O artigo, ao tratar das fases físico-psíquicas pelas quais as pessoas passam, tenta entender o porquê da delinquência juvenil.

Quando se fala em ciclos vitais, está-se a falar em psicologia do desenvolvimento. Esta é a descrição e exploração das mudanças psicológicas que o ser humano sofre com o passar do tempo. Com este trabalho, busca-se mostrar como essas mudanças podem ser compreendidas e descritas e como o ser humano pode ser afetado por tais mudanças.

Segundo Baltes, Rees & Lipstitt (1980)1, “Psicólogos e sociólogos que estudam o desenvolvimento referem-se a três categorias básicas que ocorrem com a idade: (1) mudanças partilhadas, referentes à idade, comuns a todos os indivíduos de uma espécie, (2) mudanças que são comuns a um subgrupo em particular, nas quais os elementos crescem juntos – seja numa determinada cultura, seja numa determinada geração, dentro de uma determinada cultura e (3) mudanças individuais que resultam de eventos singulares, não-partilhados”.

A psicologia do desenvolvimento estuda justamente o primeiro grupo de mudanças: partilhadas referentes à idade e comuns a todos os indivíduos de uma espécie.

No mínimo, três forças são capazes de efetuar mudanças de acordo com a idade: mudanças biológicas (o relógio biológico), experiências externas partilhadas (o relógio social) e mudanças internas partilhadas (maneira como reagimos às pressões do relógio biológico e do relógio social).

O desenvolvimento também é dado por experiências menos universalmente partilhadas, a cultura de cada país, com suas próprias expectativas, modelos e padrões.


Breve Análise das Teorias da Psicologia do Desenvolvimento

1 – Teorias psicanalíticas: dentre os teóricos psicanalíticos, enquadram-se Sigmund Freud, Carl Jung, Alfred Adler e Erik Erikson. Todos se interessam em explicar o desenvolvimento explicando estudando a psique, ou seja, a alma, o espírito, ou mente.

Freud entendia que o comportamento é governado não apenas por processos conscientes, mas também por processos inconscientes e, dentre eles, o mais elementar, era a libido, ou pulsão sexual. Defendia também que a personalidade possui uma estrutura desenvolvida com o tempo em idego e superego.

Foi também Freud quem propôs a teoria de que a criança movimenta-se fortemente influenciada pela maturação e de acordo com estágios psicossexuais: oral, anal, fálico e genital, sendo que, dentro destes estágios, provavelmente seja no estado fálico que se desenvolva o complexo de Édipo, fazendo com que o menino identifique-se com o pai e com que a menina identifique-se com a mãe.

Erikson concorda com Freud nos pressupostos mais básicos, porém não dá tanta ênfase ao impulso sexual, focalizando em seu lugar, o surgimento gradativo da identidade. Ele defende que até o final da adolescência, a identidade ainda não está totalmente formada, continuando a movimentar-se, desenvolver-se, através dos estágios posteriores da vida adulta.

Para Erikson, o comportamento do principal provedor de cuidados é fundamental ao estabelecimento, pela criança, de um senso de segurança básica. Para tanto, o genitor precisa amar com consistência e reagir de maneira previsível e confiante para com a criança, senão, esta pode desenvolver desconfiança. E esse será um aspecto básico de sua identidade ao longo de seu desenvolvimento. Erikson desenvolveu um quadro de crises que vai desde o nascimento até a idade adulta, gerando assim, consequências, dependendo da maneira como se solucionam as crises.

2 – Teorias cognitivo-comportamentais: trata de como os teóricos psicanalistas enfatizam o papel da criança como o participante mais ativo do processo de desenvolvimento. Porém, a semelhança acaba aqui, pois não estudam a relação dela com seus pais.

Jean Piaget, psicólogo suíço, junto com outros teóricos cognitivos iniciais, como Lev Vygotsky e Heinz Werner, observaram que todas as crianças pareciam vivenciar as mesmas espécies de descobertas sequenciais sobre o mundo, cometendo os mesmos erros e chegando às mesmas soluções.

