REFERÊNCIAS

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BRECHT, Bertolt. Poemas. Trad. Paulo Cesar Souza. 3ª. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

CANAVAN, Francis. Killing Abortionists: A Symposium. First Things. n. 48, dec.,  1994. Disponível em https://www.firstthings.com/article/1994/12/killing-abortionists-a-symposium, acesso em 26.07.2017.

DELMAS – MARTY, Mireille. Modelos e Movimentos de Política Criminal. Trad. Edmundo Oliveira. Rio de Janeiro: Revan, 1992.

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. Trad. Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2001.

__________. O Suicídio. Trad. Alex Martins. São Paulo: Martin Claret, 2003.

FERRAJOLI, Luigi. Direito e Razão. Trad. Ana Paula Zomer “et al.” São Paulo: RT, 2002.

GALIMBERTI, Umberto. Os vícios capitais e os novos vícios. Trad. Sérgio José Schirato. São Paulo: Paulus, 2004.

GRECO, Rogério. Curso de Direito Penal. Volume IV. 11ª. ed. Niterói: Impetus, 2015.

KELSEN, Hans. O que é Justiça? Trad. Luís Carlos Borges. 2ª. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

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SEN, Amartya. A Ideia de Justiça. Trad. Denise Bottmann e Ricardo Doninelli Mendes. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

SUMARIVA, Paulo. Criminologia. 3ª. ed. Niterói: Impetus, 2015.   


Notas

[1] BECCARIA, Cesare. Dos Delitos e das Penas. Trad. Paulo M. Oliveira. Rio de Janeiro: Ediouro, 1985, p. 80.

[2] GRECO, Rogério. Curso de Direito Penal. Volume IV. 11ª. ed. Niterói: Impetus, 2015, p. 659.

[3] SUMARIVA, Paulo. Criminologia. 3ª. ed. Niterói: Impetus, 2015, p. 96.

[4] DURKHEIM, Émile. O Suicídio. Trad. Alex Martins. São Paulo: Martin Claret, 2003, p. 273.

[5] DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. Trad. Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2001, p. 83.

[6] Os motivos são vários: leis confusas e permissivas; ideologia que perverte valores; abandono absoluto da Polícia Judiciária; falta de recursos humanos e materiais na Justiça etc. Um exemplo recente de perversão de valores e algo que beira à insanidade, é o de um Membro do Ministério Público que se manifestou num caso em que infratores atiraram contra uma viatura, no sentido de que aquilo não era uma infração grave, mas que os criminosos somente tinham a intenção de “afugentar” os policiais do local!!!

[7] KELSEN, Hans. O que é Justiça? Trad. Luís Carlos Borges. 2ª. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998, p. 2.

[8] SEN, Amartya. A Ideia de Justiça. Trad. Denise Bottmann e Ricardo Doninelli Mendes. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 9.

[9] Diz-se “aparência”, porque, na verdade, trata-se de tão somente mais uma reação má, ou seja, o mal que se retroalimenta.

[10] E no português o verbo “linchar” e o substantivo “linchamento”.

[11] MARTINI, Siro M. A. De. La impunidad en Argentina (entre linchamento, Derecho Penal Del Enemigo y Derecho Penal Realista). In: MARTINI, Siro M. A. De (Comp.). Em Defensa Del Derecho Penal. Buenos Aires: Educa, 2008, p. 26.

[12] Op. Cit., p. 26.

[13] DELMAS – MARTY, Mireille. Modelos e Movimentos de Política Criminal. Trad. Edmundo Oliveira. Rio de Janeiro: Revan, 1992, p. 24.

[14] CANAVAN, Francis. Killing Abortionists: A Symposium. First Things. n. 48, dec.,  1994. Disponível em https://www.firstthings.com/article/1994/12/killing-abortionists-a-symposium, acesso em 26.07.2017. No original: “There is no universal moral obligation to prevent all evil. Still less does anyone have the moral authority to prevent evil by any and all means that he or his associates consider necessary. (…).Revolutionary actions, such as killing persons for their crimes (however real the crimes may be), strike at the roots of the order on which the life, liberty, and property of all us depend, and therefore the law cannot tolerate them”.

[15] MARTINI, Siro M. A. De. Op. Cit., p. 27.

[16] FERRAJOLI, Luigi. Direito e Razão. Trad. Ana Paula Zomer “et al.” São Paulo: RT, 2002, p. 268.

[17] MARTINI, Siro M. A. De. Op. Cit., p. 27.

[18] BRECHT, Bertolt. Poemas. Trad. Paulo Cesar Souza. 3ª. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 85.

[19] MARTINI, Siro M. A. De. Op. Cit., p. 27 – 28.

[20] GALIMBERTI, Umberto. Os vícios capitais e os novos vícios. Trad. Sérgio José Schirato. São Paulo: Paulus, 2004, p. 13. 


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