Notas

[2] EKMAN, Paul – A linguagem das emoções: Revolucione sua comunicação e seus relacionamentos reconhecendo todas as expressões das pessoas ao redor.  tradução Carlos Szlak. São Paulo: Lua de Papel, 2011. p.31

[3] DARWIN, Charles. The expression of the emotions in man and animals, London: John Murray. 1872

[4] EKMAN, Paul. Op. Cit. p. 21.

[5] Respeitado antropólogo, especializado no estudo das expressões e gestos (pupilo de Margaret Mead). Seu estudo aponta que “a expressão emocional, deve ser fruto do aprendizado e, dessa maneira, diferente em cada cultura”. In: EKMAN, Paul. Op. Cit p. 22.

[6] “Todas as pessoas que eu e Izard havíamos estudado podiam ter aprendido o significado das expressões faciais ocidentais assistindo a Charlie Chaplin e John Wayne numa tela de cinema ou tevê”. In: EKMAN, Paul. Op. Cit. p. 22

[7] Carleton Gajdusek, neurologista, que estava a descobrir a causa de uma estranha doença (kuru) que estava matando quase a metade da população nas regiões montanhosas de Papua-Nova Guiné. Anos depois ganhou o prêmio Nobel pela descoberta dos vírus lentos. In: EKMAN, Paul. Op. Cit. p. 23

[8] EKMAN, Paul. Op. Cit. p. 23

[9] Ibidem. p. 25

[10] EKMAN, Paul. Op. Cit. P. 28

[11] Ibidem p. 30

[12] Projeto desenvolvido pelo professor Freitas Magalhães.  In: disponível em: <http://www.facs3.pt/> com acesso no dia 14 maio 2019

[13] CARVALHO, Anderson. O Poder da Linguagem Corporal Vai Muito Além Do Que Você Imagina!. Disponível em <https://cursodelinguagemcorporal.com/o-poder-da-linguagem-corporal/>Acesso dia: 14 maio 2019.

[14] EKMAN, Paul. Disponível em: <https://www.paulekman.com/resources/micro-expressions/> acesso no dia 25 mar. 2019

[15] EKMAN, Paul. Op. Cit. p. 224

[16] IZQUIERDO, Ivan. et al. Envelhecimento, memória e doença de Alzheimer: Mecanismos de Formação da Memória (introdução)

[17] HOUZEL, S.H. Somos apenas grandes primatas e agora. Disponível em: <http://www.suzanaherculanohouzel.com/journal/2009/2/12/somos-apenas-grandes-primatas-e-agora.html> acesso em 30 mar.2019

[18] D’ ANGELO, Helô. Cérebro humano tem 16 tipos diferentes de neurônios revela estudo. Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/cerebro-humano-tem-16-tipos-diferentes-deneuronios-revela-estudo/> acesso em 30 mar.2019

[19] IZQUIERDO, Ivan. Op. Cit.

[20] BOBBIO, Norberto. O mundo da memória. São Paulo: Campus, 1997.

[21] IVÁN ANTONIO IZQUIERDO é professor titular de Neurologia da Faculdade de Medicina da PUC-RS, coordenador do Centro de Memória do Instituto do Cérebro da PUC-RS e pesquisador principal do Instituto Nacional de Neurociência Translacional do CNPq. In: disponível em <https://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/69221/71685> com acesso no dia 31/03/2019 com acesso no dia 30 mar. 2019.

[22] IZQUIERDO, Ivan. Memórias. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018.

[23] VARELLA, Drauzio. Memória humana. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=9VVtUCN2xLI&t=201s> com acesso no dia 30 mar.2019

[24] MOULIN, Fabiano. POR QUE ESQUECEMOS? UM GUIA SOBRE A MEMÓRIA. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=E7Iu13QJ2I0&t=197s> acesso no dia 30 mar 2019

[25] IZQUIERDO, Ivan. Memória e Criatividade, palestra do Prof. Iván Izquierdo. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=OnJNbN4AvP8> acesso no dia 30 mar 2019

[26] Elizabeth Loftus é uma psicóloga norte-americana, especialista em memória humana que se dedica pesquisar acerca da natureza das memórias falsas. In <https://psicologiaexperimental.blogs.sapo.pt/3040.html> com acesso no dia 31 mar. 2019.

[27] LOFTUS, Elizabeth. The fiction of memory. Disponível em: <https://www.ted.com/talks/elizabeth_loftus_the_fiction_of_memory/transcript?language=pt-br#t-889587> acesso no dia 31 mar. 2019.

[28] GARATTONI, Bruno. 7 mistérios do cérebro: e as respostas da ciência para eles. Disponível em:  <https://super.abril.com.br/especiais/7-misterios-do-cerebro-e-as-respostas-da-ciencia-para-eles/> acesso no dia 31 mar. 2019.

[29] LOFTUS, Elizabeth. Op. Cit.

[30] “how fast were the cars going when they hit each other?” in: LOFTUS, Elizabeth. Op. Cit.

[31] “how fast were the cars going when they smashed into each other?” in: LOFTUS, Elizabeth. Op. Cit.

[32] LOFTUS, Elizabeth. Op. Cit.

[33] GARATTONI, Bruno. Op. Cit.