As observações detalhadas que Piaget fez acerca do pensamento da criança, levaram-no a vários pressupostos, sendo o principal o de que é da natureza do organismo humano adaptar-se ao seu meio-ambiente, trata-se de um processo ativo. Não é o ambiente que modela a criança, e sim, a criança busca ativamente compreender seu ambiente.

Daí surge o conceito de esquema para definir as ações que a criança realiza (olhar, pegar, categorizar).


Os Ciclos da Vida

1 – Concepção e nascimento

A concepção ocorre quando um espermatozoide advindo de um homem penetra o óvulo de uma mulher e a fecunda. Os 23 cromossomos do espermatozoide unem-se aos 23 do óvulo, compondo o conjunto de 46 cromossomos que serão reproduzidos em cada célula do novo ser. Cada cromossomo consiste em uma longa espiral de ácido desoxirribonucleico (DNA), divisível em segmentos específicos, denominados genes.

O sexo da criança é determinado pelos 23 pares de cromossomos, um padrão XX para sexo feminino e um padrão XY para sexo masculino.

Especialistas dividem as semanas gestacionais em três subperíodos de duração desigual: o período germinal, que dura aproximadamente duas semanas, o embriônico, que se desenvolve ao longo de 8 ou 12 semanas após a concepção e o estágio fetal, que compõe as últimas 26 a 32 semanas.

Após a concepção, tem início a divisão celular; em dois ou três dias há várias células, sendo que a massa total atinge o tamanho da cabeça de um alfinete. Essa massa deixa de ser indiferenciada quatro dias após a concepção, quando, então, passa a ser chamada de blastócito e começa a se subdividir. Surge uma cavidade no centro da bola de células e a massa divide-se em duas partes. As partes externas formarão a estrutura que irão apoiar o organismo e a massa interna irá formar o embrião em si. Daí surge o processo de implantação, quando o blastócito toca no útero.

O estágio embrionário tem início quando a implantação se conclui e continua até que as estruturas de apoio estejam totalmente formadas e todos os principais sistemas de órgãos já tenham se depositado. Esse processo costuma levar de 6 a 10 semanas.

O desenvolvimento dos órgãos é notavelmente rápido.

O estágio fetal aprimora os órgãos que já existiam, sendo deles o menos desenvolvido o sistema nervoso no final do sistema embriônico. Da mesma forma, o peso e o tamanho do feto desenvolvem-se mais durante este período.

O processo normal de nascimento apresenta três partes: dilatação, nascimento propriamente dito e expulsão da placenta.

Drogas utilizadas pela gestante durante a gravidez causam efeito negativo sobre o nascituro. A dieta da gestante também é importante para que o bebê não nasça desnutrido ou morto. Gestantes mais velhas ou muito jovens correm riscos. Ansiedade da gestante pode causar riscos à gravidez.


2 – Desenvolvimento da Infância

1 – Físico, perceptivo e cognitivo

Os bebês nascem com uma grande coleção de reflexos, ou seja, reações físicas desencadeadas involuntariamente por um estímulo específico. Muitos desses reflexos ainda estão presentes nos adultos, tais como as flexões de joelhos e estreitamento involuntário das pupilas dos olhos quando a luz está muito forte.

Os reflexos dos recém nascidos podem ser agrupados em duas categorias:

- reflexos adaptativos:  que os auxiliam a sobreviver no mundo em que ele nasce. Os reflexos de sugar e engolir enquadram-se nesta categoria, tal como o reflexo de busca – o virar automático de cabeça na direção de qualquer toque nas faces -, reflexo este que ajuda o bebê a colocar o bico do seio em sua boca durante a amamentação.

- reflexos impulsivos: assim chamados por serem controlados pelas partes mais primitivas do cérebro, a medula e o mesencéfalo, ambos próximos de estarem totalmente desenvolvidos quando do nascimento.

