Possíveis consequências jurídicas do trágico voo da chapecoense que ceifou a vida de um time inteiro de extraordinários atletas. Uma situação que comoveu mais do que apenas uma cidade, comoveu o Mundo.

1. PRELIMINARMENTE: A JUSTA HOMENAGEM (GUERREIROS NÃO MORREM, VIVEM ETERNAMENTE EM NOSSOS CORAÇÕES)

Na madrugada do dia 29 de novembro de 2016 a história brasileira foi marcada por uma tragédia que há anos não acontecia. Um fatídico acidente aéreo marcou o fim de um sonho coletivo e extinguiu, impiedosamente, a vida de um time de futebol inteiro.

Neste momento, aproveito o ensejo para externar minhas mais sinceras condolências e meus pêsames a todos os familiares, não apenas dos jogadores, mas de todas as pessoas que estavam naquele trágico voo.

Referido evento mobilizou o mundo. Inúmeras demonstrações de solidariedade fizeram renascer a verdadeira humanidade que subjaz em todos nós. O mundo se mobilizou, o mundo se solidarizou com a cidade catarinense de Chapecó e com as pessoas chapecoenses.

Que esse espírito humano jamais morra.

É pensando nisso que posso dizer que o time de Chapecó é verdadeiramente campeão, pois não venceu apenas um campeonato, venceu a indiferença, venceu as barreiras culturais, geográficas, linguísticas e políticas do mundo e juntou a todos nós, mostrando quem verdadeiramente podemos ser: humanos.

Obrigado Associação Chapecoense de Futebol por mostrar que todos somos campeões, que os verdadeiros sonhos são imorredouros, eternos, e que os verdadeiros campeões são aqueles capazes de unir a todos em torno de um ideal.

Tenho absoluta certeza de que a Associação Chapecoense de Futebol renascerá, agora mais forte, mais atuante, mais viva, pois terá como alicerce a força, a alma e a honra de todos aqueles que agora estão do outro lado zelando pela Nação brasileira.

Minha homenagem singela, mas verdadeira, a todos. 


Autor


Informações sobre o texto

Tendo em vista a comoção causada pelo acidente do voo da chapecoense e as possíveis consequências jurídicas do ocorrido, senti a necessidade de escrever algumas linhas para ajudar no entendimento deste assunto.

Como citar este texto (NBR 6023:2002 ABNT)

DELGADO, Rodrigo Mendes. Voo chapecoense: o adeus trágico. A responsabilidade civil das empresas de transporte aéreo. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 21, n. 4908, 8 dez. 2016. Disponível em: <https://jus.com.br/artigos/54366>. Acesso em: 20 set. 2018.

Comentários

0

Livraria