Apresenta-se o Direito de Oitava Geração voltado para as soluções mágicas para a Segurança Pública no Brasil.

"O direito não é filho do céu. É um produto cultural e histórico da evolução humana."

(Tobias Barreto)

Resumo: O presente ensaio se propõe a examinar, de forma não exauriente, o importante e palpitante tema referente a dimensões do direito, com acréscimo do Direito de Oitava Geração, voltada para as soluções mágicas para a Segurança Pública no Brasil. Destarte, visa fomentar o estudo antecipado daquilo que pode constituir um marco regulatório das relações sociais do próximo século, sendo assim, um capital intelectual primordial para a sociedade numa concepção de moderno instrumento de gestão do conhecimento para dirigir a vida das gerações presentes e futuras.


Os direitos fundamentais são geralmente classificados por gerações ou dimensões conforme a época de sua construção.

Preferem chamá-los de dimensões os professores Robert Alexy e Konrad Hesse. Em contrapartida os ilustres juristas Paulo Bonavides e Norberto Bobbio os analisam sob a forma de gerações.

Aliás, grande parte da doutrina indevidamente atribui a Norberto Bobbio a construção da terminologia gerações de direitos.

É certo que foi o jurista tcheco-francês Karel Vasak, primeiro Secretário-geral do Instituto Internacional de Direitos Humanos em Estrasburgo o primeiro a propor uma divisão dos direitos humanos em gerações, isto em 1979, inspirado nos ideais da Revolução Francesa, sob a tríade concepção de liberdade, igualdade e fraternidade.

O estudo dos direitos fundamentais passa necessariamente por projeções multidimensionais, sendo essa uma característica do modelo epistemológico mais adequado, segundo propõe Robert Alexy.

Assim, os direitos de primeira geração que dominaram durante o Século XIX estão ligados a liberdade pública do indivíduo, com previsão de direitos civis e políticos, como proteção perante o Estado opressor.

São os direitos de resistência que o cidadão possui face ao Estado agressivo e boçal, funcionando como um status negativus na classificação de Jellinek.

A segunda geração ou dimensão de direitos liga-se à Revolução Industrial onde se fez necessária a proteção massiva da classe trabalhadora, com a implementação de direitos sociais.

Por aqui, a Carta de 1934 foi a primeira Constituição a prevê em seu texto um rol de direitos sociais.

Art 115 – A ordem econômica deve ser organizada conforme os princípios da Justiça e as necessidades da vida nacional, de modo que possibilite a todos existência digna. Dentro desses limites, é garantida a liberdade econômica.

Art 121 – A lei promoverá o amparo da produção e estabelecerá as condições do trabalho, na cidade e nos campos, tendo em vista a proteção social do trabalhador e os interesses econômicos do País.

Os direitos de terceira geração dizem respeito ao fortalecimento do humanismo e do sentimento universal de amor ao próximo, com recheio de fraternidade e solidariedade, como direito ao consumidor, meio ambiente e saúde pública. São os bens jurídicos difusos, metaindividuais, hoje chamados de bens jurídicos espiritualizados.

Os direitos de quarta dimensão são lançados pelo excelso professor Paulo Bonavides, entendendo que a "globalização política na esfera da normatividade jurídica introduz os direitos de quarta geração, que, aliás, correspondem à derradeira fase de institucionalização do Estado social".

Ensina o citado jurista que os direitos da quarta geração consistem no direito à informação, direito à democracia e o direito ao pluralismo.

Fala-se também em direitos de quinta geração, ligados a construção da cultura da paz. Uma sociedade formada por laços fraternos e comportamentos altruístas. A ONU definiu o conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida associados à cultura de paz na Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz, divulgada em 13 de setembro de 1999. Diversas instituições em todo o mundo aderiram a esta declaração e se empenham na concretização destes ideais.

Os direitos de sexta dimensão estão relacionados a bioética, um ramo novo de estudo e muito comentado no meio jurídico nos dias atuais, envolvendo estudos transdisciplinares, como biologia, medicina, filosofia, direito e ética. 

Aqui apresentamos a sociedade jurídica brasileira um moderno direito de sétima geração ou sétima maravilha do mundo: Direito a Impunidade.

Do ponto de vista léxico, impunidade significa aquilo que não foi punido, que escapou ao castigo.

Segundo conceito Wikipediano, do ponto de vista subjetivo, a impunidade consiste na sensação compartilhada entre os membros de uma sociedade no sentido de que a punição de infratores é rara e/ou insuficiente. Disso deriva uma cultura marcada pela ausência de punição ou pela displicência na aplicação de penas. Nessa “definição”, podem ser incluídos casos que não se enquadram no aspecto técnico acima descrito:

  • Lentidão excessiva no julgamento, que oferece ao suspeito mais liberdade do que "mereceria";
  • Penas mais brandas do que as esperadas pela sociedade ou parte dela.