Os bebês vêm equipados com um conjunto amadurecido de habilidades perceptivas. São capazes de: focalizar os dois olhos no mesmo local, ouvir sons que se situem na variação de grau e intensidade humana, localiza objeto pelos sons e discrimina algumas vozes, sente os quatro gostos básicos e identifica odores corporais familiares.

Entretanto, suas habilidades motoras não impressionam.

Quanto à capacidade de aprender, voltamos a atenção à teoria de Piaget, que pressupõe que o bebê se envolve num processo de adaptação com o meio, tentando compreender o mundo ao seu redor. Ele assimila as informações que lhe chegam ao conjunto limitado de esquemas com os quais nasce – olhar, ouvir, sugar, segurar -  e acomoda tais esquemas em suas experiências. A essa forma de pensamento, Piaget denominou de inteligência sensório-motor e a todo o estágio: estágio sensório-motor.

Segundo tal teoria, no início, o bebê está totalmente ligado ao presente imediato, não se recordando de eventos ou coisas de um encontro a outro, e não parece planejar ou ter intenções. Esse quadro modifica-se pouco a pouco durante os 18 meses, à medida em que o bebê começa a compreender que os objetos continuam a existir, mesmo quando estão fora de sua visão e ele consegue lembrar deles, de ações e de indivíduos por mais tempo.

2 – Desenvolvimento Social e da Personalidade

 Teoria do Apego, de John Bowlby: os bebês nascem com uma tendência inata a criar fortes elos emocionais com seus provedores de cuidados. Tais relações possuem valor de sobrevivência, pois trazem atenção de todas as espécies ao bebê. Elas são construídas e mantidas por um repertório encadeado de comportamentos instintivos que criam e sustentam a proximidade entre pais e filhos ou entre outros pares ligados.

Durante os mesmos meses em que o bebê está desenvolvendo o apego à mãe ou ao pai e criando um modelo inicial e primitivo interno de apego, ele está também elaborando um modelo paralelo do self. Ao mesmo tempo em que ele está se dando conta de que a mãe e o pai continuam a existir quando desaparecem do seu campo de visão, o bebê está se dando conta de que existe separadamente, e que possui qualidades próprias.

Michael Lewis divide o processo em duas etapas: a primeira é a criança dar-se conta de que é separada dos outros e que este self separado perdura no tempo e espaço. A esse aspecto do conceito ele chama de self subjetivo ou self existencial. O self objetivo constitui em o bebê dar-se conta de que é um objeto do mundo.

Primeiras autodefinições: tendo chegado à compreensão de si como um “objeto”, com qualidades ou propriedades, o bebê dá os primeiros passos para definir a si mesmo, a nomear-se de várias maneiras. Uma das primeiras dimensões de tal autodefinição é o sexo. Crianças com 2 anos de idade conseguem nomear-se de maneira precisa como meninos ou meninas e agir como tal. Por volta da mesma idade, verifica-se a preferência por companheiros de brincadeiras do mesmo sexo. Ainda veem o mundo ou eles mesmos como bons ou maus, falantes ou calados e não um ou outro em momentos diversos.

Segundo Bowlby, a criança, nesta fase, está criando um modelo de si e também das relações com os outros.

3 – Desenvolvimento da Criança em fase Pré-Escolar (2 a 6 anos)

1 – Desenvolvimento Físico e Cognitivo

O crescimento durante os anos pré-escolares é gradativo, não tão rápido quanto o dos bebês, fazendo com que as crianças adquiram habilidades e aumentem sua independência e capacidade de exploração.

O desenvolvimento da linguagem dá-se a um ritmo rápido entre 2 e 3 anos. As crianças começam a formar frases com duas palavras, vindo a mudar para frases mais complexas, acrescentando várias inflexões gramaticais. Uma variedade se significados é transmitida até mesmo através de uma simples frase.

Desde a primeira frase a linguagem da criança é criativa, o que inclui formas e combinações que ela não ouviu, mas que seguem normas aparentes.

2 – Desenvolvimento Social e da Personalidade

Freud descreveu 2 estágios durante estes anos pré-escolares, cada um salientando um aspecto diferente da sensibilidade sexual.

