EXTINÇÃO DO FATOR PREVIDENCIÁRIO-SERÁ QUE VAI ACONTECER?
heloisa.
Veja se V simulou para mesma data do requerimento. É possivel que se a simulação que fez calcula a RMI para HOJE haverá diferença para a RMI de nov/06. Entram outras contribuições mais recentes, quiçá maiores. O FP diminui e a correção faz aumentar a RMI.
Com jeitinho V conseque que imprimam a composição do calculo e V pode ver o calculo e a carta de concessão, se já estiver disponivel, no site da Previdencia. pela Internet.
Para correção do salario (RMI) de nov/06 para o salario de nov/08 não há incidencia de juros e nem de multa.
Nos salarios atrasados sim. Há juros de 0,5 % ou 1 % am mais uma correção monetária muito que das michas, tudo pro rata. E não há multa nenhuma.
Nos comentarios nesta discussão V percebe que muitos na sua situação, estão em duvida se "aceitam" a aposentadoria na forma de calculo atual ou aguardam eventual lei alterando o calculo para a média das ultimas 36 contribuições sem aplicação do FP. V pode fazer este calculo e saber qual a diferença e decidir se vale a pena esperar.
Ou V pode aceitar como vier e recorrer ao judiciario pleiteando varias coisas inclusive a exclusão dos efeitos do FP que na via administrativa jamais conseguirá. Mas como sabe o judiciario é como bum bum de nenem, surpresas.
Caros interlocutores,
Meus cumprimentos a todos.
Li todas as mensagens que se encontram no presente FÓRUM. Em sua imensa maioria, são dúvidas que os internautas apresentam sobre o já "famigerado FP". Algumas são de esclarecimentos, orientações, sugestões, entre outras. Não vou citar nenhum nome pois poderia me equivocar quanto ao manifestante, bem como quanto ao questionamento/resposta, todavia, embora precariamente, gostaria de me manifestar.
- Se verificarmos o artigo quinto da Constituição Federal Brasileira, "TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI". Por que há alguns que são "MAIS IGUAIS QUE OS OUTROS (para não dizer diferentes)". Ou seja, tem mais direitos que os demais?
- No mesmo artigo quinto, recomendo a leitura do item 34, Alínea B
- Ainda no mesmo artigo quinto, recomendo a leitura do item 36.
- Ler o texto do Artigo 201, parágrafos 3° e 4° (ler a EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20 - DE 15 DE DEZEMBRO DE 1998 - DOU DE 16/12/98).
Me enquadro no caso presente pois conto com 51 anos de idade e mais de 35 de contribuição (registro em carteira com 14 anos de idade). Atualmente e desde uns oito anos antes, venho contribuindo pelo teto, ou seja, para a minha presente situação, "aparentemente", seria preferível os três últimos anos. Todavia, sou solidário com a maioria dos trabalhadores do brasil e estou convencido que a média das contribuições após 1994 é mais justa, desde que efetuadas sobre 80 % das maiores e que o índice de correção seja compatível com a realidade (sem deságios ou, mesmo, índices inconcebíveis). Acho que a tabela SELIC utilizada pela Receita Federal é a mais apropriada (se estiver enganado, por favor me corrijam).
Além dessa, vou postar outras mensagens com situações reais para a apreciação desse grupo.
Saudações cordiais.
Caros interlocutores,
Meus cumprimentos a todos.
Novamente faço uso desta coluna para me pronunciar.
Na presente, não farei nenhum comentário específico.
Gostaria, somente de perguntar porque a última manifestação (antes da minha primeira) foi apresentada pelo
* Walter Rodrigues Filho * São Paulo/SP * somente em 22/10/2008 17:10:50*.
Não houve qualquer manifestação de nenhum internauta que compõe esse grupo, após a data e hora mencionada acima?, Afinal já estamos na primeira hora do dia 31/10/2008. O que houve nos últimos nove dias? Onde posso encontrar a seqüência das mensagens??
Abraços.
Bem vindo Augusti_1
Não houve nenhuma mensagem desde 22/10/08. Talvez pela eleição. Talvez pela fadiga, desencanto etc.
Aproveitando penso que podemos esquecer a Selic. Nas cortes maiores a Selic não é considerada indice de atualização monetária É um composto de taxa de juros e indice de CM.
