A duras penas o comprador e sua família juntam todas suas economias para pagar o imenso carnê de prestações, além do IPTU, mas não recebem o que lhe foi prometido.

O consumidor que compra imóvel de loteadoras, não pode aguardar indefinidamente o seu direito de usufruir do bem.

Muito menos ficar a mercê de inúmeras burocracias e adiamentos do prazo definido em contrato para entrega de seu lote ou de sua casa.

Grandes empresas do setor realizam super campanhas publicitárias fazendo lindas promessas de felicidade e bem-estar.

Mas nem sempre a realidade é esta, o que antes era um sonho pode ser tornar um pesadelo, no momento da assinatura do contrato tudo é maravilhoso e perfeito, enche o consumidor de esperança com luzes, folders, maquetes, sorrisos, marketing, boletins caprichosos...

A "vitima" fica encantada com tudo aquilo que sequer lê o contrato que assina, tampouco presta atenção as minúsculas letras e seus termos técnicos, menos ainda procura um profissional do direito para lhe abrir os olhos.

A duras penas o comprador e sua família juntam todas suas economias para pagar o imenso carnê de prestações, além do IPTU, mas não recebem o que lhe foi prometido.

Evidenciando prática abusiva violadora dos preceitos consagrados na legislação do Consumidor, além da responsabilidade solidária entre a loteadora, o corretor, o vendedor e a empreendedora.

Gerando o direito ao consumidor em exigir através de um advogado de sua confiança a restituição do que foi pago em dobro, além da rescisão contratual, reparação dos danos materiais e morais, além dos lucros cessantes.


Autor


Informações sobre o texto

Este texto foi publicado diretamente pelo autor. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi.

Comentários

0

Livraria