Pode-se afirmar que o incremento da impunidade em nosso meio é multicausal.

Algumas causas merecem citação: escassez na matemática logística do sistema de defesa e controle social, parcos recursos humanos, a morosidade na prestação de justiça efetiva, a fragilidade legislativa, o grande rol de benefícios processuais aos acusados em geral, como liberdade provisória, transação penal, conciliação penal, sursis, suspensão processual, livramento processual, saída temporária, delação premiada, detração penal, remição penal, inclusive pelo estudo, Lei 12.433/2011, indulto, anistia, perdão judicial, prisão como extrema ratio da ultima ratio, tudo isso em detrimento social, a ausência de espírito comunitário de grande parte dos agentes públicos e o comportamento extremista de pseudo-operadores do direito levam a concretização do direito a IMPUNIDADE.

Nos dias atuais o delinquente tem certeza que em praticando qualquer lesão social o seu direito a impunidade será assegurado, com todos os recursos a ele inerentes. A prisão requer tempo para conclusão do processo. O cidadão em conflito com a lei possui uma indústria de liberdade provisória a seu favor, agora com maior incidência em função da vigência das chamadas medidas cautelares introduzidas pela Lei 12.403/11, um modelo previsto no artigo 197 do Código de Portugal, e que alguém pensou um dia que serviria para o Brasil. E quando aparece alguém para quebrar o sistema ou rede de impunidade, ele é expurgado a todo custo e assazmente criticado nos corredores da injustiça.

Ensina Beccaria, em sua Obra dos Delitos e das Penas, que um dos maiores travões aos delitos não é a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade... A certeza de um castigo, mesmo moderado, causará sempre impressão mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado à esperança de impunidade.

E continua o Mestre: A finalidade das penas não é atormentar e afligir um ser sensível... O seu é apenas impedir que o réu cause novos danos aos seus concidadãos e dissuadir os outros de fazer o mesmo.

Baste às nossas portas com toda volúpia e lançando luz de sabedoria a Oitava Dimensão do direito: Direito dos Sonhadores. Essa nova dimensão vem da sapiência dos sábios, dos filósofos, dos merlynáticos, cujos adeptos apresentam soluções mirabolantes para a Segurança Pública.

Os defensores dessa geração, chamados de oníricos encantadores de rara beleza possuem a formula mágica das soluções de toda a forma de caos e violência em nosso meio. São puramente teóricos, burocratas, que nunca tiveram experiência de presidir uma Investigação Policial, nunca entraram numa cadeia pública, nunca subiram um aglomerado para prender criminosos, mas tiveram tempo para aprender os secretos das soluções nos livros de sábios autores italianos e de outros medíocres mercadores de fumaça, de gabolices mendazes e de bazófia enganosa.

Anunciam soluções milagrosas, curas eficientes, ações exóticas e inovadores em nome do cabotinismo gratuito, o que nos faz lembrar o "efeito Cassimiro", no Rio de Janeiro que tempos atrás anunciaram a vinda dos jupterianos à terra.

Também se assemelha muito e nos faz lembrar da música denominada Astronauta, do Cantor Gabriel O Pensador, que revela muito bem essa moderníssima geração de direito.

"Astronauta tá sentindo falta da Terra? Que falta que essa Terra te faz?A gente aqui embaixo continua em guerraOlhando aí pra lua implorando por pazEntão me diz: por que que você quer voltar?Você não tá feliz onde você está?Observando tudo a distânciaVendo como a Terra é pequenininhaComo é grande a nossa ignorânciaE como a nossa vida é mesquinhaA gente aqui no bagaço, morrendo de cansaçoDe tanto lutar por algum espaçoE você, com todo esse espaço na mãoQuerendo voltar aqui pro chão?!Ah não, meu irmão... qual é a tua?Que bicho te mordeu aí na lua?Eu vou pro mundo da lua Que é feito um motelAonde os deuses e deusasSe abraçam e beijam no céuAh não, meu irmão... qual é a tua?Que bicho te mordeu aí na lua?Fica por aí que é o melhor que você fazA vida por aqui tá difícil demaisAqui no mundo, o negócio tá feioTá todo mundo feito cego em tiroteioOlhando pro alto, procurando a salvaçãoOu pelo menos uma orientaçãoVocê já tá perto de Deus, astronautaEntão, me promete

Que pergunta pra ele as respostas

De todas as perguntas e me manda pela internet..."

Esquecem que segurança pública aparece desde o preâmbulo da Constituição, passando na recheada relação de direitos sociais, art. 6º, e nos contornos de publicidade, recebe-se regramento no artigo 144, como sendo dever do Estado, direito e responsabilidade de todos.

