REFERENCIAS

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Aras, Vladimir. Os crimes da ditadura militar prescreveram?. Disponível em https://blogdovladimir.wordpress.com/2010/02/10/os-crimes-da-ditadura-militar-prescreveram/. Acessado em 16/06/15.


Notas

[1] Aras, Vladimir. Os crimes da ditadura militar prescreveram?. Disponível em https://blogdovladimir.wordpress.com/2010/02/10/os-crimes-da-ditadura-militar-prescreveram/. Acessado em 16/06/15.

[2] PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o Direito Constitucional Internacional. São Paulo. Ed. Saraiva, 2008.

[3] GOMES, Luiz Flávio. Crimes contra a humanidade: conceito e imprescritibilidade (Parte III) Disponível em http://ww3.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20090806094812966. Acessado em 02/06/15.

[4] GOMES, Luiz Flávio. Crimes contra a humanidade: conceito e imprescritibilidade (Parte III) Disponível em http://ww3.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20090806094812966. Acessado em 02/06/15.

[5] LIMA, George Marmelstein. Guerra de Gigantes: STF versus CIDH (Lei de Anistia). Disponível em<http://direitosfundamentais.net/2011/02/17/guerra-de-gigantes-stf-versus-cidh-lei-de-anistia/>. Acessado em 05/04/15.

[6] MELLO, Celso D. de Albuquerque. Direito Constitucional Internacional. 2 ed.. Rio de Janeiro: Renovar, 2000. P. 366

[7] GOMES, Luiz Flávio. MAZZUOLI, Valerio de Oliveira. Condenação interncional do Brasil e o dever de investigar os crimes da ditadura. Disponível em < http://institutoavantebrasil.com.br/condenacao-internacional-do-brasil-e-o-dever-de-investigar-os-crimes-da-ditadura-art-prof-lfg/ >. Acessado em 02/09/14.

[8] TELES, Edosn Luis de Almeida. Revista Brasileira de Ciências Criminais. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Julho-Agosto de 2005.

[9] É aquele cujo momento da consumação se prolonga no tempo por vontade do agente, como acontece no crime de sequestro, previsto no artigo 148 do Código Penal, que se consuma com a retirada da liberdade da vítima, mas o delito continua consumando-se enquanto a vítima permanecer em poder do agente.


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Como citar este texto (NBR 6023:2018 ABNT)

SANTOS, Bruno Fellipe dos. A (im)prescritibilidade dos crimes de desaparecimento forçado na guerrilha do Araguaia . Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 23, n. 5404, 18 abr. 2018. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/60367. Acesso em: 26 jan. 2022.

Comentários

6

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    CLAUDIO RAFAEL DOERR VIEGAS

    Lembrando que os terroristas vagabundos daquela época, são os mesmos que estão sendo presos agora por corrupção... que enviaram dinheiro do BNDES pra Cuba, Venezuela, e outras ditaduras marxistas... ENTÃO, pouco importa se é REGIME MILITAR ou a suposta DEMOCRACIA, essa vagabundagem comete crimes em qualquer forma de governo. Colocam o partido vermelho acima da Pátria... Igual aos Nazistas (ideologia irmã gêmea do comunismo/socialismo)

  • 0

    CLAUDIO RAFAEL DOERR VIEGAS

    Fernando Monteiro, parabéns, muito bem lembrado. Esses terroristas vagabundos possuíam uns 10 nomes falsos cada um... por isso que para cada um deles existem uns 9 supostos desaparecidos... Tudo pensando em indenizações e benefícios para essa cambada de vagabundo que lutava para transformar o Brasil em uma nova Cuba... Se não fossem os heróis de 1964, com apoio do Congresso e da sociedade (marcha da família, etc...) hoje seríamos uma Venezuela ou pior... O resto é a versão comunista mimimi da história, contada por professores doutrinadores para alunos facilmente sugestionados. Abraço

  • -1

    Fernando Monteiro

    Realmente: "desaparecimento forçado" a expressão já diz tudo... Só Dilma tinha cinco codinomes: Estela, Patrícia, Luiza, Wanda, e o próprio. Imagine os restos dos terroristas. O que Getúlio e os militares de 64 deveriam fazer era aplicar a pena de morte consagrada pelas respectivas constituições. Ficam vocês falando de tortura só para sangrar os cofres públicos com indenizações. Vão se catar, caras...

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