Quais as minhas chances de ganhar?
Sou divorciada (3 anos), aposentada,(R$ 2.700,00), meu ex- marido me deixou uma casa na época vendida por R$ 300 mil, (comprei um imóvel na planta e coloquei em nome da minha filha mais velha), ele me dá uma pensão de 1.500,00. Ano passado entrei com um pedido para aumento de pensão, pois estava morando de aluguel (enquanto o apto não ficava pronto), agora já moro no imóvel novo com minha filha que é viúva. Minha audiência está marcada para outubro, o fato de não pagar mais aluguel poderá me prejudicar?
Tenho 62 anos, não posso quero mais trabalhar, já estou aposentada.
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O fórum Jus Navigandi não é um espaço habilitado para julgamentos ou juízos de valores e sim para discussões de cunho jurídico de natureza serena. Sejamos cordiais e civilizados.
Moderação Jus Navigandi.
Entendo o que diz! Tbm fui casada muito tempo e por um tempo(pequeno) depois de divorciada achava que era questão de "justiça" receber dinheiro do meu ex, antes de fazer isso q vc está fazendo, vi a "luz"... e não precisei me humilhar para ser lembrada! Ex é ex, não TEM que NADA! Devemos nos sustentar com o que temos e bola pra frente! Sou tão mas leve e mto mais feliz agora!!!
Prezado e nobre moderador,
Com todo o respeito ao fórum e à atividade de moderador (que ademais, não deve ser fácil), devo dizer que existe um equívoco na moderação ao entender certos comentários divergentes das expectativas dos consulentes como ofensivos.
Muitas vezes, a resposta apenas é proporcional à pergunta. Óbvio que existem excessos, mas não creio que seja a regra. A não ser que dizer a verdade seja entendido como ofensivo. Até entendo a questão do politicamente correto, mas tudo tem lá seus limites.
Certos tópicos por si só são ofensivos a quem os lê e, não as respostas a este tópico. Ofendem um senso comum, ofendem um senso jurídico e ofendem um senso moral. Negar isto, é dizer que vivemos em uma sociedade sem valores. O direito é permeado também de valores (deixo aqui de discutir a cisão de conteúdo axiológico das normas de direito).
Seria fácil então dizer: Oras, não respondam então!
Não é assim tão fácil. O próprio direito exige de nós, que nos coloquemos como contraponto à injustiça. Nosso silêncio apenas estimularia toda sorte de pretensões injustas. Aqueles que desavisadamente consultam todos os dias o fórum, estariam a pensar que o injusto é justo.
Ofender é vedado, mas a crítica é sempre construtiva e, deve ser permitida num Estado democrático e de direito.
Solicito que o moderador possa verificar o seguinte tópico: jus.com.br/forum/334774/a-que-direitos-eu-tenho/#Comment_1229876
O que dizer? como então não ofender se a rapinagem grassa solta? Devo então dizer: Parabéns! não tens o direito infelizmente, mas está exercendo seu direito de cidadã ao buscar direitos que inexistem e, que sabe inexistirem. Com alguma sorte encontra algum aventureiro a lhe dar azo e quem sabe, numa dessas esquisitices que acontecem será premiada com o deferimento de seu pleito, em prejuízo de direito legítimo alheio. Parabéns, assim faremos uma grande nação! de víboras e aves de rapina. Assim consolidaremos nossa democracia, assim seremos legítimos em nos insurgir contra a corrupção.
De antemão, minhas desculpas por algum excesso nesta postagem, Saudações,
Prezado colega Pensador, um e-mail foi enviado para [email protected], espero que leia com atenção e entenda seu teor.
Forte abraço.
Att.
Moderação Jus Navigandi.
[...] Hj foi o dia da audiência com a Juíza, sabe o que aconteceu? Ela nem quis ver o processo, nem deixou a advogada dele falar, diminuiu um pouco a pensão como vcs haviam dito que aconteceria, mas ele não conseguiu exoneração como queria. A juíza disse que ele poderia não concordar com o valor que ela havia estipulado, mas que o processo poderia levar anos e anos e que ela deixaria como está ou até poderia ser aumentar o valor até o próximo julgamento, iria depender dela. Levaria de 2 a 3 anos para ser resolvido. Ele resolveu aceitar o acordo. Ela não estipulou tempo para acabar. Continuo recebendo a pensão e 13º, agora descontado em folha. Ela nem quis ver as planilhas que a advogada dele fez. Vcs todos me disseram que eu estava errada, confiei no certo e de certa forma venci! Pq agora vai ser mto difícil dele conseguir tirar.
Entendo o motivo do ex marido não reclamar muito desse absurdo.
Deve ter sido tão gratificante se separar de uma mulher dessas que ele paga essa pensão feliz da vida. Usou o dinheiro do imóvel adquirido com a separação para, de forma ilegítima, comprar um imóvel para a filha. Uma clara e confessada simulação.