O estágio anal: 1 a 3 anos. À medida em que o tronco amadurece e ocorre mais controle voluntário, o bebê torna-se cada vez mais sensível na região anal. Por volta da mesma época, seus pais começam a dar muita ênfase ao treinamento esfincteriano, evidenciando prazer quando a criança defeca no local e momento certos. Essas duas forças unidas auxiliam na mudança do centro principal de energia da zona oral para a zona erógena anal.

Estágio fálico: 3 a 5 anos. Por volta dos 3 anos, os genitais têm a sensibilidade aumentada, conduzindo a um novo estágio. Um dos sinais dessa nova sensibilidade é o fato de as crianças de ambos os sexos, com naturalidade, começarem a se masturbar por volta dessa idade. É ainda o estágio em que se diz ocorrer o complexo de Édipo, com a identificação que o acompanha, associada ao genitor do mesmo sexo.

Erikson não diminui o papel importante da interação pais-filho e do conflito nessas idades, embora enfatize o impacto do crescimento físico e das habilidades cognitivas da criança sobre seu senso de independência.

Autonomia versus vergonha e dúvida: 2 e 3 anos; iniciativa versus culpa: 4 a 5 anos.

A relação com seus amigos-colegas se torna cada vez mais importante.

Começa a ter um senso de self diferente, como uma pessoa que participa do jogo social.

Autonomia versus vergonha e dúvida: 2 e 3 anos; iniciativa versus culpa: 4 a 5 anos.

A relação com seus amigos-colegas se torna cada vez mais importante.

Começa a ter um senso de self diferente, como uma pessoa que participa do jogo social.

4 – Desenvolvimento da Criança entre 6 e 12 anos

1 – Desenvolvimento Físico e Cognitivo

Os padrões de crescimento ocorrem com acréscimo de 5 a 7 cm na altura e cerca de 2,5 quilos no peso a cada ano. Não são mudanças significativas. A maior parte das habilidades motoras mais importantes já está desenvolvida em sua forma básica, por volta dos 6 ou 7 anos, de modo que o que se encontra entre os 6 e 12 anos é um aumento na velocidade, coordenação cada vez melhor e maiores habilidades em tarefas físicas específicas. As meninas nessa idade apresentam um leve acréscimo de gordura no corpo e menos tecido muscular, se comparadas aos meninos, estando elas ainda na dianteira em sua taxa geral de amadurecimento.

O que realmente tem início nesse período é o conjunto de mudanças que, finalmente, levam à puberdade. As mudanças hormonais podem ter início por volta dos 8 anos nas meninas e por volta dos 9 ou 10 anos nos meninos.

No terreno da cognição ocorrem mudanças muito mais significativas, sobretudo nos primeiros anos desse período, assim que a criança inicia a escolarização.

2 -  Desenvolvimento Social e de Personalidade

É durante esses anos que as crianças começam a combinar juízos individuais sobre suas habilidades em diversas áreas, como estudos e esportes. Começam a ter senso de autoestima. Percebem que as crianças menores descrevem-se utilizando-se de qualidades superficiais.

Assim, a criança desta faixa etária é capaz de olhar além da aparência física, buscando consistências mais profundas que a auxiliarão a interpretar seu comportamento e o dos outros.

Continuam apegadas aos pais. O que muda entre eles são os assuntos. Aumenta a sociabilidade.

5 – Adolescência

Classifica-se comumente a faixa da adolescência o período etário que vai dos 12 anos aos 20. Segundo Helen Bee (1997), a faixa etária é imprecisa quanto aos seus limites.