Como se trata de direito de massa, logo Segurança Pública alcança dimensões multicausais, passando antes pelo crivo do sistema informal de controle social, como família, escola, religião, saúde pública, sociedade, e por último Direito Penal e Polícia. Segurança Pública eficiente é sinônimo de Polícia Forte, que não significa truculência nem arbitrariedade, e respeitada, além de um Direito Penal austero e protetor, conjugado a um Sistema Processual célere e capaz de uma resposta efetiva, sem demoras e sem manobras protelatórias.

Por enquanto, sigamos na Gestão de uma função finalística, tão importante para a Segurança Pública, e via de consequência, com contornos de relevância social sem ideia de hegemonia de capital intelectual, nem subalternizações de oportunismos, muito menos na esquizofrênica dedicação de amor a crenças sociológicas mágicas, sonhadoras, quiméricas e cabotinas, que acreditam em soluções encantadas para todas as mazelas criminais, em todas as feridas sociais, nem a falácias de filósofos verborrágicos, exibicionistas de imagens de autovalorização, nem desenvolvimento de uma sociedade ao culto da exuberância intelectual excessiva, portanto, narcisista extremista.

Pelo contrário, mergulhado em objetivos bem definidos, com foco delineado e direcionado, voltado, sobretudo, para fortalecimento dos interesses e valores da sociedade, por meio de ações confirmatórias e garantistas do mínimo existencial numa visão agasalhada naquilo que chamamos de sincretismo policial, revelando virtudes concretistas, como proatividade, ousadia e responsabilidade social.


Autor

  • Jeferson Botelho Pereira

    Jeferson Botelho Pereira é Delegado Geral de Polícia Civil em Minas Gerais, aposentado. Ex-Superintendente de Investigações e Polícia Judiciária de Minas Gerais, no período de 19 de setembro de 2011 a 10 de fevereiro de 2015. Ex-Chefe do 2º Departamento de Polícia Civil de Minas Gerais, Ex-Delegado Regional de Governador Valadares, Ex-Delegado da Divisão de Tóxicos e Entorpecentes e Repressão a Homicídios em Teófilo Otoni/MG, Professor de Direito Penal, Processo Penal, Teoria Geral do Processo, Instituições de Direito Público e Privado, Legislação Especial, Direito Penal Avançado, Professor da Academia de Polícia Civil de Minas Gerais, Professor do Curso de Pós-Graduação de Direito Penal e Processo Penal da Faculdade Estácio de Sá, Pós-Graduado em Direito Penal e Processo Penal pela FADIVALE em Governador Valadares/MG, Prof. do Curso de Pós-Graduação em Ciências Criminais e Segurança Pública, Faculdades Unificadas Doctum, Campus Teófilo Otoni, Professor do curso de Pós-Graduação da FADIVALE/MG, Professor da Universidade Presidente Antônio Carlos - UNIPAC-Teófilo Otoni. Especialização em Combate à corrupção, crime organizado e Antiterrorismo pela Vniversidad DSalamanca, Espanha, 40ª curso de Especialização em Direito. Participação no 1º Estado Social, neoliberalismo e desenvolvimento social e econômico, Vniversidad DSalamanca, 19/01/2017, Espanha, 2017. Participação no 2º Taller Desenvolvimento social numa sociedade de Risco e as novas Ameaças aos Direitos Fundamentais, 24/01/2017, Vniversidad DSalamanca, Espanha, 2017. Participação no 3º Taller A solução de conflitos no âmbito do Direito Privado, 26/01/2017, Vniversidad DSalamanca, Espanha, 2017. Jornada Internacional Comjib-VSAL EL espaço jurídico ibero-americano: Oportunidades e Desafios Compartidos. Participação no Seminário A relação entre União Europeia e América Latina, em 23 de janeiro de 2017. Apresentação em Taller Avanco Social numa Sociedade de Risco e a proteção dos direitos fundamentais, celebrado em 24 de janeiro de 2017. Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad Del Museo Social Argentino, Buenos Aires – Argentina, autor do Livro Tráfico e Uso Ilícitos de Drogas: Atividade sindical complexa e ameaça transnacional, Editora JHMIZUNO, Participação no Livro: Lei nº 12.403/2011 na Prática - Alterações da Novel legislação e os Delegados de Polícia, Participação no Livro Comentários ao Projeto do Novo Código Penal PLS nº 236/2012, Editora Impetus, Participação no Livro Atividade Policial, 6ª Edição, Autor Rogério Greco, Coautor do Livro Manual de Processo Penal, 2015, 1ª Edição Editora D´Plácido, Autor do Livro Elementos do Direito Penal, 1ª edição, Editora D´Plácido, Belo Horizonte, 2016, articulista em Revistas Jurídicas, Professor em Cursos preparatórios para Concurso Público, palestrante em Seminários e Congressos. É advogado criminalista em Minas Gerais. OAB/MG nº 173.111. Condecorações: Medalha da Inconfidência Mineira em Ouro Preto em 2013, Conferida pelo Governo do Estado, Medalha de Mérito Legislativo da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, 2013, Medalha Santos Drumont, Conferida pelo Governo do Estado de Minas Gerais, em 2013, Medalha Circuito das Águas, em 2014, Conferida Conselho da Medalha de São Lourenço/MG. Medalha Garimpeiro do ano de 2013, em Teófilo Otoni, Medalha Sesquicentenária em Teófilo Otoni. Medalha Imperador Dom Pedro II, do Corpo de Bombeiros, 29/08/2014, Medalha Gilberto Porto, Grau Ouro, pela Academia de Polícia Civil em Belo Horizonte - 2015, Medalha do Mérito Estudantil da UETO - União Estudantil de Teófilo Otoni, junho/2016, Título de Cidadão Honorário de Governador Valadares/MG, em 2012, Contagem/MG em 2013 e Belo Horizonte/MG, em 2013.