Por último penso que não há o menor fundamento legal para que se ignore as contribuições anteriores a julho de 1994; Ao contrário se o cidadão provar que tal disposição lhe é prejudicial tem grande chances de ve-las inclusas no calculo.
Por que haveria o judiciario de concordar com a exclusão delas? Trata-se de disposição inconstitucional. Pura discriminação justamente contra os mais idosos que contribuiram quando o TETO era de 20 SM (1974 a 1989) ou de !0 SM *antes de 1974 e após 1989.
Para reflexão sugiro que os participantes dêm uma olhada no site www.mte.gov.br/sal_min/salariominimo.pdf
É um estudo do próprio Min Trabalho e Emprego, onde resta evidente os efeitos da perversa administração do SM preparando o calote da aposentadoria.
Vão notar que apenas em 2006/2008 o SM recuperou seu valor real de 1980. Vão notar que entre 1990/94 o mesmo atingiu seu menor valor real cerca de 50% da referencia em 1980.
De sorte que todo alarde destes impostores como FHC, Lulas e que tais, quanto a aumento real do SM é pura balela ... até este ano de 2008 o Sm apenas recuperou seu valor real de antes de 1983. E no engodo desta propaganda afanaram os trabalhadores
Bom dia a todos. Tbm acho que devemos protestar mais,nos acomodamos e é isso que eles querem. Eu resolvi aceitar a mereca de 53./. e vou continuar trabalhando e contribuindo com o teto máximo,e torcer para que algo de bom aconteça,afinal tem vários projetos tramitando para beneficiar os aposentados, se vai sair? quem podera dizer,só o tempo mesmo. Continuo acompanhando,mas agora mais tranquila,pois estava ficando maluca com tantas dúvidas. Um abraço e bom final de semana.
Caros interlocutores,
Meus cumprimentos a todos.
Voltando a me manifestar nessa página, gostaria de lembrar aos componentes que breve, muito breve, teremos eleições para deputados e senadores.
Como todos os contribuintes da previdência social sonham em se aposentar, um dia, é interessante fazermos uma chamada geral para que, se o PL 3299/2008, não passar na câmara, esses deputados que aih estão, poderão não se reeleger. Basta que os trabalhadores se mobilizem e ameacem com um basta no dia das eleições.
Nós, eleitores, temos como derrubar 100 % dos deputados e 33 ou 66% dos senadores (não sei se haverá renovação de um terço ou de dois terços do senado na próxima eleição).
Convém lembrar que, mesmo que o Presidente lula vete o PL 3299, o congresso pode, se quiser, derrubar o veto e sancionar a lei. Temos que lutar para isso.
Vamos agitar e boicotar a próxima eleição, "NÓS TEMOS A FORÇA".
Abraços a todos.
Caros interlocutores,
Meus cumprimentos a todos.
Vamos trabalhar com todas as pessoas de nosso meio (família, trabalho, escola, associações de bairros, mídia, murais, etc), pedindo que cada eleitor se una nessa queda de braço a fim de derrubarmos o "MALEDETO" Fator Previdenciário.
Se procurarmos nos comunicar em forma de pirâmide (cada um convence mais três. Cada três, mais nove. Cada nove, mais vinte e sete), em breve, muito pouco tempo, toda a nação estará simpatizando conosco.
É bastante provável que nosso nome volte para a pirâmide outras vezes, sendo nossa obrigação repassarmos para outros, todavia, a pretensão é possível.
Vamos juntar as mãos.
Quem quiser ajudar, que se manifeste.
Vou começar a fazer a minha parte a partir de hoje.
Abraços a todos.
Caros interlocutores,
Meus cumprimentos a todos.
Senhores.
Qual é o maior medos dos políticos que hoje estão no congresso nacional???
É não conseguir se reeleger na próxima candidatura.
Quem é que pode, ou não reelegê-los????????
Nós, os eleitores. Somente nós temos esse poder e, podem ter certeza é um poder fantástico.
Nós podemos mudar, portanto vamos fazer isso.
Abraços.
Últimas sobre o Fator Previdenciário.
