com a finalidade de me ajudar.
Todavia, como diz o dito popular "UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ VERÃO". Eu tenho me esforçado para manter os Senhore(a)s deputado(a)s cientes do desejo de grande parte da população brasileira, pela extinção do famigerado Fator Previdenciário.
Gostaria de saber se os demais interessados (participantes desse forum) também estão enviando mensagens aos parlamentares, porque, somente reclamar, chorar, esbravejar e, até, em alguns casos, caluniar em um fórum, cujo teor nenhum dos parlamentares irá tomar conhecimento, é muito fácil.
Necessitamos enviar correspondências, e-mais, fazer faixas e, se houver adesão da massa, até uma paralisação ou passeata nacional, seja em Brasilia, capitais dos estados, cidades maiores ou mesmo na menor das cidades, com a finalidade única de demonstrar que estamos unidos em torno de um mesmo fim.
É difícil???, Sim, com certeza, mas se não nos movimentarmos, já que somos os maiores interessados, ninguém fará por nós.
Peço desculpas se ofendi algum dos participantes, mas foi a forma que achei de me manifestar.
Grande abraço a todos.
EMBORA NÃO TENHA ESCRITO MENSAGENS, TENHO ACOMPANHADO O FORUM DIARIAMENTE. ALÉM DESTE FÓRUM, TENHO LIDO TODO MATERIAL QUE APARECE NA INTERNET SOBRE O ASSUNTO.
A MENSAGEM ABAIXO FOI INSERIDA NESTE FORUM EM 18/12/2008. ATE O PRESENTE MOMENTO, SOMENTE OS DOIS DEPUTADOS QUE HAVIA MENCIONADO, SE DIGNARAM EM RESPONDER MEUS E-MAILS.
ABRAÇOS A TODOS.
AUGUSTO
VOU REENCAMINHAR NOVAMENTE, PARA TODOS OS DEPUTADOS FEDERAIS, E PEDIR QUE SE PRONUNCIEM A RESPEITO DO ASSUNTO.
ABRAÇOS.
"Encaminhei mensagem a todos os Srs. Deputados Federais da Câmara dos Deputados, manifestando minha preocupação sobre o assunto.
Muitos dos e-mails enviados, foram devolvidos devido caixa de mensagens cheia, provavelmente os parlamentares nem estejam abrindo suas Caixas de Correios.
Recebi resposta de somente dois (por enquanto) dizendo que irão olhar com atenção para o assunto.
Encaminhei o endereço deste portal a mais de 100 colegas de trabalho, além de amigos e parentes, a fim de que os mesmos possam fazer suas manifestações, seja no fórum, seja em mensagens aos Deputados.
No prazo de uma semana, estarei encaminhando nova mensagem para todos os Deputados, fazendo nova cobrança.
Sei que eles não receberão as mensagens, visto que entrarão em recesso parlamentar, todavia, não devemos deixar o assunto esfriar.
Conclamo a todos os participantes deste fórum para que, além dos parlamentares, encaminhem mensagens aos amigos, colegas de trabalho, parentes, enfim todos aqueles que possam enviar mensagens para os Senhores deputados, a fim de pressioná-los a aprovar o PL 3.299/2008."
Um grande abraço a todos
Augusto
Cometi um erro na redação, onde está escrito e-mais, (o corretor ortográfico não corrigiu e passou batido) o correto é e-mails,
Necessitamos enviar correspondências, e-mais, fazer faixas e, se houver adesão da massa, até uma paralisação ou passeata nacional, seja em Brasilia, capitais dos estados, cidades maiores ou mesmo na menor das cidades, com a finalidade única de demonstrar que estamos unidos em torno de um mesmo fim.