[34] HARRIS, N. P. National Geographic: Brain games (season 01 episode 03) <https://www.nationalgeographic.com/tv/watch/46a1997690dbc55e9ed775e5be603efd/> Acesso no dia 31 mar. 2019

[35] Este procedimento também possui correspondência nacional no código de processo penal vigente, artigos: 226, 227 e 228 do CPP;

[36]  GARATTONI, Bruno. Op. Cit.

[37] DINAMARCO, Candido R. Teoria geral no novo processo civil. 3. ed. São Paulo: Malheiros, 2018.

[38] CÂMARA, Alexandre F. O novo processo civil brasileiro. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2017. p. 42

[39] “LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”

[40] CÂMARA, Alexandre F. Op. Cit. p. 33

[41] Ibidem p. 40

[42] Ibidem p. 33

[43] Lopes Jr., Aury. Direito processual penal. 13 ed. São Paulo: Saraiva, 2016. p. 30

[44] CÂMARA, Alexandre F. Op. Cit. p. 33

[45] Art. 28, §1º: Sempre que possível, a criança ou o adolescente será previamente ouvido por equipe interprofissional, respeitado seu estágio de desenvolvimento e grau de compreensão sobre as implicações da medida, e terá sua opinião devidamente considerada. (Redação dada pela Lei nº 12.010, de 2009)

[46] Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990.


Autores

  • Bernardo Langer

    Advogado, inscrito na OAB-PR 104382. Estudante de pós graduação em psicologia jurídica e avaliação pessoal. Durante os cinco anos de faculdade, me dediquei exclusivamente à advocacia, tanto privada, quanto pública. No escritório Alves Lima Rodrigues Advogados Associados, atuava na função de Assistente Jurídico na leitura e interpretação de intimações pelo PROJUDI, alimentação do CPJ, redirecionamento de tarefas internas, peticionamento de peças de pequena complexidade, protocolo de peças processuais em sistemas jurídicos eletrônicos (PROJUDI, ESAJ, EPROC...) e físicos, conferência de protocolos e demais funções relacionadas à atividade de escritório contencioso. Enquanto estagiário na AGU (Advocacia Geral da União) trabalhei na elaboração de peças processuais em diversas complexidades, tais como, apelação, contrarrazões, contestação, dentre outras, em matérias relacionadas ao direito civil, como mineração, execução de acordão do TCU e improbidade administrativa. Já na Defensoria Pública do Estado, participei das atividades de três setores diferentes: Cível, Crimes Contra Infância e Idoso e o Centro de atendimento Multidisciplinar (CAM). Em todos os setores realizei atendimento direto com o público, produzi todas as peças processuais cabíveis em 1º grau, cível e penal, acompanhamento processual, cumprimento de prazos, acompanhamento de audiências, envio de ofícios e demais atividades relacionadas à prática da advocacia.

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  • Fernando de Alvarenga Barbosa

    Fernando de Alvarenga Barbosa

    Diplomado em Estudios Avanzados en Derecho Internacional Público y Relaciones Internacionales, UBU/Espaa. Pós-Graduado em Direito Tributário, UNESA; Gestão dos Processos Educativos: Administração e Supervisão Escolar, UERJ. Graduado em Licenciatura Plena em Educação Física, UFRJ; Direito, UNESA. Lecionou Direito Constitucional, Direito Processual Constitucional e Arbitragem, Mediação e Conciliação no Centro de Ensino Superior de Valença, CESVA/RJ. Lecionou História das Instituições de Segurança Pública e Direitos Humanos para as Forças de Segurança na Academia Estadual de Polícia Sylvio Terra/ACADEPOL/RJ. Voluntário na Cruz Vermelha Brasileira, desde 1980, representando o Brasil em Seminários Internacionais. Conselheiro da Filial do Estado do Rio de Janeiro nos triênios 2008 até 2018; Coordenador Nacional do Programa de Restabelecimento de Laços Familiares/RLF, 2016/2017. Pesquisa a efetivação e a percepção dos Direitos Humanos perante às Instituições de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, onde atua há 33 anos, investigando acerca de sua atuação e da Responsabilidade Internacional do Estado, no Uso da Força. Estuda ainda, as Migrações, junto com a Red Latinoamericana do Refugee Law Reader/RLR e o Tráfico de Pessoas e seus processos. Conteudista do Programa de Educação Continuada da Universidade Corporativa do Saber Policial/UNISPOL. Professor Orientador no Núcleo de Educação a Distância, UNESA/RJ. Coordenador da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso/TCC, na Unidade Nova América da UNESA, 2017/2019. Professor dos cursos de Direito e de Relações Internacionais da UNESA, lecionando Direito Internacional Público e Privado, Teoria Geral do Estado e História do Direito no Brasil. Mestrando em Derecho de las Relaciones Internacionales y de la Integración en América Latina/UDE/Uruguay.

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Como citar este texto (NBR 6023:2018 ABNT)

LANGER, Bernardo; BARBOSA, Fernando de Alvarenga. Análise das memórias falsas e microexpressões faciais em depoimentos judiciais. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 25, n. 6313, 13 out. 2020. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/84254. Acesso em: 19 out. 2020.

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