"O governo já admite acabar com o fator previdenciário e substituir por um sistema de cálculo que leva em conta a idade mínima, com uma regra de transição. A informação foi dada nesta terça-feira pelo senador Paulo Paim, do PT gaúcho, ao sair de uma reunião com o ministro da Previdência, José Pimentel, e o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho."
" O projeto de lei que acaba com esse sistema (PL 3299/08) já foi aprovado no Senado, passou pela Comissão de Seguridade Social da Câmara e aguarda análise da Comissão de Finanças e Tributação. De acordo com o senador Paulo Paim, autor do projeto, o governo e o Legislativo se comprometeram a encontrar, na peça orçamentária de 2009, um caminho para resolver a questão ainda este ano.
"O que nós discutimos: vamos tentar construir uma Previdência universal, igual para todos, da área pública e da área privada. Como é para o servidor público: Idade mínima 53 anos, para quem já está no sistema, devido à regra de transição. Quem entrou depois dessa nova regra é 55 (para mulheres) e 60 (para homens). Vou dar um exemplo de como ficaria na área privada. O trabalhador da área privada começa a trabalhar com 16 anos, com mais 35 dá 51. Bom, é 51? É 53? Há regra de transição. Quem entrasse no sistema a partir de hoje seria 55 e 60. Mas tudo isso vai ser colocado na mesa para o debate."
Outra iniciativa do senador Paim que preocupa o governo é a Emenda que estende aos benefícios previdenciários a mesma política de reajuste do salário mínimo. A matéria, já aprovada no Senado e pronta para votação no Plenário da Câmara, também foi discutida na reunião desta terça-feira. O senador disse que governo e parlamentares devem encontrar uma fórmula para melhorar o reajuste das aposentadorias e pensões acima do salário mínimo também até o final do ano. Se isso acontecer, já haveria impacto no orçamento do ano que vem. Entretanto, o ministro da Previdência não confirmou as informações do senador Paim. José Pimentel jogou a responsabilidade para o Congresso Nacional.
"Esta é uma iniciativa do Congresso Nacional e o Congresso Nacional é também quem aprova o Orçamento da União. Da mesma forma que em 2007 o Congresso Nacional resolveu rejeitar a CPMF e construir uma alternativa para viabilizar o Orçamento da União, neste 2008 ele está fazendo o mesmo debate."
O presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Mendes Ribeiro Filho, e o relator do orçamento de 2009, senador Delcídio Amaral, deveriam ter participado da reunião desta terça-feira para discutir as questões previdenciárias. Mas os dois parlamentares estavam em Tocantins, participando de um seminário regional da comissão, e não chegaram a tempo. Por isso, uma nova reunião foi marcada para terça-feira que vem, às duas da tarde, no gabinete da Presidência do Senado."
De Brasília, Marise Lugullo terça-feira, 11 de novembro de 2008
Olá amigos.
Acho que esta conquista é muito importante para quem já está aposentado.
Aposentadorias e pensões pagas pela Previdência Social poderão ter os seus valores atualizados ano a ano. A intenção é recuperar o valor do poder aquisitivo desses benefícios, de forma a garantir o mesmo número de salários mínimos que eram recebidos na data da concessão da aposentadoria ou da pensão.
A proposta foi aprovada nesta quarta-feira (12) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) ao adotar, em turno suplementar, substitutivo da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) ao texto original do projeto (PLS 58/03) de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). O projeto foi votado pela CAS em decisão terminativa.
De acordo com o substitutivo da CCJ acolhido pela CAS, será criado um novo parâmetro de atualização do poder de compra dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas: é o Índice de Correção Previdenciária - ICP - resultante da divisão do salário de benefício (a aposentadoria) pelo menor salário de benefício pago pelo Regime Geral da Previdência Social. Segundo o texto aprovado, na data da aposentadoria, cada segurado passará a ter um ICP individual, a ser usado para cálculo dos reajustes por toda a vida.
O substitutivo aprovado fixa ainda uma regra de transição de cinco anos até que o poder de compra seja totalmente recuperado. O prazo também servirá para que os orçamentos sejam adaptados às despesas.
O projeto original de Paim estendia a nova regra aos servidores inativos e pensionistas da União. Mas essa parte foi retirada do texto durante a tramitação da matéria na CCJ, por ter sido considerada inconstitucional.Isso porque artigo da Constituição dá ao presidente da República a competência exclusiva para legislar sobre aumento de remuneração e aposentadoria dos servidores públicos. O texto aprovado na CAS foi relatado pelo senador Expedito Júnior (PR-RO).