Diz que foi casada por 30 anos como se "casada" significasse "empregada" ou algo do tipo. Ora, ele também foi casado com você por 30 anos e nem por isso lhe cobra por isso.
Enfim, tenho certeza que seu ex está feliz da vida com a nova mulher, que imagino ser também mais nova, e nem se preocupa com alguns tostões gastos nessa pensão absurda.
De acordo com as duas últimas postagens. Reprovável atitude da magistrada, que empurrou um acordo, num caso claro onde o alimentante tinha fundamento para reduzir a pensão e fixar um prazo de duração. Deve ter aceitado o acordo, além da péssima atitude da magistrada, para se ver livre do problema. Menos uma dor de cabeça na vida dele esse processo ser extinto. E que o dinheiro nao deve fazer falta a ele. Resolveu se concentrar na nova família. Att.
Gente, porque tanta ira quanto a pensão da senhora.
É justo ela receber a pensão. Claro que casamento não é emprego, mas, ela se dedicou por 30 anos a família, administrando, cuidando, economizando, se preocupando, etc. E ainda em dupla jornada, é Professora.
Os senhores não tiveram mães/avós em casa? Será que existe um bloco de causídicos, querendo que os cônjuges/companheiros na separação, dividam os bens com eles causídicos, em vez de dividir entre o casal?
E com essa conversa antiga, que o homem tem uma mulher mais jovem, que a juíza odeia homens, aff Que tolice machista e antiquada, depois de 30 anos de casamento, as mulheres adoram quando alguém aproveita as sobras do passado delas, sabem que é por interesse financeiro, baixa auto estima e/ou desespero de causa, rsrsrs.
A juíza não odeia os homens, os senhores odeiam as mulheres.
"Os senhores não tiveram mães/avós em casa? Será que existe um bloco de causídicos, querendo que os cônjuges/companheiros na separação, dividam os bens com eles causídicos, em vez de dividir entre o casal?"
Eu nunca tinha visto discurso tão, mas tão ridículo neste fórum há muito tempo. Mães e avós têm filhos, dos quais somente a eles competem os cuidados de seus ascendentes, é como se agora após 24 anos de divorciada eu pleiteie contra meu pai uma ação exigindo a ele que sustente a minha mãe que está sob meus cuidados pra livrar meu bolso e tirar a velha de cima, NUNCA! Meu pai que usufrua do seu dinheiro e seus bens enquanto viva, ele só teve responsabilidades comigo até os 18 anos e com ela durante o matrimônio, a dele com minha mãe se dissolveu com o divórcio, e sim, na sua morte, (e que isso demore muito, pois meu genitor já está beirando os 80 anos) se verá o que se faz com o que ele deixar. (e ainda ficou a dúvida cruel, QUE CASAL?).
"E com essa conversa antiga, que o homem tem uma mulher mais jovem, que a juíza odeia homens, aff Que tolice machista e antiquada, depois de 30 anos de casamento, as mulheres adoram quando alguém aproveita as sobras do passado delas, sabem que é por interesse financeiro, baixa auto estima e/ou desespero de causa, rsrsrs. "
Então você e sua sapiência toda, mais digna de um primata, presume que a atual esposa do "estafado" está com ele por interesse? Você leu a discussão toda? Acho que a parte onde diz que a atual esposa é bem sucedida e possui bons ingressos você não leu, aliás, creio que ler não é muito o seu forte, a parte que interessa o seu feminismo ridículo lhe tolheu a visão. Ela foi durante 30 anos ESPOSA, não empregada, depois me aparece com o papo barrela e mixuruca de que esposa é um ser humano e não uma empregada doméstica, de que mulher não deve ser tratada como empregada, aaaa, claro, agora pode por que se trata de pedir grana, agora sim a coitada é uma funcionária/empregada.
Lembrando que se este casamento durou 30 anos foi por que a real interesseira foi ela e ninguém leva tanto tempo pra julgar que uma pessoa não serve para estar ao seu lado, se durou tanto foi por puro comodismo mesmo e claro interesse, diga-se de passagem.
Pra todo ser desprovido de sentido comum é mais fácil e didático diluir suas frustrações de inteligência através da conhecida vigarice argumentativa travestindo um pensamento retorcido utilizando apenas uma palavra da qual desconhece por completo o seu significado e de que forma este absurdo se caracteriza ou se manifesta o "Machismo".
Eu não diria que se trata de feminismo o ato insalubre e carente de sobriedade desta magistrada, ela apenas deixou mais um laivo asqueroso estampado no rodeio da magistratura desse país cujo setor só carece da lona para sim, por fim, nomeá-lo de forma definitiva ao que realmente se aprecia até mesmo por um asno, um circo.