As mudanças físicas são rápidas e dramáticas na adolescência. Diante da ação dos hormônios, os adolescentes podem crescer de 7 a 15 cm por ano, durante vários anos. Da mesma maneira, suas formas vão se modificando: as mãos e os pés crescem até um tamanho adulto mais cedo, seguido pelos braços e pernas, sendo o tronco, comumente, a parte de crescimento mais lenta. A cabeça e o rosto também mudam, pois as arcadas dentárias projetam-se para a frente e a testa torna-se mais proeminente. As fibras musculares passam por rápido crescimento, espessando-se e adensando-se. As meninas apresentam mais gordura que os meninos. O coração e os pulmões aumentam de tamanho, reduzindo a velocidade cardíaca. Ocorre, ainda, o desenvolvimento da maturidade sexual. Nas meninas: seios, pelos pubianos, menarca. Nos meninos: aumento dos testículos, do pênis, pelos pubianos, desenvolvimento de barba e mudanças na voz. A maturidade sexual inicia antes nas mulheres.

Identidade na Adolescência

Uma forma um tanto diferente se se entender o conceito de self adolescente é através da teoria de Erikson. Nesse modelo, o dilema é: identidade versus confusão de papéis. Erikson entende que um senso de identidade precoce na criança vem parcialmente, desapegado, no início da adolescência, devido à combinação de um crescimento rápido do corpo e de mudanças sexuais na puberdade. Ele se refere a tal período como aquele em que a mente do adolescente é uma espécie de moratória entre infância e vida adulta. A identidade antiga não é mais suficiente; uma nova identidade precisa ser forjada, uma que sirva para colocar o jovem entre os inúmeros papéis da vida adulta. É inevitável a confusão acerca de todas essas escolhas de papéis.

A “panelinha”, turma ou grupo do adolescente forma uma base segura na qual o jovem pode se movimentar na busca de uma identidade. É comum a existência de crise de identidade neste momento.

A relação com os pais, nesta fase, torna-se mais difícil, pois o adolescente busca autonomia, ao mesmo tempo em que deseja manter a relação com eles.

Adolescência: Identidade e Delinquência

A delinquência juvenil, classificada como uma doença externalizada, pertence à categoria geral dos problemas de conduta. As crianças rotuladas como delinquentes evidenciam não apenas níveis elevados de provocação, propensão a discussões ou desobediência, elementos comuns a todos os problemas de conduta, mas trazem ainda uma deliberada violação da lei.

Alguns comportamentos antissociais ou delinquentes como brigas, ameaças, trapaças, mentiras ou roubos são tão comuns aos 4 e 5 anos como entre adolescentes. Na adolescência, entretanto, tais comportamentos tornam-se mais graves, mais letais, mais coerentes com um padrão.

Todos os delinquentes parecem compartilhar certas características. Em especial, apresentam déficit de compreensão social. São menos hábeis na leitura dos outros e no aprendizado das regras sociais. São mais propensos a ter pais criminosos. No entanto, os psicólogos os distinguem em dois subgrupos distintos: a) delinquentes socializados-subculturais, que andam em más companhias, ficam até tarde pelas ruas, apresentam forte fidelidade ao grupo de companheiros e podem cometer vários crimes como parte das atividades do grupo; b) delinquentes não-socializados: psicopatas, que são mais comumente elementos solitários e que parecem carecer de culpa ou de consciência. Tratam-se de jovens que parecem gostar de conflitos e que evidenciam confiar pouco nas pessoas.

Nota-se que, na busca da identidade que o adolescente faz, ao unir-se a um grupo, ele se torna fiel a ele. Se este grupo for criminoso e o adolescente em questão estiver atravessando séria crise, tornando-se assim muito vulnerável, sentindo que com este grupo ele estará protegido, ele também tornar-se-á parte do grupo, acabando por se envolver com certo tipo de delinquência. Entretanto, quando o adolescente tem boa autoestima, boa relação com seus pais, valores construídos ao longo dos anos, mesmo que estiver enfrentando uma crise de identidade, dificilmente se envolverá com criminalidade.


Bibliografia:

Bee, Helen. O Ciclo Vital; trad. Regina Garcez – Porto Alegre: Artes Médicas, 1997



Informações sobre o texto

Como citar este texto (NBR 6023:2018 ABNT)

LISBÔA, Taís Pereira. O ciclo vital e a delinquência juvenil. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 23, n. 5643, 13 dez. 2018. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/65764. Acesso em: 20 jan. 2021.

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