Elogios
Após a aprovação do projeto, Paim enalteceu a decisão da CAS e disse que o projeto "faz apenas justiça" a aposentados e pensionistas. Já a senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), relatora ad hoc no colegiado, defendeu a rápida aprovação da proposição pela Câmara dos Deputados para que, observou, milhões de brasileiros tenham seus proventos reajustados.
Expedito Júnior (PR-RO), relator da proposta, também destacou a aprovação do projeto, enquanto o senador Mário Couto (PSDB-PA) advertiu: "Não vamos abrir mão nem de um milímetro em defesa dessa causa". Durante o debate da matéria, ainda, o senador Flávio Arns (PT-PR) defendeu o fim do fator previdenciário no cálculo de aposentadorias e pensões.
Cláudio Bernardo / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) 80136
Estou preocupado!!
11/11/2008
A cada dia que passa afunila-se a discussão em torno do aumento para os aposentados da Previdência Social e o término do chamado fator previdenciário como quer o senador Paulo Paim (PT-RS). Se depender do Relator do orçamento, não haverá possibilidade de dar às aposentadorias o mesmo reajuste do salário mínimo.
O principal argumento do Ministério da Previdência é que a aprovação desses dois projetos, bem como de outras 103 proposições que tratam do assunto no Congresso, levaria o governo a desembolsar o equivalente a um quarto (25%) do Produto Interno Bruto (PIB), descontada a inflação de cada ano, apenas com o pagamento de aposentadorias. Hoje esses benefícios eqüivalem a 7,2% das riquezas do país.
Além disso, o governo alega que a crise financeira, que resultou no já anunciado corte de R$ 8 bilhões na proposta orçamentária de 2009, reduziu ainda mais as chances de aprovação das duas propostas, capitaneadas pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e uma frente de outros 20 senadores.
"No orçamento não tem dinheiro. Esses dois projetos representam mais de R$ 18 bilhões a mais de despesa. Não sei de onde pode vir esse dinheiro", disse o relator da proposta orçamentária de 2009, senador Delcídio Amaral (PT-MS).
Com essa posição, o relator antecipou o que dirá aos senadores da frente parlamentar em favor dos aposentados em reunião marcada para a próxima esta terça-feira (11). O encontro, que será na presidência do Senado, também contará com a presença do ministro da Previdência, José Pimentel.
O torniquete no cofre contra as propostas também é reforçado pela líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC). Ela classificou como "delírio" o atendimento das reivindicações de Paim, seu colega de partido. "Já era muito difícil atender aos projetos antes da crise, agora ficou impossível", diz Ideli.
Distantes das discussões desde que o ex-ministro Luiz Marinho deixou a pasta para concorrer à prefeitura de São Bernardo do Campo (SP), as centrais sindicais também dão o assunto como encerrado. E com sabor de derrota. "Tínhamos uma proposta bem avançada com o Marinho, mas a troca de comando paralisou as negociações", lamenta o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical.
Segundo o pedetista, estava em curso um projeto que poderia, pelo menos, estancar as perdas dos aposentados, garantindo a quem ganhasse até três salários mínimos o direito de não ter o benefício reduzido a apenas um salário mínimo nos anos seguintes. A nova regra, diz o presidente da Força, entraria em vigor, mas manteria o fator previdenciário criado pelo governo em 2000.
Pelas atuais regras, o desconto é maior quanto mais cedo a pessoa se aposenta. O governo diz que, até o ano passado, o mecanismo gerou uma economia de cerca de R$ 10 bilhões. O fator previdenciário leva em conta a alíquota de contribuição, a idade do trabalhador, o tempo de contribuição à Previdência Social e a expectativa de sobrevida do segurado. "O governo não deve ceder e o presidente vai ter que vetar o projeto, pois quando estiver no plenário ninguém conseguirá votar contra", avalia o presidente da Força Sindical.
Aprovado no dia 10 de abril deste ano pelo Senado, o Projeto de Lei 3299/2008, que acaba com o fator previdenciário, já recebeu parecer favorável e votação unânime dos integrantes da Comissão de Seguridade Social. A proposta ainda terá de ser examinada pelas comissões de Constituição e Justiça e Finanças e Tributação, antes de ser enviada para o plenário.