    Autor do livro <em>Tráfico e Uso Ilícitos de Drogas: atividade sindical complexa e ameaça transnacional</em> (JH Mizuno). Participação nos livros: "Lei 12.403/2011 na Prática - Alterações da Novel legislação e os Delegados de Polícia", "Comentários ao Projeto do Novo Código Penal PLS 236/2012", e "Atividade Policial" (coord. Prof. Rogério Greco), da Impetus. Articulista em Revistas Jurídicas.

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Como citar este texto (NBR 6023:2002 ABNT)

PEREIRA, Jeferson Botelho. As dimensões do Direito e a Segurança Pública. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 19, n. 3949, 24 abr. 2014. Disponível em: <https://jus.com.br/artigos/27710>. Acesso em: 20 fev. 2018.

Comentários

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    Marco Antonio Valencio Torrano

    Qual seria o limite de criação das dimensões (ou gerações, para alguns)? Um crítico desse criacionismo sem fim que André de Carvalho Ramos lembra é FALCÓN Y TELLA, Fernando. No seu livro: "Challenges for human rights. Leiden; Boston: Martinus Nijhoff Publishers". Nesse livro, critica-se a criação de inúmeras dimensões e/ou gerações dos direitos humanos.

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    Temístocles Telmo Ferreira Araújo

    Excelente abordagem. A impunidade propaga a violência e a criminalidade. E não a ausência da polícia. Outro ingrediente que entendo caminha de mãos dada com a impunidade é a corrupção no Brasil. Sobre a lei 12.403/11 escrevemos algo a respeito à época (jus.com.br/artigos/20223/lei-n-12-403-2011-analise-critica-e-propositiva-a-luz-do-cotidiano-em-face-da-sensacao-de-impunidade-e-seguranca-social). Abordamos logo de pronto a sensação de impunidade e a segurança social. Um forte abraço e parabéns.

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    hamilton henriques dos anjos

    De extrema lucidez este texto colocando o "dedo na ferida, que há muito tempo vem sangrando", todo dia, toda hora, a cada instante, milhares de cidadãos (ãs) de bem são violentados pela bandidagem, que "deita e rola", sabedores agora pela Internet que como afirma muito bem o autor: "(....) e o comportamento extremista de pseudo-operadores do direito levam a concretização do direito a IMPUNIDADE. Nos dias atuais o delinquente tem certeza que em praticando qualquer lesão social o seu direito a impunidade será assegurado, com todos os recursos a ele inerentes". Ou seja, o Legislador sonhador, poético, vem ao longo do tempo, em vez de estabelecer uma legislação penal/processual, que dê uma resposta à altura de nossa realidade, em que a brutalidade tomou conta, se espalha sem dó e piedade, pois tais infratores tem a garantia da Lei da IMPUNIDADE, quanto muito são suavemente punidos, são apenas "meros refrescos", deixando-os livres e soltos, pelos excessos de benesses, sursis, etc, benefícios que lhe são graciosamente oferecidos, enquanto isso, a população operosa, ordeira, séria, é roubada, sequestrada, estuprada, aterrorizada, tendo seu patrimônio espoliado ou destruído, fica abandonada, sem o devido respaldo deste LEGISLADOR CADUCO, que só pensa em lisonjear a BANDIDAGEM e seus familiares, amigos, que certamente lhe granjearam muitos votos.Lembro, por oportuno, que tramita na CD o PL-8045/2010 - Reforma do CPP, que inova ao criar o TÍTULO V - DO DIREITO DA VÍTIMA, artigos 90 a 92.Bem que poderíamos esquecer um pouquinho do futebol inebriante, e analisar esta inovação, que poderá, se aperfeiçoado os incisos XI e XII, art.91, muito ganhará as VÍTIMAS, no ressarcimento do patrimônio lesado.

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