O autor do parecer na Comissão de Seguridade Social, o deputado Germano Bonow (DEM-RS), tem a mesma opinião do presidente da Força Sindical. "O projeto passa pelas duas comissões e deve passar pelo plenário também. Vai sobrar para o presidente vetar se o governo disser que não tem dinheiro", avalia.
Um dos argumentos do relator para aprovar o projeto de Paim está embasado em informações prestadas por técnicos do Ministério da Previdência. Segundo ele, numa audiência pública promovida pela Câmara, representantes da pasta alegaram que grande parte das pessoas que se aposentaram pela regra do fator previdenciário tem poder aquisitivo elevado e continua trabalhando e, portanto, contribuindo com a Previdência.
"O governo poderia fazer essa conta para usar a contribuição dessas pessoas, que não vão poder se aposentar pela segunda vez, e usar para compensar as perdas sem o fator previdenciário", explica.
Segundo a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), cerca de 200 mil aposentados perderam 40% do valor recebido durante o período ativo com aposentadorias concedidas com base no fator previdenciário. "Esse estudo é relativo apenas aos dois últimos anos, o que demonstra que as perdas podem atingir um número maior de aposentados" , diz o presidente da Cobap, Warley Martins.
O governo, segundo fontes ligadas a ele, até admitiria o fim do fator desde que fosse instituída a idade mínima para a aposentadoria. A nova regra seria de 60 anos para homens e 55 para mulheres.
Na oposição em 1998, o PT foi contra a proposta do então presidente Fernando Henrique Cardoso. O fator previdenciário foi criado justamente para compensar a derrota imposta pelo partido do presidente Lula naquele ano, quando a proposta de criação de limite de idade, prevista na PEC 20/98, foi derrubada.
Caso o governo não apresente proposta para atender aos dois projetos, a frente de senadores promete uma vigília de discursos durante toda a madrugada de hoje, 11, além de paralisar todas as votações no plenário do Senado. O mais engajado é o senador Mário Couto (PSDB-PA), que já prometeu fazer até uma "greve de banho" quando os projetos estavam em tramitação no Senado.
Segundo ele, nos últimos quatro anos, as perdas acumuladas dos aposentados foram de 40%. Seguindo dessa maneira, diz o senador do Pará, em seis anos cerca de 26 milhões de aposentados vão acabar "na miséria" ganhando apenas um salário mínimo. "Se tem dinheiro para dar a banco, como é que o governo não tem dinheiro para resolver o problema dos aposentados. Se o governo não ceder, vamos parar o Senado", garante Mário Couto.
Paulo Paim usa dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) como argumento para o atrelamento do reajuste do mínimo às aposentadorias. Segundo estudo da Anfip, há um superávit na Previdência Social de cerca de R$ 50 bilhões.
"A fonte é a própria receita da Previdência que é usada para fazer superávit primário, não só neste governo, mas no anterior também", diz Paim. "Lembro-me como se fosse hoje. Falei como ministro Pedro Malan que o reajuste precisava ser feito pela variação do mínimo e ele me disse que quando eu fosse governo poderia fazer o que eu quisesse. Agora sou governo e a situação é mesma", lamenta o senador do PT.
Além deste argumento, Paim diz que é possível cortar benefícios dados pela proposta de reforma tributária, que retira recursos da Seguridade Social.
"A conta patronal do INSS, contida na proposta, passa de 22% para 14%. Se isso não for feito já podemos conceder esses benefícios aos aposentados", garante Paim. Só um milagre de Santo Expedito, o santo das causas imposssíveis, os aposentados ganharão esta parada.
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Justamente o Governo que condena a discriminação, da este exemplo de cidadania, discriminar assim os trabalhadores, porque fator previdenciario é discriminação aos trabalhadores. Que culpa eu tenho de começar a trabalhar cedo ? Seremos nós probres trabalhadores, que contribuimos uma vida inteira que temos de pagar para os mais ricos poderem gozar de suas riquezas. FIM DO FATOR PREVIDENCIARIO PARA REPARAR ESSE ASSALTO AOS TRABALHADORES.
Denise Sousa
Quando passam imagens do tempo da ditadura, fico imaginando todos aqueles que apanharam, morreram por dignidade, morreram para deixarem aos seus filhos um país dígno.
E vejo agora que muitos daqueles que ficavam apenas nas sombras dos "grandes homens" que tombaram, governando nosso Brasil na maior covardia.
Acredito no Paim e naqueles que defendem suas idéias.
Precisamos de um líder. Acredito que encontramos.
Se não o apoiarmos de verdade, iremos perde-lo.
O sistema irá engoli-lo sem misericórdia.
Pedro
Bom dia a todos. Pedro,tbm acredito no Paim,para quem acompanhou a vigilia do senado até as 6 horas da manhã,deu para ver quem realmente é a favor das pessoas menos favorecidas,tem demagogia? tem sim,tem interesse nas próximas eleições? é claro que tem,mas eles fizeram a parte deles,agora cabe a nós apoia-los e continuar a lutar pelos nossos direitos como contribuíntes que somos. FIM DO FATOR PREVIDENCIÁRIO JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Abraço.
Lourdes
Recebi hoje um jornalzinho do Senge-RJ (Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro) com uma texto do Sen. Paulo Paim ("Em defesa dos aposentados e pensionistas").
Diz o Senador (alguns excertos):
"A Câmara dos Deputados está analisando DUAS matérias de nossa autoria: a emenda ao PLC 42/07 que estende para todas as aposentadorias e pensões o mesmo percentual de reajuste dado ao salário mínimo e o PLS 296/03 que extingue o fator previdenciário".
"Lutamos para que todos os trabalhadores brasileiros tenham direitos iguais. Por isso apresentamos como alternativa ao fim do fator a PEC 10/08 que estipula uma IDADE MÍNIMA para os trabalhadores da área privada, nos mesmos princípíos daqueles que temos para os servidores públicos. A idéia da PEC 10 é seguir uma série de normas de transição a fim de evitar injustiças."
"Com o fim do fator e a adição da idade mínima, a forma de cálculo das aposentadorias será feita com base nas 80 MAIORES CONTRIBUIÇÕES. Isso a contar de 1994 até os dias de hoje, garantindo assim o princípio da integralidade. Ou seja, todos receberão o benefício em sua totalidade, sem reduções."
Entendo que há uma mudança bem siginficativa, cujas conseqüências ignoro: hoje, a RMI tem por base 80% dos maiores salários-de-contribuição desde julho de 1994. Pelo que diz o Senador, sua PEC 10 manda calcular pelas 80 maiores contribuições.
Pela regra atual, segundo entendo, há uma margem para a contribuição ser mínima (sobre 1 salário mínimo), se essas contribuições "pequenas" caírem nos 20% descartados.
Quando eu me aposentei (outubro de 1998), acho, a RMI foi pela média das 36 últimas contribuições.... ou das 60 últimas, não lembro.
Assim como a maioria dos brasileiros que estão prestes a se aposentar estou indignado com este maldito "Fator Previdenciário". É fácil criar ou alterar uma Lei para justificar a imcompetencia dos gestores da previdência que administram mau os recursos permitindo aposentadorias desnecessárias e os constantes rombos que acontecem dentro do sistema. Quando se altera uma Lei sem levar em conta o direito das pessoas que vem contando os dias para ter de volta o que fez jus durante toda uma vida, é o mesmo que mudar a regra do jogo no decorrer da partida. Vamos ver se desta vez se façam justiça a nosso favor, espero que esta Lei seja revogada, caso contrario teremos que trabalhar até a morte sem nos ver recompensado por tudo aquilo que se propunha na epóca em que começamos a contrubiur.
Gostaria de saber se tem como solicitar judicialmente a devoluçao de todo o dinheiro de minhas contribuiçoes ao inss ao longo de minha vida. E tbem gostaria de saber se nos contribuintes do inss podemos ajuizar açao de responsabidade criminal perante o presidente do inss, ministros, pessoas de alto escalao, quando acontecem roubos e fraudes etc de pessoas confiadas pelos mesmos e que acarretam prejuizos a todos nos contribuintes.
Acho que viverei em paz se devolverem todo o dinheiro que investi numa aposentadoria que é uma vergonha para nos brasileiros.